@atadeia Caro António, na eleição do Presidente da República não existem partidos. Existem muitas pessoas de centro-direita e de direita que votaram em AJS e que apoiam a acção das forças policiais da noite passada.
@atadeia Essa arrogância, semelhante à das "assembleias populares" que acham que falam em nome do povo sem para isso terem sido constituídas, é dispensável. O António fala em seu nome, ponto.
@atadeia "maioria que está contra estes atos". Não me lembro de o ter constituído meu representante, mas o António deve ser uma espécie de oráculo para falar em nome da "maioria"
@ManoPatric61990 Abomino o Chega e a actuação política da deputada, inclusive da utilização da fé para fins políticos. Mas este post é rídiculo: a cruz está na casa dela. Não pode ter? Os católicos não podem ostententar símbolos religiosos, mesmo que em público? Era só o que faltava
@jseabraduque@camalees Não vale a pena gastar mais latim. A Helena não é intelectualmente séria. Neste momento limita-se a debitar propaganda ideológica
@claudiashandi@educabrallis "AJS tem aversão à propriedade privada", "O centro não existe", "Clima de guerra de classes na candidatura de AJS", entre outras pérolas. Outra tontinha da estirpe da Rita Matias. A sério que é esta "sofisticação" intelectual que AV e o Chega têm para apresentar na propaganda?
@FilipeSCosta Não fosse o facto de eu odiar o que Ventura e o Chega representam politicamente e o Filipe quase me convencia a votar em AV. Que obsessão doentia
@dianemontagna Waldstein explicitly frames this as a juridical and historical problem, not a rejection of the Missal of Paul VI itself. Reading the letter as proof of a liturgical “rupture” contradicts Waldstein’s own interpretation—and Ratzinger’s later theology.
@dianemontagna Waldstein explains that Ratzinger’s criticism concerns how the new Missal was introduced—as a “new book” accompanied by a prohibition of what came before.