Clubes brasileiros depois das bets:
❌dívidas quitadas
❌CTs modernizados
❌estádios reformados
❌ingressos mais baratos
❌funcionários mais bem pagos
✅bagres com salários milionários
✅maiores comissões a agentes
✅dirigentes ficando mais ricos
O futebol brasileiro vai morrer sem o dinheiro das bets. Imaginem o que aconteceria, por exemplo, com Corinthians, Santos e São Paulo sem essa fortuna. Estariam endividados, proibidos de contratar, ameaçados de novos bloqueios, cheios de reclamações na justiça, com presidentes investigados, renunciando, sendo expostos por seus próprios atletas, desonrando compromissos com funcionários, com times enfraquecidos e já sem grandes objetivos esportivos na temporada, em setembro. Não deixem isso acontecer!!!
Tenho dificuldade para aceitar o argumento de que, sem as bets regularizadas, os apostadores migrariam para a clandestinidade.
Apostas de futebol clandestinas existem há décadas no Brasil (vide Máfia do Apito), mas o cenário caótico de vidas ceifadas e famílias destruídas é fenômeno recente.
A facilidade para se apostar e o estímulo constante para que se aposte são as causas da epidemia que vivemos – existem estudos para comprovar – e é isso que deveríamos combater.
A ludopatia não é novidade, mas nunca foi tão fácil torrar salários e reservas de uma vida em minutos. Você não precisa mais se locomover, você não precisa infringir leis, você não precisa buscar lugares clandestinos, você não precisa esperar sorteios semanais.
A derrocada está a poucos cliques no smartphone, 24 horas por dia.
Quem quiser apostar pode fazê-lo no meio do trabalho, almoçando, no banheiro, no cinema, na cama. E esse maldito vício, ao contrário de outros utilizados pelos defensores das bets para argumentar “por que só com as bets, tadinhas?”, não gera consequências físicas imediatas.
Você não desaba no chão porque apostou demais. Você não incomoda ninguém apostando. Você não tem uma overdose de apostas, ainda que elas também possam te levar à morte. Seu colega pode estar apostando agora mesmo, ao seu lado, e você não vai perceber ou se incomodar.
O vício no jogo é tão cruel quanto discreto, e o estímulo a esse vício não pode ser aceito em nenhuma medida.
A morte do futebol brasileiro? Se vier a ocorrer porque a incompetência dos clubes os fez depender do vício alheio para sobreviver, que assim seja.
Imagina querer colocar na cabeça do torcedor do Barcelona que você vai se contentar com o segundo lugar porque o Real Madrid gasta muito mais do que você.
E a obrigação é toda deles 😂
E a sua obrigação de pelo menos se impor e jogar mais contra o resto do campeonato?
É muita cara de pau!
Uma vez entrevistei o Guga. O JN ia mostrar que o brasileiro foi escolhido para o seleto grupo da Calçada da Fama do tênis.
Perguntei para ele sobre o momento, o que sigificava estar ao lado de lendas como McEnroe, Ivan Lendl , Borg. Ele respondeu:
- é fantástico, mas depois que nasceu a Maria Augusta, tudo fica um pouco menor.
Ali, um ídolo se humaniza.
O genial Guga é como nós.
Existem feitos fantásticos, como estar na calçada de fama de um esporte ou jogar uma Copa do Mundo.
Mas para o Guga, para mim, e para o Doku, estar no nascimento do filho é algo incomparável.
E cada um com sua prioridade.
Olha a diferença do jeito que o Tiago Leifert fala da Marta que tem 120 gols pela seleção e foi eleita 6 vezes a melhor do mundo comparado ao jeito que ele fala do Neymar, que tem 79 gols pela seleção e nunca foi eleito o melhor do mundo.
Vou contar uma coisa pra vocês: quando estava no Globoplay, eu assinei o cheque da participação da Globo na coprodução do Ainda Estou Aqui.
Eu e as pessoas do Globoplay não tínhamos o poder de decisão na estratégia de divulgação do filme do que o Vorcaro tinha no Dark Horse, pelo que essa troca de mensagens revela.
Ele mandava mais que um coprodutor.
O São Paulo teve 7 lesões musculares desde que Roger Machado chegou.
Uns culpam a preparação física, outros o departamento médico, alguns o tipo de gramado. Mas…A ciência tem uma resposta diferente.
E ela vai incomodar muita gente.
Arrascaeta foi vítima de uma covardia de Danilo Lavieri no último Posse de Bola, lamentavelmente endossada por Eduardo Tironi, que não percebeu a maldade do assessor de imprensa palmeirense infiltrado no UOL e amplificou a mentira com um apelido sonoro.
Pedi ajuda ao ChatGPT e fiz uma pesquisa.
Arrascaeta sofre 1 pênalti a cada 28 jogos no Flamengo.
Dudu no Palmeiras sofria 1 a cada 18 jogos. Gabigol, 1 a cada 14 no Flamengo (dos que pesquisei com longo histórico, o líder é Hulk, 1 a cada 9 jogos).
E achei uma estatística do Sofascore, citada pelo Lance há pouco mais de 1 ano. Desde sua estreia no futebol profissional, Vitor Roque era o jogador brasileiro com mais pênaltis sofridos no mundo inteiro!
Em 370 jogos e 8 temporadas pelo Flamengo, Arrascaeta sofreu apenas 13 pênaltis. Não dá nem 2 por ano.
Ou seja, é uma maldade deliberada atribuir a ele um comportamento que passa longe do seu histórico profissional.
Mais propaganda eleitoral que isso só se tivesse uma ala com 500 pessoas apertando o 13 na urna. Tem jingle, tem menção ao 13, tem estrela do partido político, tem boneco do arquirrival na cadeia. Que batata quente …