Escolinha do Professor Raimundo (1991):
"É verdade que tem um deputado querendo a volta da ditadura?"
"É verdade, é o Bolsonaro"
"Como um civil pode pensar numa coisa dessas?"
"Ele não é civil, é militar reformado."
"AH, ENTÃO É POR ISSO!"
Fundadora do Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (GEEMPA), dedicou-se ao combate do fracasso escolar e defendeu políticas públicas de ensino com foco no potencial de aprendizagem de todas as crianças.
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⠀⠀⠀⠀༅⠀⠀ׂ⠀⠀❤⠀ ̥⠀#⠀𝒗𝒍𝒐𝒈⠀📎🪬⠀⠀⠀⠀⠀⠀
— A seguir: Uma homenagem às professoras e educadoras mais importantes do nosso país, que, provavelmente, você não conhecia. Segue o fio! 🪡
𝗘𝘀𝘁𝗵𝗲𝗿 𝗣𝗶𝗹𝗹𝗮𝗿 𝗚𝗿𝗼𝘀𝘀𝗶.
— Educadora, pesquisadora e matemática, Esther é destaque pelo desenvolvimento de teorias e metodologias voltadas à alfabetização e à aprendizagem cognitiva em classes populares.
Pioneira no campo dos estudos feministas no ambiente acadêmico brasileiro, lecionou em universidades e produziu obras essenciais sobre a condição feminina na sociedade de classes, contribuindo diretamente para a formação intelectual e política na educação superior.
𝗛𝗲𝗹𝗲𝗶𝗲𝘁𝗵 𝗦𝗮𝗳𝗳𝗶𝗼𝘁𝗶.
— Professora universitária, socióloga e pesquisadora, Heleieth dedicou sua carreira acadêmica ao estudo das relações de gênero, do trabalho e da violência contra as mulheres.
Além disso, ela também foi uma das signatárias do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova em 1932, defendendo o acesso público e laico à instrução escolar no Brasil.
Em 1921, fundou a Escola Proletária de Meriti, na Baixada Fluminense, voltada para crianças periféricas, oferecendo alfabetização, alimentação, higiene e atividades ao ar livre.
Sua produção literária também incluiu contos, poemas e outras narrativas. Em 1880, fundou, em Maçaricó, no Maranhão, uma escola mista e gratuita, iniciativa pioneira em uma sociedade na qual o acesso à educação era profundamente desigual.
𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗙𝗶𝗿𝗺𝗶𝗻𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗥𝗲𝗶𝘀.
— Professora, escritora negra e abolicionista, Maria Firmina dos Reis publicou Úrsula em 1859, romance que denuncia a violência da escravidão e dá espaço à perspectiva de personagens escravizados.
Seu trabalho buscava ampliar o acesso à formação e ao acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade, em uma época marcada por profundas desigualdades sociais.
𝗔𝗻𝗮𝗹𝗶𝗮 𝗙𝗿𝗮𝗻𝗰𝗼.
— Professora, escritora e educadora, Anália Franco dedicou sua vida à educação e à assistência social. Criou e apoiou instituições como escolas maternais, creches, asilos e liceus, voltadas especialmente a crianças e mulheres.
Em 1946, fundou a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, posteriormente denominada Fundação Dorina Nowill para Cegos. Sua atuação contribuiu para ampliar o acesso à leitura, à educação e à cultura por meio de livros em braille e de outras iniciativas de acessibilidade.
𝗗𝗼𝗿𝗶𝗻𝗮 𝗡𝗼𝘄𝗶𝗹𝗹.
— Professora e ativista, Dorina de Gouvêa Nowill perdeu a visão aos 17 anos e transformou sua trajetória em uma luta pela educação e pela autonomia das pessoas com deficiência visual.