Casimiro na Caze TV perguntando porque Neymar foi provocar o goleiro depois de fazer o gol.
Porque ele é isso, Casimiro. Todo mundo que não estava com os ovos dele na boca avisou que ele não tinha nem bola e nem cabeça pra Copa do Mundo.
Essa culpa é de vocês que defenderam tanto a convocação dele. Neymar só fez o que se esperava dele: jogou porra nenhuma e teve cabeça fraca no jogo decisivo.
Vocês esperavam o Neymar de 2014? Esse é o Haaland.
O Neymar de 2026 é um medonho em campo com psicológico de papel.
A culpa também é de vocês (imprensa) que pediram tanto.
Ancelotti é esperto
quando precisa ganhar ele coloca jogador de verdade pra tentar vencer
aí quando ta ganho ele deixa o aleijadinho fazer uma gracinha uns 10 minutos pra animar uns otarios iguais a voce
O Neymar virou MEME mundial na Copa de 2018. NÃO JOGOU a Copa América que o Brasil VENCEU(!!!) em 2019. PERDEU PRA ARGENTINA DENTRO DO MARACANÃ a Copa América de 2021 e NÃO BATEU PÊNALTI CONTRA A CROÁCIA em 2022.
Que diabos exatamente esse jogador fez por anos na seleção? Gol em amistoso e em eliminatórias é exatamente o contrário do que é o Vinicius Junior.
Gente deixa eu contar um negócio engraçado para vocês: esse é um ano de ELEIÇÃO!
Não adiantar levantar só pauta de Presidente (que é importante sim) mas esquecer que os deputados são quem criam e APROVAM leis.
Pesquisem bem sobre esses últimos 4 anos. Quem realmente trabalhou, quem fez ou tentou fazer algo pelo e para O POVO e quem vetou projetos voltados para nós.
Presidente não faz nada sozinho.
Em QUALQUER país em que as pessoas não tivessem passado por uma calamidade cerebral, o deputado que assinasse uma emenda para você trabalhar 52 horas semanais, cortar o seu FGTS pela metade e demorar 10 anos para te tirar de uma escala exaustiva JÁ ESTARIA LINCHADO!
Um vereador sobe em tribuna, vota contra professor… e ainda chama professor de “burro” e “vagabundo” aos gritos.
E depois perguntam como chegamos nesse nível da política.
Chegamos porque existe um projeto.
Um projeto que transforma ignorância em orgulho.
Que trata estudo como inimigo.
Que ridiculariza professor porque professor ensina gente a pensar.
Político assim não cresce apesar do desprezo pela educação.
Cresce POR CAUSA dele.
Porque quanto menos pensamento crítico existir… mais fácil é manipular.
Mais fácil criar inimigo imaginário.
Mais fácil transformar grito em argumento e violência e perseguição em tática.
Professor virou alvo porque educar é perigoso pra quem vive de desinformação.
E sabe o mais revoltante?
Tem trabalhador que ganha pouco, pega ônibus lotado, vive cansado… e ainda aplaude político que humilha professor como se estivesse “lacrando”.
Enquanto isso em São Paulo:
- escola sucateada
- professor adoecendo
- salário defasado
- educação abandonada
Mas sempre sobra dinheiro e energia pra espetáculo, corte de vídeo e discurso agressivo.
E depois perguntam por que tanta gente odeia estudar, ler, pesquisar e pensar.
Porque elegeram políticos que transformaram brutalidade em virtude.
E em 2026, cada voto vai dizer muito sobre o país que as pessoas querem construir:
um país que valoriza educação…
ou um país que aplaude quem grita como um animal irracional.
"Se o Cruzeiro for pra suruba ele volta virgem"
Recebi de um amigo... Descreve muito bem minha analogia.⤵️
Esse elenco do Cruzeiro é inacreditável e eu posso provar.
- Era só ganhar do Racing e ser campeão da Sul-Americana 2024: perdeu.
- Era só ganhar o clássico no Mineiro 2025 e afundava o rival: perdeu.
- Era só eliminar o América no Mineiro 2025 que estava na final: eliminado.
- Era só passar por um grupo extremamente fraco na Sul-Americana 2025: eliminado.
- Era só ganhar de Ceará, Santos e Sport EM CASA que a gente brigava pelo título Brasileiro 2025: não venceu nenhum.
- Era só vencer o Corinthians EM CASA para começar bem a semifinal da Copa do Brasil 2025: perdeu.
- Era só vencer o rival e afundá-lo no Mineiro 2026: perdeu.
- Era só vencer a Univ. Católica EM CASA e encaminhar a classificação na Libertadores 2026: perdeu.
- Era só vencer o rival novamente EM CASA (Brasileirão 2026), tendo a chance de afundá-lo pela TERCEIRA VEZ: perdeu.
Esse elenco é inimigo em fazer o simples. Vence os clássicos e jogos difíceis e perdem os mais simples possíveis. Aí eu falo em reformulação aqui, tem torcedor que vem defender esse elenco fracassado.
O Cruzeiro é GIGANTE, o clube merece um elenco de qualidade de acordo com a sua grandeza. O Pedro Lourenço, por todo o esforço que faz, não merece esse elenco ridículo. A torcida também não merece. O Cruzeiro não pode ir para as competições somente com um time titular, precisamos de um elenco e isso só vai acontecer com uma boa reformulação.
Chega de vexames saindo das mesmas figurinhas! Reformulação já!
Recusou Flamengo, Palmeiras, Botafogo, tudo isso para vir para o clube de coração dele em 2023. Brigando para não cair.
Foi importante e nos ajudou a ficar. Um dos nossos em campo!
Merece muitas conquistas com essa camisa. Te amamos, 10!
7 anos sem estadual é vergonhoso, imagina ficar 50 sem brasileiro, a primeira libertadores ser em 2013 e quando vocês ganharam a primeira Copa do Brasil, o rival era tetra e maior campeão da competição.
Isso aqui deve ser maneiro 🤏🏼😭
Gente, deixa eu desenhar uma coisa pra vocês: cena lamentável é trabalhador tomando murro de graça, criança chorando com medo, gente pobre se degladiando e não conseguindo trabalhar no dia seguinte….
Milionário mimado trocando porrada são cenas MEMORÁVEIS
Não tenho o desejo de ser rico para comprar um Rolex ou uma Ferrari.
Quero ser rico para poder controlar meu tempo.
Para poder caminhar na beira da praia numa segunda a tarde.
Para poder sentar em um café e relaxar por uma hora em uma tarde chuvosa.
Para não precisar seguir ordens e ser obrigado a fazer o que detesto, em troca de pagar minhas contas no fim do mês.
Para poder gastar com minha família e amigos sem me preocupar com o orçamento.
Essa é a minha ideia de uma vida rica.
Tem a ver com liberdade.
E não a falsa ideia consumista que tentam impor.
Chupetinha comemorou a suspensão do empréstimo de quase um bilhão de reais, q seria usado pra obras de contenção de enchentes e urbanização na cidade. Agora faz vaquinha de 2 milhões de reias pra ajudar os desabrigados q ele mesmo ajudou a desabrigar. Mineiros, aprendam a votar.
A gente fala muito sobre o fim da escala 6x1, mas fala pouco sobre o impacto real disso na vida de quem passou a vida inteira preso nela.
No primeiro fim de semana antes do Carnaval, peguei um Uber em São Paulo. Estava difícil conseguir corrida. Muitos motoristas cancelando, tarifa alta, acessos bloqueados por causa dos blocos. Eu precisava resolver uma emergência e consegui um carro num domingo à noite.
Começamos a conversar. Ele disse que era a primeira vez trabalhando no Carnaval, tinha só quatro meses de Uber, e que estava achando tudo muito confuso. Perguntou como funcionavam os blocos, se precisava pagar para entrar, por que as ruas estavam fechadas. Ele queria levar a esposa um dia em um desfile.
Expliquei que os blocos são gratuitos, que qualquer pessoa pode ir, que é só chegar e acompanhar. Falei que desfile pago é no Sambódromo do Anhembi, mas que a arquibancada não é inacessível.
Foi depois disso que ele começou a falar das vontades que tinha.
Disse que morria de vontade de levar a esposa para conhecer as coisas que via pela internet. Que queria ir à Liberdade, naquela feirinha que aparece no TikTok. Que queria conhecer a Augusta e parar em um barzinho. Que queria ir ao Parque do Ibirapuera. Que queria ir à praia.
E então ele disse, quase como quem revela um segredo:
Nunca fui para a praia.
Perguntei se ele não morava em São Paulo. Ele respondeu que nasceu em São Bernardo e que sempre trabalhou aqui.
Trabalhou dez anos como açougueiro, desde os 18. Sempre em escala 6x1. Sempre trabalhando aos finais de semana. Saía de casa às 5 da manhã e voltava às 10 da noite. A única folga era no meio da semana, e ele usava para descansar.
Nunca teve um domingo livre.
Expliquei que a Paulista fecha aos domingos para carros e fica ótima para passear. Que depois do Carnaval é ainda melhor para ir com calma. Falei que a Feira da Liberdade é aberta e gratuita. Que a praia não é tão distante assim. Que o Ibirapuera está ali, acessível. Que não é preciso muito dinheiro para viver a cidade.
Ele tem 28 anos.
Disse que agora, no Uber, consegue ganhar até mais do que ganhava antes. Mas saiu da CLT para a informalidade. Não é o ideal. Não dá para romantizar.
O que ele quer não é luxo.
Ele quer viver coisas simples que o trabalho exaustivo nunca permitiu.
Quando dizem que o brasileiro trabalha pouco, eu lembro dele. De alguém que passou dez anos sem viver um único fim de semana. Isso não é falta de esforço. Isso é normalização da exaustão.
O fim da 6x1 não é só sobre jornada de trabalho.
É sobre tempo.
É sobre dignidade.
É sobre permitir que um jovem de 28 anos conheça a própria cidade.
E eu não consigo parar de pensar nisso desde aquele dia. Em como a escravidão moderna está sendo normalizada e enfiada goela abaixo. A Folha fez exatamente isso: tentou banalizar a exploração do trabalho como se fosse apenas um dado comparativo, ignorando a realidade concreta de quem vive jornadas desumanas.
E quando a gente ignora essas histórias, a gente ajuda a transformar exploração em estatística.
Os que são contra o fim da escala 6x1 são INIMIGOS TRABALHADOR
E isso tem que ser dito
Essa manchete é um retrato cruel do Brasil real.
Os mesmos homens que trabalham três dias por semana, que acumulam salários acima do teto, verbas indenizatórias, assessores, carro oficial, plano de saúde vitalício e aposentadoria privilegiada… querem dizer para quem pega ônibus às 5h da manhã que “não é hora” de discutir o fim da escala 6x1.
É sempre assim.
Para o povo:
“Precisa ter responsabilidade.”
“Não pode quebrar a economia.”
“É preciso sacrifício.”
Para eles:
Reajuste automático.
Férias generosas.
Privilégios intocados.
Quem trabalha 6 dias para folgar 1 sabe o que isso significa: viver cansado. Não ver os filhos crescerem. Não ter tempo de estudar. Não ter tempo de descansar de verdade. É sobreviver, não viver.
E quando finalmente surge uma discussão mínima - MÍNIMA! - sobre melhorar essa condição, a resposta é tentar enterrar o debate antes mesmo que ele aconteça.
Isso não é preocupação com a economia.
Isso é medo de perder controle.
Porque a escala 6x1 não é só uma jornada. Ela é um símbolo.
Símbolo de um país que normalizou o cansaço crônico do trabalhador.
Que romantiza exaustão.
Que trata descanso como privilégio e não como direito.
E o mais revoltante?
Quem defende a manutenção dessa lógica não sente na pele o que está defendendo. Não depende de salário mínimo. Não enfrenta fila no SUS. Não precisa escolher entre descanso e renda extra.
É fácil falar em “impacto econômico” quando o seu salário não depende do suor de seis dias seguidos.
O que essa manchete revela não é só uma posição política.
É uma mentalidade.
A mentalidade de que o povo tem que aguentar.
Tem que aceitar.
Tem 'que entender o momento'.
Mas o momento nunca é favorável para quem trabalha.
Só para quem manda.
E isso, minha gente, cansa.
Mas também desperta.
Porque cada vez que tentam barrar um debate que melhora a vida de milhões, fica mais evidente de que lado cada um está.
Eu vou a jogos de futebol no mínimo 2x na semana. Esse ano, já vi reclamações de América, Atletico, Cruzeiro e North. Todos os jogos com arbitragens masculinas. Ninguém, em momento nenhum, falou que homens não podem mais apitar jogos.
Eu acho curioso como sempre descobrem que o Brasil é improdutivo justamente quando o assunto é dar descanso para quem trabalha seis dias por semana, pega transporte lotado, passa o dia inteiro em pé e ainda volta para casa com a responsabilidade de sustentar a própria família.
Nunca é improdutivo quando o banco cobra juros obscenos. Nunca é improdutivo quando a carga tributária penaliza consumo e poupa grandes estruturas. Nunca é improdutivo quando empresário prefere sugar hora extra a investir em tecnologia, gestão e inovação. A conta, como sempre, fecha no corpo do trabalhador.
Esse senhor comparar um trabalhador brasileiro com um americano como se fosse uma disputa individual de esforço é simplificar de forma desonesta uma realidade estrutural. O americano produz mais porque está inserido em uma economia completamente distinta em relação à crédito, investimento pesado em tecnologia, infraestrutura eficiente e ambiente produtivo muito mais sofisticado.
O brasileiro trabalha mais horas do que muita gente no mundo desenvolvido. O que falta não é empenho. É estrutura, é política econômica responsável, é visão em longo prazo. Mas é mais fácil chamar o trabalhador de improdutivo do que encarar as distorções do topo.
Essa conversa de que reduzir jornada vai afundar o país é um roteiro antigo. Disseram isso quando criaram o 13º salário. Disseram quando garantiram férias. Disseram quando consolidaram direitos na CLT. Sempre aparece alguém anunciando o colapso quando o direito é para baixo. Curiosamente, o pânico nunca surge quando o privilégio é para cima.
O que realmente incomoda não é a produtividade. É a ideia de que o trabalhador possa ter tempo. Tempo para viver, para descansar, para cuidar da própria saúde, para estar com quem ama. Tempo para existir além da função que exerce. Porque um modelo que depende de exaustão permanente não é eficiente. É atrasado.
Se o sistema só se sustenta com gente moída, o problema não é o descanso. É o sistema.
E a escala 6x1 VAI ACABAR. Porque dignidade não é propaganda eleitoral. É limite!!!
Na manifestação “Acorda Brasil”, realizada ontem, Nikolas Ferreira repetiu o padrão bolsonarista.
Defendeu condenados pela Justiça por tentativa de golpe.
Falou do escândalo do Master, mas não mencionou o pastor da sua igreja envolvido com o caso.
Pediu a saída do ministro Alexandre de Moraes, mas “se esqueceu” de citar Toffoli.
Afirmou estar lá para lutar contra o “sistema”, com o apoio de Valdemar Costa Neto, o político que melhor representa o sistema.
Apesar de ser um político, Nikolas conduziu o ato como alguém abençoado, um enviado de Deus. Tudo em nome da "liberdade" que, segundo a sua narrativa, não existe mais no Brasil, apesar de a passeata e os seus atos provarem exatamente o contrário.
Os participantes, ao final do evento, voltaram para casa encharcados pela chuva, alguns ainda no hospital por conta de um raio, mas com a sensação de dever cumprido. Se sentiram como protagonistas na defesa da nossa pátria.
Ledo engano.
Foram apenas figurantes gratuitos para os vídeos de Nikolas e de uma dúzia de políticos. Vídeos que serão utilizados nas campanhas de 2026.
Nada mudou.
Nikolas retorna hoje para as suas férias, com a reeleição garantida, sem que seja preciso apresentar nenhum projeto ou medida que melhore a vida do brasileiro. Bastou olhar para o alto e agradecer a Deus.
Valdemar fica feliz com a garantia de que muitos deputados do PL serão reeleitos e, com isso, manterá mais de R$ 1 bilhão de Fundo Partidário e Eleitoral.
Os participantes, por sua vez, acordaram hoje com os mesmos problemas que tinham antes da caminhada. Iniciam a semana trabalhando para pagar os salários de Nikolas, dos seus assessores, os rombos do banco Master e todas as mordomias do Congresso, do Executivo e do Legislativo. Porém, continuam fiéis àqueles que os enganam e seguem atacando quem ousa alertá-los sobre o oportunista discurso bolsonarista. E assim permanecem como massa de manobra de políticos que não têm nenhuma preocupação com o País, se colocam como vítimas e criam narrativas com o único objetivo de se perpetuarem no poder.
Está realmente na hora de acordarem.