Não existe parlamentar em regime presidencialista, é CONGRESSISTA. Nosso sistema é PRESIDENCIALISTA . O sistema parlamentarista é outro sistema político, com o Primeiro-ministro eleito pelos parlamentares, não pelo povo. Por isso, congressistas e parlamentarista são duas palavras diferentes. PALAVRAS COM SIGNIFICADOS DIFERENTES NÃO SÃO SINÔNIMOS, não adianta o que os paulofreirianos dizem. O que é pior: a maioria dos que se intitulam parlamentares é de direita ou do centrão. Não sabem nem o que são. Temos comissão “parlamentar” de inquérito, emendas “parlamentares” e o Congresso Nacional diz que é “parlamento federal”, ou alguma estultice do gênero. Trata-se de um escárnio.
Muito boa a entrevista de sexta-feira com o candidato à presidência Flávio Bolsonaro. O espectador ficou conhecendo melhor o que pensam Renata Vasconcellos e César Tralli a respeito dos graves problemas do país no atual governo do PT. Foi pena que Flávio Bolsonaro tenha interrompido algumas vezes. Mas os militantes atropelavam-se e falavam juntos para impedir Flávio de expressar-se. Não se tratou de uma entrevista, mas de um ataque perpetrado contra um entrevistado que não conseguia responder a perguntas que nem foram feitas.
Já no dia anterior, com o atual presidente, que às vezes aparece em fotos com dez dedos e não se parece mais nem com ele próprio, deixaram sem contestar as respostas mentirosas.
Lula deu a entender que foi inocentado das condenações da Lava Jato, quando as sentenças em primeira e segunda instância — no triplex do Guarujá e no sítio de Atibaia — foram anuladas pelo STF por questão de competência, ou seja, por ter sido julgado no Paraná. O problema foi o CEP. Não houve absolvição no mérito.
Mesmo assim, o petista repetiu que o sítio não era dele e que o “apartamento” não era dele, como se a anulação tivesse provado isso. Também disse que “só foi provada a minha inocência quando o processo foi anulado”, o que não é verdade. Fachin não declarou Lula inocente; só entendeu que Curitiba não era o juízo natural.
Na mesma entrevista, afirmou que “a mim não preocupa a dívida pública”, depois de herdar, segundo ele, um déficit de 2,8% do PIB. O resultado de 2022, porém, foi superávit primário de 0,6% do PIB, segundo o TCU.
A dívida bruta já passou de 80% do PIB neste mandato do PT e, na métrica do FMI, deve chegar a 100% do PIB em 2027.
Ainda assim, os entrevistadores deixaram passar a fala e a comparação conveniente com Estados Unidos, Japão e Itália, sem cobrar o custo dos juros e a trajetória de alta da dívida no Brasil.
O atual presidente ainda disse que o país teria passado mais de dez anos sem crescer e que o PIB só teria voltado a avançar acima de 2% quando ele reassumiu. O IBGE mostra o contrário: o PIB cresceu 4,6% em 2021 e 3% em 2022.
Com Lula, a regra foi deixá-lo mentir sem ser contestado. Com Flávio, a regra foi interromper para não deixá-lo falar.
—Lucia Sweet
Flavio Bolsonaro é inequivocamente o melhor candidato, apesar dos dois militantes de esquerda travestidos de jornalistas interromperem as respostas e atacarem em vez de perguntarem.
Grande atuação do próximo presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro, na Sabatina do JN. Mostrou maturidade, segurança, serenidade e a clareza de quem está preparado e vai governar o país.
Vamos em frente, unidos! O Brasil vai vencer. É Flávio Bolsonaro, 22!
Grande dia!
Em 29 de julho de 2026, Anthony Fauci, ex-diretor do NIAID e responsável pela resposta americana à COVID-19, compareceu sob intimação – subpoena – a uma audiência do Comitê de Segurança Interna e Assuntos Governamentais do Senado, presidido pelo senador republicano Rand Paul.
O que é NIAID? Pronuncia-se aproximadamente “nai-ád” e é a sigla de National Institute of Allergy and Infectious Diseases – Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas.
Fauci invocou a Quinta Emenda – direito de não se incriminar – 111 vezes e recusou-se a responder perguntas sobre a pandemia, a origem do vírus, o financiamento de pesquisas etc. Fez apenas uma declaração inicial. Apresentou como vítima e acusou o senador Rand Paul de ter uma obsessão em prendê-lo.
Fauci recebeu um perdão tão amplo de Joe Biden que ficou protegido de possíveis crimes federais cometidos entre 2014 e janeiro de 2025.
O senador Rand Paul afirmou que, por causa do perdão, o risco de Fauci incriminar-se por atos passados era nulo e que Fauci havia renunciado a invocar a Quinta Emenda ao fazer a declaração inicial. Por isso, permanecer em silêncio configura desacato.
Hoje, 6 de agosto de 2026, depois de várias tentativas dos democratas de bloquear ou adiar a votação, o comitê aprovou por 8 votos a 5 a resolução de que Fauci desrespeitou a autoridade do Congresso ao recusar-se a testemunhar.
Rand Paul agora encaminhará o caso diretamente ao Departamento de Justiça (DOJ) para possível processo criminal.
Já passou da hora de Fauci e sua gangue serem responsabilizados por suas ações.
Cabe ao DOJ decidir se vai ou não processar Fauci. Se ele for condenado por desacato ao Congresso, a pena pode incluir multa e prisão – como ocorreu com Steve Bannon e Peter Navarro, perseguidos pelos democratas.
Será um processo longo e incerto, com debates jurídicos sobre a validade da invocação da Quinta Emenda após o perdão.
O momento da prestação de contas enfim chegou.
Alexandre Padilha voltou a ser ministro da Saúde no atual governo do PT. Já ocupara a pasta entre 2011 e 2014, sob Dilma Rousseff, e foi o principal formulador do Mais Médicos.
Justamente por causa desse programa, em 2025 os EUA cancelaram os vistos de sua família (o dele já estava vencido). O governo americano considera que o programa submeteu médicos cubanos a trabalho forçado: os salários iam para o governo de Cuba e os profissionais ficavam praticamente com uma esmola.
O governo brasileiro retaliou negando o visto a Darren Beattie, conselheiro sênior do Departamento de Estado para o Brasil, que não escravizou ninguém.
A escalada de atos hostis e ofensas públicas por parte de Lula ou seu doppelgänger culminou com a revogação do visto da embaixadora brasileira nos EUA e tensões com Israel e Argentina. Na Venezuela, a queda de Maduro começou exatamente assim.
Enquanto isso, Robert F. Kennedy Jr. – RFK Jr. – secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, cargo equivalente no Brasil a ministro da Saúde, trata de temas bem mais importantes. Entre eles, a controversa pandemia de Covid e os meios usados para enfrentá-la.
Com teorias de conspiração anunciando o surgimento de um novo vírus a qualquer momento, medidas estão sendo tomadas para que nunca mais seja tão fácil dominar o mundo.
RFK Jr. afirma que a resposta oficial americana à Covid foi um fracasso:
“Fizemos praticamente tudo errado da última vez. Os lockdowns causaram mais danos que o vírus — perda de empregos, crise de saúde mental, atraso educacional e transferência de riqueza. ... Em futuras pandemias, liberdades individuais devem prevalecer sobre as medidas de saúde pública."
Além do mais, RFK Jr. considera que a supressão de direitos e a censura a médicos e cientistas, que contestaram a condução da pandemia, foram desastrosas e chamou a vacina de COVID, especialmente as de mRNA, de “a vacina mais mortal já feita”. Ele apoia a teoria da fuga de laboratório — lab-leak – e culpa Anthony Fauci por má gestão. Vê a pandemia como um “teste de poder tecnocrático”.
Como resultado prático, os EUA saíram formalmente da OMS em 22 de janeiro de 2026, cortando financiamento e pessoal.
Na mesma linha de raciocínio, o senador republicano Rand Paul declarou que a pandemia “não apenas expôs um vírus". Expôs também a rapidez com que governos suprimem liberdades básicas no momento em que arranjam uma desculpa. Citou lockdowns que fecharam igrejas enquanto lojas de bebidas permaneciam abertas, mandatos de vacina que custaram empregos e restrições usadas como controle.
Por último, mas não menos importante, o juiz Neil Gorsuch, da Suprema Corte, descreveu os decretos de emergência como uma das “maiores intromissões nas liberdades civis” da história moderna dos EUA em tempos de paz.
No Brasil, contudo, a imprensa, com honrosas exceções, ignora esses temas e passa a maior parte do tempo criando distrações para tirar o foco dos novos escândalos de corrupção deste quarto mandato do PT, que conseguiu superar todos os anteriores para o mal. É praticamente um escândalo por semana, muitos envolvendo o primeiro escalão do governo e familiares de autoridades.
Para tirar nosso país desse atoleiro político, econômico, ético, educacional e de saúde pública, precisamos aproveitar a chance de afastar a esquerda do poder e votar em Flávio Bolsonaro e seus aliados. Trata-se de independência ou morte. Não anule seu voto nem se abstenha de votar.
Neuralink, the company founded by @elonmusk in July 2016, develops implantable brain chips designed to connect the human brain to computers, restore lost functions of movement, speech and vision, and, in the longer term, enable high-speed communication between human beings and artificial intelligence. Currently in the clinical trial phase, it is already operational, yet it remains unavailable as a commercial product to the general public.
The first human implant took place in January 2024. The pioneering patient, Noland Arbaugh, became tetraplegic in 2016 at the age of 22 following a diving accident. Since receiving the device — which he has affectionately named “Eve” — he has been able to control a computer cursor solely through thought, allowing him to play online chess, browse the internet, study, and regain a measure of the digital independence he had lost.
While @neuralink and its engineers pursue a strategy of bypassing the injury, Brazilian biologist Dr Tatiana Coelho de Sampaio of the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ) developed polylaminin through research that began in 1997. This experimental protein stimulates and restores natural communication within the spinal cord.
In a preliminary study involving eight patients with complete spinal cord injuries, six regained partial movement (75 per cent of cases), and one was able to walk once more. Other patients treated experimentally also reported improvements in sensitivity and mobility. Although still in the experimental phase, the results surpass the historical rates of spontaneous recovery, which stand at between 10 and 15 per cent.
@neuralink now has more than twenty participants enrolled in clinical trials. Its chip enables individuals with paralysis to control computers, mobile phones and robotic arms through thought alone. To date, no patient has recovered the natural movement of their own limbs, yet many have achieved meaningful digital and physical autonomy by means of external devices.
The two methodologies are complementary. Whereas polylaminin seeks to repair the spinal cord and restore natural communication between brain and body, @neuralink bypasses the injury by reading neural signals and converting them into external commands.
An integration of the protein and the chip could give rise to a hybrid treatment, accelerating the path towards restoring not merely digital independence, but the genuine capacity to walk, grasp objects and regain sensation.
I hope that Dr Tatiana Coelho de Sampaio’s discovery may be incorporated into the work of @neuralink. The combination of regenerative medicine with technology that connects the brain to computers holds the potential to revolutionise the prognosis for thousands of people living with spinal cord injury, opening the way to cures once considered beyond reach.
— Lucia Sweet
Neuralink is the company founded by @elonmusk that develops implantable brain chips to connect the brain to computers, restore lost functions of movement, speech, and vision, and, in the long term, enable high-speed communication between humans and artificial intelligence.
Founded in July 2016 by @elonmusk and a group of scientists and engineers, the company is still in the clinical trial phase. It is already operational, but it is not yet a commercial product available to the general public.
The first human implant took place in January 2024. The pioneering patient was Noland Arbaugh, who in 2016, at the age of 22, suffered a diving accident that left him tetraplegic (paralyzed from the shoulders down). Since the implant, he has been using the device — which he nicknamed “Eve” — to control a computer cursor with his thoughts alone. This allows him to play online chess, browse the internet, study, and regain part of the digital independence he had lost.
While @neuralink and its engineers focus on a strategy of bypassing the injury, the discovery of polylaminin, developed by Brazilian biologist Dr. Tatiana Coelho de Sampaio of the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ) through research that began in 1997–1998, represents one of the most promising advances in the treatment of severe spinal cord injuries.
This experimental protein restores natural communication within the spinal cord, acting as a kind of “biological track” that stimulates axon regeneration and enables the reconnection of neurons, leading to partial or significant recovery of movement in paralyzed patients.
In a preliminary study with eight patients who had complete spinal cord injuries, six regained partial movement (75% of cases), and one of them was able to walk again. Other patients treated experimentally also reported gains in sensitivity, trunk control, and mobility. Although it is still in the experimental phase — with recent authorization from Anvisa for official clinical trials — the results exceed the historical rates of spontaneous recovery, which hover around 10% to 15%.
Meanwhile, @neuralink is already operational in clinical trials with more than 20 participants. Its brain chip allows people with paralysis to control computers, phones, and even robotic arms using only their thoughts. So far, no patient has recovered the natural movements of their own limbs, but several have achieved digital and physical autonomy through external devices.
The two strategies are deeply complementary. While polylaminin seeks to repair the spinal cord and restore natural communication between the brain and body, @neuralink and its engineers bypass the injury by reading brain signals and converting them into external commands.
An integration of these technologies could create a hybrid treatment: biological regeneration combined with the precision and high bandwidth of the neural interface. This would accelerate the path toward restoring not only digital independence but also the real ability to walk, grasp objects, and regain sensation.
I hope that the discovery of Dr. Tatiana Coelho de Sampaio, who has demonstrated excellence in regenerative medicine, can be incorporated into @neuralink, which leads the engineering of brain-machine interfaces. Together, these efforts could transform the prognosis for thousands of people with spinal cord injuries, turning what is currently promising into a large-scale clinical reality.
— Lucia Sweet
Um anúncio postado hoje nos classificados de uma cidade do interior perguntava onde se poderia comprar uma cesta básica para pagar em 30 dias. As pessoas estão sem dinheiro para comprar comida.
E o Brasil no cenário internacional? Desce ladeira abaixo, como um caminhão sem freio.
Nossa posição nos principais rankings globais de renda, competitividade, inovação, liberdade econômica e desenvolvimento humano despencou.
No atual governo, em PIB per capita nominal segundo projeções do FMI, ocupamos o 82º lugar entre aproximadamente 192 países, com cerca de US$ 12.313. Enquanto isso, a renda per capita dos top 5 vai de cerca de US$ 227 mil em Liechtenstein, US$ 159 mil em Luxemburgo, US$ 140 mil na Irlanda, US$ 126 mil na Suíça a US$ 110 mil na Islândia.
O Brasil, que já foi a 6ª economia do mundo, recuou agora para a 11ª posição.
No Ranking Mundial de Competitividade do IMD divulgado em 2026, o Brasil caiu sete posições em relação a 2025 e ficou em 65º lugar entre as 70 economias avaliadas — à frente apenas de México, Botsuana, Mongólia, Nigéria, Namíbia e Venezuela. O ranking avalia a capacidade de criar ambiente favorável às empresas em desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura.
No indicador de poder de compra as perspectivas também são ruins. O PIB per capita projetado pelo FMI em PPP (paridade do poder de compra), que ajusta o valor pelo custo de vida local, coloca o Brasil em torno do 85º lugar mundial.
As contas públicas refletem o mesmo quadro. No primeiro semestre de 2026 o governo federal acumulou déficit primário de R$ 92,9 bilhões. 81,6% das famílias brasileiras estão endividadas e 29,9% têm contas em atraso.
Desde que o atual governo tomou posse, a dívida bruta subiu de 73,5% do PIB no fim de 2022 para 81,1% do PIB em maio de 2026, um avanço de 7,6 pontos percentuais. Em valores absolutos, o endividamento já ultrapassa R$ 10 trilhões.
Vale lembrar que ao final do governo Bolsonaro, mesmo com a pandemia que fechou o mundo, as principais estatais federais registravam lucros e a dívida pública estava em cerca de R$ 7,2 trilhões. Foram concluídas mais de 22 mil obras.
Creio que não há quem não perceba o momento crucial que estamos vivendo. Só finge que não vê quem está se beneficiando do redemoinho de corrupção que prendeu o Brasil no olho do furacão. Nossa única chance de NÃO virarmos Cuba ou Venezuela, antes do Maduro ser preso, é concentrarmos nossos votos em Flávio Bolsonaro e em seus aliados para o Congresso.
Precisamos tirar o PT do poder. Tirar o PT não é opção. Trata-se de sobrevivência.
— Lucia Sweet
Com a imprensa em peso fazendo publicidade contra Flávio Bolsonaro dia e noite, distorcendo os fatos e pesquisas controversas, nenhuma campanha teria a menor chance de ser bem avaliada.
O mais grave são os candidatos do establishment apresentados como “oposição conservadora” para tirar votos do único candidato que pode derrotar o PT.
Se a “situação” perder as eleições, vai faltar presídio de segurança máxima. Gente muito importante e rica lavou dinheiro para organizações declaradas terroristas pelos Estados Unidos. Quem sabe o Bukele poderia recebê-los em El Salvador? O desespero está explicado.
O ministro Rui Costa, petista baiano ligado aos primórdios do Banco Master na Bahia via Credcesta, critica Flávio e o associa ao “desastre” da gestão do pai. Já Rui Costa Pimenta, do PCO (Partido da Causa Operária, partido trotskista de extrema-esquerda brasileiro), avalia de forma bem diferente: “os rumores sobre a morte da candidatura são prematuros”; “Não acho que a candidatura dele esteja inviabilizada… vai continuar e vai continuar forte”.
A perda de votos do PT no Nordeste deve-se ao preço dos alimentos, que está nas alturas e dói não só no bolso, mas também no estômago. Tudo o mais são platitudes de “intelectuais” e da classe artística woke que, na verdade, apoiam o PT para não perder a Rouanet — que apenas nos últimos quatro anos jorrou R$ 36 bilhões para um universo “cultural” de poucos milhares de pessoas.
Portanto, discordo totalmente da última PSYOP que diz que Flávio perdeu as chances de vencer as eleições. É mentira. O povo vai votar em peso em Flávio Bolsonaro.
Para quem não sabe, PSYOP é a abreviação de Psychological Operations, que em português significa Operações Psicológicas. O termo refere-se a ações planejadas para influenciar as emoções, atitudes, comportamentos e decisões da população por meio de campanhas de manipulação de opinião pública, com o objetivo de moldar o que a sociedade pensa ou acredita.
Recomendo que você mude de canal quando alguém, regiamente pago, vomita mentiras sobre a audiência, que acaba se influenciando. Sem audiência, a propaganda perde o poder. E você passa a dormir melh