Acordei com um monte de libertários me seguindo. Precisamos nos unir. Nos últimos anos nos espalhamos e nos enfraquecemos muito.
Vou até voltar ao meu nome original.
Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad não são apenas dois candidatos ao governo de São Paulo. São, cada um no seu campo, o retrato mais acabado de um arquétipo. Um encarna a excelência que a direita gostaria de apresentar ao país. O outro, com ironia quase cruel, encarna a excelência que a esquerda petista reserva para si: o intelectual polido, culto, capaz de sentar à mesa, discutir teoria e ainda tocar violão — enquanto a realidade segue outro caminho.
Tarcísio é engenheiro civil formado pelo Instituto Militar de Engenharia, com mestrado em engenharia de transportes pelo mesmo IME e formação em ciências militares pela Academia Militar das Agulhas Negras. Capitão do Exército, passou pela missão de paz no Haiti, pela Controladoria-Geral da União, pelo DNIT ainda no governo Dilma, pelo programa de concessões de Temer e pelo Ministério da Infraestrutura de Bolsonaro. Chegou a São Paulo como gestor e, no Palácio dos Bandeirantes, transformou currículo em entrega. É o tipo de nome que a direita raramente consegue produzir com essa combinação: capacidade técnica, inteligência acima da média, vocabulário de quem conhece o Estado por dentro e, ao mesmo tempo, habilidade de falar com o eleitor sem se perder em abstração.
No debate da Globo de ontem, isso apareceu sem disfarce. Tarcísio tinha números, obras, metas e respostas na ponta da língua. Era o funcionário que se espera na vida real: o que entrega, o que sabe o que está fazendo, o que não precisa inventar um universo paralelo para justificar o próprio desempenho. Por isso foi, durante tanto tempo, o candidato preferido da direita à Presidência. Não por carisma de palanque, mas porque reúne o que costuma faltar quando o campo se contenta com grito e identidade: competência comprovável.
Haddad é o outro polo — e aqui a comparação só funciona se for lida como ironia. Ele representa a excelência do intelectual petista. Reúne falácias com fluência, empacota o absurdo em sintaxe elegante e tenta convencer o adversário de que o dado é preconceito, a realidade é narrativa e a crítica é violência. O intelectualismo de esquerda, nesse registro, não está a serviço do fato. Está a serviço do não-factual. Por isso a mentira e a fake news incomodam tanto o PT: aquele é o território em que o partido se sente em casa. Quando o chão da realidade aparece — contas, obra pronta, indicador, resultado —, o edifício retórico treme.
Foi constrangedor, em vários trechos, ver Haddad tentar contrapor Tarcísio ontem. Não porque falte ao petista vocabulário. Falta-lhe lastro. Tarcísio respondia com o que fez. Haddad respondia com o que a tese exige que o mundo seja. A diferença não é de eloquência. É de natureza.
Esse é o lugar de Haddad na história do PT. Ele não é Lula. Lula é o não-intelectual: o ex-sindicalista, o operador de fisiologia e clientelismo, o homem que em mais de duas décadas de influência chegou ao auge ao cooptar instituições e, na reta final, instrumentalizar a fé. Haddad é outra peça. É o ícone da elite progressista que quer demonstrar virtude sem abrir mão do verniz. Gosta de pobre no discurso, defende o pobre no seminário, toca Beatles no violão para Natuza Nery e deixa a imprensa eriçada, como se cultura de salão fosse prova de governo. É o sonho da esquerda ilustrada: o quadro que sabe discutir, que não constrange no jantar, que permite à elite dizer que está do lado certo sem precisar lidar com o custo concreto das próprias ideias.
Esse sonho está sendo enterrado. Haddad já perdeu a prefeitura em 2016, a Presidência em 2018 e o governo de São Paulo em 2022. Volta agora, depois de uma passagem pelo Ministério da Fazenda marcada pelo paradoxo que o petismo sempre produz: crescimento puxado a estímulo, dívida em alta, meta fiscal que vira slogan e um legado que, no julgamento mais duro de seus críticos, não supera — e em pontos centrais agrava — o desastre econômico associado a Dilma Rousseff. A carreira política dele já não parece um projeto de futuro. Parece um epitáfio adiado.
“Não é o governo (monárquico ou democrático) a fonte da civilização humana e da paz social, mas sim a propriedade privada – bem como o reconhecimento e a defesa dos direitos de propriedade privada –, o contratualismo e a responsabilidade individual.” Hans-Hermann Hoppe
ELON MUSK:
“EU TENHO UMA PREOCUPAÇÃO COM EMPRESAS COMO GOOGLE, GEMINI, OPENAI E META, QUE ELAS NÃO SÃO MAXIMALMENTE BUSCADORAS DA VERDADE.
A IA DELES ESTÁ SE CURVANDO À CORREÇÃO POLÍTICA E ESTÁ SENDO TREINADA PARA MENTIR.
A COISA MAIS SEGURA PARA A IA É SER MAXIMALMENTE BUSCADORA DA VERDADE, MESMO QUE A VERDADE SEJA IMPOPULAR.”
EU NÃO VOU ENGANAR O TRABALHADOR BRASILEIRO!
A irresponsabilidade dos deputados não tem limites. Agora tanto governo quanto situação decidiram brincar com a estabilidade do país, a economia brasileira e o emprego da população.
Quer dizer então que o cara...
- Hospedou-se na embaixada para evitar a imprensa livre
- Insistiu na inversão da ordem da agenda do evento para que a coletiva ficasse para depois da reunião
- Cancelou a coletiva após a reunião
- Deixou a Casa Branca pela "porta dos fundos" para fugir da imprensa livre
- Organizou uma nova coletiva na própria embaixada para limitar o acesso apenas à imprensa amiga
E mesmo após todas essas manobras evasivas, já em um ambiente controlado, o vagabundo não conseguiu fugir de si mesmo e acabou confessando que se prestou a esse papelão todo só para poder defender os interesses dos seus "patrocinadores" narcoterroristas.
Faz o L.