Você acha que estão nos retirando daqui à toa? Não. Venderam nosso Pará, nossas riquezas, nossas terras e agora querem entregar, ignorando as vidas de milhões de famílias que vivem aqui. Vorazmente estão destruindo milhares de moradias, acabando com os sonhos de milhões de vidas. Queimando suas casas sem qualquer piedade. Aplicando multas milionárias impagáveis. Um plano do mal. Covarde. Não há nada oculto. Não é possível que alguém que ame nossa nação, que ame nosso Estado apoie algo tão nocivo para nossa gente. Retirar VI0LENTENTE nossas famílias de suas terras para entregá-las às grandes empresas multinacionais. As riquezas do nosso Pará pertence à nossa gente e não a outros países. Governos estadual e federal estão unidos para nos arrancar daqui, por isso é a nossa vez de termos o mínimo de consciência política e mudarmos o rumo da política do nosso Pará e do nosso Brasil.
Diogo Frango
🚀 O TRIUNFO DO CAPITALISMO DE INOVAÇÃO: Por que o primeiro trilionário da história é uma vitória global. 🧵👇
A estreia histórica da SpaceX na Nasdaq não foi apenas um evento financeiro sem precedentes, foi a validação definitiva do livre mercado e do empreendedorismo de alto risco. Ao alcançar a marca inédita de US$ 1,1 trilhão em patrimônio líquido, Elon Musk não "retirou essa riqueza da sociedade" - ele a gerou do absoluto zero. Para os críticos, o número assusta. Para o progresso humano, deve ser celebrado.
Aqui estão 3 motivos básicos para entender esse marco sob a ótica capitalista neoliberal:
💡1. Riqueza é FLUXO, NÃO é estoque e muito menos um jogo de soma zero!
O erro fundamental do pensamento anticapitalista é tratar a economia como um bolo de tamanho fixo, como se estoque fosse. Não é, riqueza é FLUXO! A ascensão de Musk o prova. O valor de mercado da SpaceX - agora superando os US$ 2 trilhões — reflete a utilidade que a empresa trará para o mundo. Musk enriqueceu reduzindo drasticamente os custos de acesso ao espaço e conectando o planeta com a Starlink.
🎯 2. Risco privado vs. Ineficiência estatal
Onde governos e burocracias estatais gastavam bilhões de dólares dos pagadores de impostos em programas lentos, a iniciativa privada trouxe agilidade e corte de custos de mais de 80%. Vale lembrar: Musk colocou todo o seu capital em risco quando a SpaceX e a Tesla estavam à beira da falência. O lucro é a recompensa pelo risco extremo!
🇧🇷 3. Democratização do capital
O investidor brasileiro que comprou o BDR #SPCX34 na B3 a R$ 50 no lançamento e viu o papel fechar a R$ 54,74 participou diretamente dessa criação de valor. O mercado financeiro funciona assim: ele permite que qualquer pessoa seja sócia do futuro tecnológico da humanidade!
Conclusão: o primeiro trilionário da história não acumula ouro em um cofre. Sua riqueza está investida em fábricas de baterias, satélites e naves para colonizar Marte!
Menos impostos sobre o progresso e mais incentivo ao mérito!
Esse é o caminho que a história acabou de consagrar em Wall Street!
#SpaceX #ElonMusk #Nasdaq #B3 #MercadoFinanceiro #Capitalismo
A imagem não prova uma conspiração. O que ela mostra é algo talvez mais relevante: a concentração de influência em uma rede global onde governos, fundações privadas, universidades, organismos internacionais e gigantes farmacêuticas passaram a atuar simultaneamente sobre um mesmo objetivo.
No centro dessa rede aparece a Fundação Bill & Melinda Gates.
Não porque ela controlasse tudo sozinha, mas porque financiava ou mantinha parcerias estratégicas com diversos atores que participaram direta ou indiretamente das respostas à pandemia.
De um lado, recursos destinados ao Vaccine Impact Modelling Consortium e ao Imperial College London, instituições responsáveis por modelos matemáticos que influenciaram decisões governamentais em diversos países.
Do outro, conexões com organismos internacionais como OMS, Gavi e UNICEF, responsáveis por campanhas globais de vacinação, distribuição de imunizantes e políticas de saúde pública.
Na base da estrutura aparecem algumas das maiores farmacêuticas do planeta, incluindo Pfizer, Merck, GSK, Sanofi, Novavax, Johnson & Johnson, Roche e outras empresas envolvidas na corrida mundial pelas vacinas contra a COVID-19.
O ponto mais sensível do diagrama não está nas farmacêuticas.
Está justamente nas áreas destacadas em vermelho.
Ali observamos a intersecção entre financiamento privado, modelagem científica, grupos consultivos de emergência e estruturas governamentais centrais do Reino Unido.
É nesse cruzamento que surgem perguntas legítimas.
Quando uma fundação privada financia instituições acadêmicas que produzem projeções utilizadas por governos, até onde termina a pesquisa e começa a influência política?
Quando organismos internacionais recebem recursos de grandes financiadores privados, como garantir independência absoluta nas recomendações globais?
Quando os mesmos atores aparecem simultaneamente em conselhos científicos, programas de vacinação, instituições multilaterais e projetos farmacêuticos, quem fiscaliza o fiscalizador?
Essas perguntas não são teorias da conspiração.
São questões de governança.
Quanto maior a concentração de recursos, informação e capacidade de influência, maior deve ser a exigência de transparência.
A pandemia revelou algo que muitos ignoravam: decisões capazes de afetar bilhões de pessoas não são tomadas apenas dentro dos parlamentos ou dos ministérios.
Elas passam por uma complexa teia de fundações, consultorias científicas, universidades, organismos internacionais, empresas de tecnologia e conglomerados farmacêuticos.
O debate não deveria ser "acreditar ou não acreditar".
O debate deveria ser outro:
Quem financia?
Quem influencia?
Quem decide?
Quem lucra?
E principalmente:
Quem responde quando essas decisões afetam o mundo inteiro?
Porque em qualquer democracia saudável, influência sem transparência é poder sem controle.
E poder sem controle nunca deveria ser tratado como algo normal.
Imagine a cena.
Uma pessoa está saudável.
Toma uma injeção.
No dia seguinte, morre.
E imediatamente surge um exército de especialistas de televisão, burocratas e verificadores profissionais para garantir que você nem sequer faça a pergunta.
Porque questionar virou heresia.
Investigar virou desinformação.
E exigir respostas virou crime de pensamento.
O Cirurgião-Geral da Flórida, Joseph Ladapo, denuncia exatamente essa realidade paralela: qualquer evento adverso é descartado antes mesmo de ser investigado.
Ouça o Cirurgião-Geral da Flórida, Joseph Ladapo, que delineia uma "realidade alternativa" sobre a vacina contra a Covid que é promovida pelas autoridades para ocultar danos e garantir que todos sejam injetados.
A conclusão vem antes da análise.
O veredito vem antes da perícia.
E a narrativa vem antes da verdade.
O mais impressionante?
Anos depois, ainda faltam investigações sérias, transparência total e responsabilização.
A ciência deveria buscar respostas.
Mas muita gente passou tempo demais tentando impedir perguntas.
A esquerda não quer acabar com a pobreza. Quer acabar com a riqueza. Porque miséria dá muito trabalho pra resolver. Já ódio contra quem venceu rende voto na hora. É mais fácil apontar um culpado do que construir uma solução.
Quando você diz que todo rico é ladrão, você protege o ladrão de verdade. Porque se todos são culpados, ninguém é. O empresário honesto vai pro mesmo saco do corrupto e o corrupto agradece. É o disfarce perfeito. E a esquerda sabe disso muito bem.
Nenhuma grande nação foi construída no ressentimento. Foi no esforço. O pobre americano tem carro, ar condicionado e poder de compra. Não porque o rico americano é menos rico. Mas porque o país produz mais. O que tira o pobre do buraco não é dividir o bolo. É fazer um bolo maior.
A imprensa que fingiu desconhecimento do vício o tempo todo, quer posar de lúcida⁉️
A decisão italiana expôs, de forma direta, o que o sistema brasileiro finge não ver: um juiz não pode ser vítima e julgador ao mesmo tempo.
O caso Zambelli virou um constrangimento internacional porque a Corte de Cassação da Itália anulou a extradição apontando exatamente essa obviedade jurídica. O editorial mostra como o STF acumulou poder, expandiu investigações, enfraqueceu a colegialidade e passou a operar fora dos parâmetros que democracias consolidadas consideram aceitáveis.
Sábado, 13 de junho.
A palavra de hoje é:
*Fé simples e sincera!*
Nem sempre serão necessárias palavras bonitas ou grandes demonstrações. Às vezes, Deus honra a oração silenciosa de um coração sincero que apenas escolheu confiar. Hoje, mantenha sua fé simples, verdadeira e firme. O céu reconhece autenticidade antes de qualquer aparência!
Nos últimos meses, publicamos diversas reportagens em A Investigação sobre as engrenagens da mineração ilegal em Minas Gerais. Elas eram o pano de fundo e o contexto para esta reportagem sobre a tragédia de Brumadinho, que matou 272 pessoas em 25 de janeiro de 2019.
A Vale sempre afirmou que foi um acidente. Os documentos reunidos para esta reportagem mostram outra história.
As investigações da Polícia Federal e das CPIs já haviam demonstrado que os laudos que atestavam a estabilidade da barragem foram fraudados. Mas a fraude só ganha sentido quando se examina o negócio da New Steel.
Em 11 de dezembro de 2018, a Vale anunciou a compra da New Steel por cerca de R$ 2 bilhões. No mesmo dia, obteve autorização para explorar os rejeitos da própria B1 — o material que a barragem continha. A licença só foi possível porque a estrutura estava classificada como estável.
Quarenta e cinco dias depois, a barragem colapsou. A Vale sabia do risco. Mesmo assim, não retirou os funcionários.
A Polícia Federal concluiu que o gatilho do rompimento foi uma perfuração feita pela própria empresa, no mesmo dia, para coletar amostras do material que pretendia vender.
A Investigação teve acesso a um acordo secreto assinado pela Vale em julho de 2017, que revela que o interesse em explorar os rejeitos da B1 existia muito antes do desastre. A CPI de Brumadinho solicitou todos os contratos relacionados aos rejeitos da barragem, mas esse acordo nunca foi entregue.
Entre as empresas que assinaram o acordo estavam justamente as contratadas pela Vale para realizar a limpeza dos rejeitos após o rompimento. Essas mesmas empresas apareceriam anos depois em investigações sobre mineração ilegal na Serra do Curral.
Três anos após a compra, ao incorporar a New Steel, a Vale registrou seu valor em menos de R$ 80 milhões — cerca de 4% do que havia pago.
Há ainda uma contradição formal: em 2018, diante do Cade, a Vale afirmou que o valor da New Steel se justificava pela “rentabilidade futura dos rejeitos”. Em 2022, diante da CVM, declarou que rejeitos “não são ativo de nenhuma natureza”.
Sete anos depois, nenhum dos responsáveis centrais pelo rompimento de Brumadinho está preso. A Vale voltou a registrar lucros bilionários, enquanto as famílias das vítimas ainda aguardam na Justiça as compensações prometidas.
Leia a reportagem completa em A Investigação:
https://t.co/tu2cR9ObDS
@GayerGus Ja passei 3 vezes por isso. Tenho consciência de que é algo que potencialmente vai ocorrer outras tantas... Na ultima cirurgia meu intestino delgado ja tinha parte necrosada. Se cuide muito!!