🚨URGENTE | FLÁVIO VOLTA AO PL: O ministro Nunes Marques determinou que a filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Liberal seja restabelecida imediatamente após uma alteração indevida no registro partidário.
A decisão regulariza a situação de Flávio junto ao PL e protege o andamento de sua candidatura à Presidência da República. O caso deverá continuar sendo apurado para identificar a origem e os responsáveis pela mudança.
@ViLiMiGu_Tex Porque vcs são contra a pessoal ganhar dinheiro. Se a origem é lícita, qual o problema? Ou vcs preferem a turma que esconde o patrimônio?
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MINAS GERAIS NÃO É APENAS UM ESTADO.
É um tabuleiro.
O que parece uma sequência de fatos isolados começa a revelar uma convergência muito maior: mineração, energia, combustíveis, bancos, yuan, China, fundos, construção civil, carbono, madeira, MDF, ESG e políticas públicas.
A pergunta não é mais apenas quem governa Minas.
A pergunta é quem controla os fluxos estratégicos que passam por Minas.
Nesta thread, reúno as peças que publiquei nos últimos dias para mostrar como esse ecossistema começa a formar uma nova arquitetura de poder econômico.
1. O primeiro ponto é o Banco Master, Daniel Vorcaro e o entorno financeiro que aparece orbitando ativos estratégicos, fundos, mineração e operações que exigem atenção pública. Quando o dinheiro se aproxima de recursos naturais, infraestrutura e política, a ingenuidade vira luxo.
2. Depois entra o Bocom BBM, o CIPS e a engrenagem do yuan. Não estamos falando apenas de banco. Estamos falando de canais financeiros capazes de conectar Brasil, China, comércio internacional e desdolarização em setores estratégicos.
3. Em seguida, Minas aparece no centro da equação: China, yuan, combustíveis, logística, energia e recursos naturais. O estado deixa de ser apenas geografia e passa a funcionar como plataforma de integração econômica.
4. A venda da Zema Petróleo para a TotalEnergies, com assessoramento da Estater, abre outra camada: varejo, combustíveis, capital estrangeiro, boutique financeira e reorganização de ativos. Nada disso é irrelevante quando se observa o conjunto.
5. Agora entra a nova peça: construção civil, CECarbon, carbono incorporado, MDF, madeira industrializada e ESG. O carbono deixou de ser apenas discurso ambiental. Virou métrica, ativo, classificação, crédito, custo e poder.
O imóvel do futuro não será julgado apenas pelo endereço.
Será julgado também pelo carbono que carrega nas paredes.
A madeira deixa de ser apenas matéria-prima.
Vira estoque climático.
O MDF deixa de ser apenas chapa de móvel.
Vira peça da economia verde.
A construção civil deixa de ser apenas obra.
Vira inventário financeiro de carbono.
E nesse ponto o ecossistema empresarial de Zema ganha outra dimensão: varejo, móveis, combustíveis, serviços financeiros, seguros, consórcio, construção civil e materiais. Não é apenas uma loja. É uma cadeia conectada à economia física de Minas.
O discurso fala em Estado mínimo.
A realidade mostra um Estado reorganizando fluxos: crédito, licenças, incentivos, privatizações, concessões, infraestrutura, energia, mineração, carbono e capital.
O poder moderno não precisa gritar.
Ele mede.
Classifica.
Precifica.
Condiciona.
E quando a sociedade percebe, aquilo que parecia apenas uma calculadora ambiental, uma venda empresarial, um banco chinês, uma mineradora ou uma política pública já virou uma régua econômica sobre o futuro inteiro do país.
Minas Gerais está no centro.
E quem controla Minas, controla muito mais do que um governo estadual.
Controla uma plataforma estratégica de recursos, capital e poder.
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MINAS GERAIS NÃO É APENAS UM ESTADO. É UM TABULEIRO.
A venda da Zema Petróleo para a TotalEnergies, com assessoramento financeiro do Banco ABC Brasil e participação da boutique Estater, não pode ser vista apenas como uma operação empresarial comum. Ela revela uma camada mais profunda do processo: a transformação de ativos regionais em peças de um jogo econômico muito maior, ligado a energia, logística, combustíveis, crédito, mineração e capital internacional.
O próprio nome Estater chama atenção. Estáter era uma moeda antiga do mundo grego, associada a valor fixado, padrão monetário e também à passagem bíblica do tributo pago com a moeda encontrada no peixe. Para uma boutique de investimentos, o simbolismo é quase perfeito: moeda, valor, tributo, intermediação e estruturação de ativos.
O ponto central não é fantasia nem conspiração. É linguagem de poder.
Minas Gerais virou uma plataforma estratégica. Tem minério, água, energia, localização logística, ligação com o Nordeste via Sudene, acesso a crédito público pelo FNE e crescente aproximação com o capital chinês, o yuan e novas arquiteturas financeiras internacionais como o CIPS.
Enquanto o discurso público vende “estado mínimo”, a realidade mostra outra coisa: o estado continua existindo, mas muda de cliente. Ele aparece para abrir mercado, estruturar privatizações, liberar crédito, flexibilizar licenças, organizar concessões e criar segurança jurídica para grandes grupos econômicos.
É aí que a narrativa começa a ficar incômoda.
O mesmo ambiente que fala em austeridade também convive com crédito subsidiado. O mesmo discurso que fala em eficiência também empurra privatizações estratégicas. O mesmo governo que fala em liberdade econômica administra um estado rico em recursos naturais como se estivesse preparando uma vitrine para fundos, bancos, mineradoras, multinacionais e novos parceiros geopolíticos.
Zema não é apenas o empresário que virou governador.
Ele representa uma transição: do varejo familiar para a política de fluxos estratégicos. Fluxo de energia. Fluxo mineral. Fluxo financeiro. Fluxo logístico. Fluxo regulatório.
E quando Minas passa a se conectar com bancos, fundos, China, yuan, mineração, combustíveis, infraestrutura e privatizações, a pergunta deixa de ser ideológica e passa a ser muito mais objetiva:
Quem está controlando os ativos estratégicos de Minas Gerais?
Porque no fim, a política moderna talvez não seja mais sobre direita ou esquerda. É sobre quem controla os caminhos por onde passam o dinheiro, os recursos, a energia e o poder.
Minas Gerais não está apenas sendo governada.
Está sendo posicionada.
Se queremos mudar o Brasil temos que ser honestos com a nossa consciência.
Existe uma diferença ENORME em não concordar que o seu candidato minta.
Sim, porque foi isso que Flávio fez: mentiu.
Quando foi questionado o pq seu telefone constava da agenda do Vorcaro, ele falou que nunca teve contato com o banqueiro.
Mentiu.
Ao contrário de tantos outros envolvidos, não teve crime.
Flávio só mentiu.
E temos a obrigação moral de mostrar que não concordamos com isso.
É o suficiente para eu mudar meu voto? NÃO!!
Mas é um erro que não pode ser relativizado.
Flávio, aprenda com seu pai: é melhor ser transparente errando do que ser perfeito mentindo.
@crisdemarchii@FlavioBolsonaro@Arthurmachadosp@5elemento Luli não compartilhe besteira. Conheço tanto o PL quanto o Novo, e posso afirmar: O Novo (leia o estatuto) é muito mais a direita que o PL. Se não tivesse Bolsonaro no PL, seria mais um partido de centro.