Se os professores fossem unidos era papo pra não ter aula no Estado de SP até ele ser cassado.
Quero ver a pica que o Nunes e Tarcísio teriam na mão com todas as escolas e creches em greve, e os pais e eleitores deles putos com isso.
Em 15 dias a câmara cassaria o mandato dele.
@ThiagoCatharino Eu me sentia assim qnd comprava esse e via que ao redor era so Baby Soft e Búfalo Amaciantes. Comecei a jogar o concentrado num pode de amaciante merdeiro e ele parou de acabar rápido
🚨 Os episódios 836 a 849 de “ONE PIECE” serão adicionados ao catálogo da @NetflixBrasil em 1º de maio, com dublagem e legendas em português.
• Os episódios de 823 a 835 também chegarão na mesma data.
'STAR WARS: EPISODE 10' is officially in development at Lucasfilm and Disney.
Andy Serkis ('VENOM: LET THERE BE CARNAGE') is set to direct.
(Source: https://t.co/G1vxsdKzRM)
🚨 PASSOU DO PONTO FAZ TEMPO…
Nos últimos tempos, plataformas como Instagram e X viraram terreno para uma distorção perigosa, a transformação deliberada de acertos em erros. E, pior, isso não parte só de torcedores apaixonados, parte, principalmente, de quem deveria informar com responsabilidade.
Jornalistas, influenciadores, analistas, gente que tem alcance, que pauta debate, que influencia milhares de pessoas. São esses que, muitas vezes, escolhem a narrativa ao invés do fato. Escolhem o engajamento ao invés da verdade.
O caso recente da homenagem do Arrascaeta escancara isso. Existe regra clara, tirar a camisa é cartão amarelo. Não importa se é homenagem, emoção ou contexto. A regra não abre espaço para “bom senso” seletivo. Pedir exceção nesse tipo de lance não é humanizar o futebol, é relativizar a regra conforme a conveniência.
E quando a regra vira opcional no discurso, tudo vira bagunça.
Outro exemplo claro foi o pênalti anulado no jogo entre Palmeiras e Athletico Paranaense. O árbitro errou no campo, o VAR corrigiu, exatamente como o protocolo prevê. Ainda assim, muita gente tratou o acerto final como erro, simplesmente porque contraria a narrativa que queriam emplacar.
Isso não é análise. É torcida disfarçada de conteúdo.
O resultado disso tudo é um ambiente cada vez mais tóxico, onde o debate não evolui, a compreensão do jogo não melhora e a arbitragem vira bode expiatório constante, mesmo quando acerta. E aí cria-se um ciclo vicioso: pressão artificial, desconfiança generalizada e um futebol que não anda pra frente.
Porque enquanto lá fora se discute evolução, transparência e tecnologia, aqui ainda se discute se regra deve ou não ser cumprida dependendo da situação.
No fim das contas, não é só a arbitragem que perde credibilidade. A mídia esportiva também vai se desgastando, aos poucos, abrindo mão da responsabilidade em troca de alcance.
E esse tipo de situações existe de todos os lados, seja qual qual clube for.
E isso, sim, é o mais preocupante.
Meu coração está partido.
Só Deus sabe o quanto eu vibrei a contratação desse cara e o quanto eu o defendi, mesmo as vezes sem argumentos...
Estou muito chateada.