Com a nova lei dos arrendamentos, o Bloco e o Livre falam em retrocesso. Portanto, ficar a dever vários meses de renda ao dono da casa é ser progressista.
Nunca é demais lembrar o mal que este canalha fez ao país.
O lugar que conseguiu na UE só prova que a Europa está representada por gente pouco recomendável.
Não odiamos suficientemente esta gente.
Em 1976, o ordenado mínimo era de 5.000 escudos.
Um T2 custaria 500.000 escudos (100 meses)
Em 2026, ordenando mínimo é de 920€
Um T2 custa 400.000€ (435 meses).
Sim, não estás melhor.
Lei da Nacionalidade (alteração de 2020): aprovada com 144 votos
Lei da Nacionalidade (alteração de 2026): aprovada com 152 votos
Comentário do Presidente da República (em 2026): gostava de um consenso mais alargado.
O gajo tomou posse em Janeiro, fez um orçamento, prometeu imensos serviços “gratuitos” e ainda nem acabou Abril e já está a pedir dinheiro. O socialismo acaba quando termina o dinheiro dos outros.
Parece que o indivíduo que atirou um cocktail molotov para cima dos manifestantes na Marcha pela Vida é militante do Partido Socialista. Será que agora também vão exigir consequências ao líder do PS? Fazer os títulos das notícias com "Militante do PS detido por terrorismo"?
A esquerda recusa-se a aceitar que o país virou à direita e reage como sempre: com indignação, vitimização e barulho. Para eles, a democracia só é legítima quando lhes dá jeito; quando perdem, passam a contestar tudo.
O acordo entre PSD e Chega sobre a Lei da Nacionalidade pode não ser suficiente, mas é um passo necessário para travar o rumo errado dos últimos anos. Não vai resolver tudo de um dia para o outro, mas é o primeiro passo para reconstruir um país que a esquerda destruiu.
Escravatura moderna e a perda da identidade nacional.
Os políticos e empresários vendem-te a ideia de que os portugueses não querem trabalhar em áreas como: "Copa", "Vindimas", "Apanha de Frutas", "Agricultura", etc.
Mas a realidade é outra - Os portugueses não querem ser escravos no seu próprio país e é por isso que vão fazer esses trabalhos para um país que lhe oferece melhores condições salariais.
De que vale trabalhar num trabalho pesado, 8 horas por dia, onde sais com dores de costas todos os dias, para no final levares 920€ brutos ao final do mês?
Pagas 500€ de renda, 200€ para a comida e sobra-te o quê para viver, para ir à fisioterapia ou psicologia e constituir família? NADA.
Por isso o português emigra e vai para esses trabalhos pesados no estrangeiro onde pelo menos lá, com uma vida cheia de trabalho, consegue pelo menos ter uma vida mais digna.
Entretanto, o patronato coloca pressões sobre os políticos e diz - "Não temos gente para trabalhar precisamos de imigrantes".
O Patronato tem gente para trabalhar, mas não quer abdicar das suas gratificações anuais, ou recompensar os seus trabalhadores com mais dinheiro e por isso vai sempre, mas sempre, ter a maximização do lucro como objetivo principal.
E é aqui que entram os imigrantes - Para o empresário não interessa a Nação, ou a preservação da cultura ou identidade portuguesa.
Para o empresário interessa o LUCRO - e o lucro só pode ser maximizado enquanto houver pessoas que aceitam receber um mísero salário num trabalho difícil e é aqui que entram os imigrantes.
Desesperados para reconstruir a sua vida os imigrantes aceitam qualquer oportunidade. Para pagar menos dinheiro, ficam num quarto alugado e numa casa com 8 pessoas para pagarem menos.
Entretanto passam-se os 5 anos e este imigrante quer é ir embora de Portugal. Um país pacífico, amável, mas SEM DINHEIRO.
Este imigrante, que agora é um português de papel EMIGRA, e novos imigrantes chegam.
E o ciclo continua.
Ao invés de se debater a robotização e a digitalização, os empresários e políticos preferem mandar os Portugueses Nativos embora, e diluir a identidade europeia, com a desculpa de que os portugueses s��o "malandros".
Von Der Leyen:
"As nossas sanções vão esmagar a Rússia".
Realidade:
O gasóleo na Rússia custa cerca de 0,80 € por litro, enquanto na UE custa cerca de 2,00 € por litro.
Quando a esquerda governa, é “a democracia a funcionar”.
Quando a direita governa, passa a ser “um perigo para a democracia”.
Em 2015, a esquerda perdeu as eleições, mas acabou por governar… e era “democracia”.
Hoje, ganhar eleições à direita já é visto como uma ameaça à liberdade.
A diferença não está nas regras, está em quem delas beneficia.
No fundo, a questão não é a democracia, é quem a controla.
Uma grande vitória do CHEGA para o país!
Mais um passo para garantirmos a liberdade das nossas crianças! Esta cultura da extrema-esquerda tem os dias contados.