e que belos versos somos
escritos em areia molhada
esperando que o mar da existência nos apague lentamente.
a beleza da última dança
parte da jornada
das notas suaves de um poema
o efêmero é o nosso lar inerente.
A oratória dele precisa ser estudada. Lula consegue falar como aquele senhor com quem você facilmente sentaria para tomar uma cerveja e, ao mesmo tempo, como um grande estadista diante de uma multidão. Essa capacidade de transitar entre os dois registros é impressionante.
Independentemente das críticas, uma coisa é certa: nós vamos sentir muita falta do Lula quando ele não se candidatar mais.
Dificilmente veremos um político com o mesmo nível de comprometimento com os mais pobres e com o desenvolvimento do Brasil nas próximas décadas.
Alguém vai rodar no jornalismo da Globo. O que aconteceu hoje foi vergonhoso para a emissora e para o setor de jornalismo.
Foi na Copa, agora nas eleições… pararam no tempo.
Assistindo o passeio e leveza de Lula hoje no Flow eu tive certeza de que o tão sonhado sucessor do velho NUNCA vai existir. Nunca mesmo.
Lula é um em um milhão. Ou talvez até mais. Uma máquina de carisma, política e retórica. Insubstituível. Personagem histórico e insuperável.
A Globo armou o bote: excluiu Renan Santos (crítico dos Bolsonaro) e chamou Lula e os 4 da direita pro massacre. No final, Lula rejeitou ir e levou toda a sua audiência para um podcast no mesmo horário, deixando a emissora golpista às traças. O homem deu uma aula de estratégia.