Eu entendo rival falar mal da nossa torcida off-RJ, entendo mesmo.
Eles invejam o que o nosso clube é capaz de gerar do Oiapoque ao Chuí. Sendo bem honesto, eu também odiaria ver um rival mexer tanto assim com a alma de uma pessoa que está a 3 mil km de mim, enquanto meu clube mal lota o estádio.
Dito isto, eu NUNCA vou entender FLAMENGUISTA que se acha mais flamenguista que essa mulher do vídeo, só porque está a 1 linha de metrô do Maracanã. Nunca vou entender mesmo.
O Flamengo é o maior clube do mundo e não é porque tem a maior torcida do Rio de Janeiro, somos os maiores porque somos um clube nacional, somos um clube que faz alguém que vive num fuso horário diferente do Maracanã chorar copiosamente por vestir essa camisa.
Você ser flamenguista e ofender o maior tesouro que esse clube tem é uma constatação de que você NÃO SABE o que é o Clube de Regatas do Flamengo.
FLÁVIO BOLSONARO ESTÁ ARTICULANDO PARA MANTER A ESCALA 6X1
O golpista, criminoso e traidor da pátria Flávio Bolsonaro está articulando no Senado Federal para que o fim da escala 6x1 não seja aprovado.
Em resposta a isso é URGENTE fazer o máximo de pressão pública para conquistar, já agora, o fim da escala 6x1. A burguesia brasileira quer enrolar para não aprovar antes das eleições porque sabe que depois delas ninguém tem pressa de aprovar nada em benefício do povo trabalhador.
Por isso, debateremos a necessidade imediata do fim dessa escala maldita nas atividades que participaremos em Santa Cruz do Capibaribe, Surubim e Taquaratinga do Norte.
O que você acha de Flávio Bolsonaro articulando para manter a escala 6x1? Deixa aqui nos comentários.
#Jones5050
Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76
A burguesia brasileira prepara mais um ataque contra a aposentadoria do povo trabalhador. Como está no Manifesto da Bancada da Esquerda Radical, nosso compromisso é lutar para revogar a contrarreforma de 2019. E não vamos deixar prosperar um novo ataque. Estando na câmara dos deputados em 2027, faremos todas as mobilizações, articulações políticas e campanha contra mais esse ataque.
#Jones5050
https://t.co/AjaqVihrji
Tem uma coisa que ninguém tá falando, a capacidade cognitiva de Lula na entrevista de ontem. Com 80 anos ele foi mais ágil mentalmente que os jornalistas que queriam lhe encurralar. Lula não é Biden, como eles desejavam. Lula deu aula de números em defesa do seu governo, tudo de memória. Lembrou a eles os limites da Constituição na questão da segurança. Falou dos desafios da educação e do desenvolvimento. O cara tá tinindo.
Enquanto milhões de famílias lutam pelo direito de produzir e viver com dignidade no campo, extensas áreas seguem improdutivas ou voltadas à especulação. A concentração de terras continua sendo um dos principais entraves para o desenvolvimento social e econômico do país.
A agricultura familiar, mesmo ocupando uma parcela muito menor do território, emprega mais de 10 milhões de pessoas e representa mais de 67% da mão de obra rural no Brasil. É ela que sustenta a diversidade alimentar, fortalece as economias locais, gera empregos e preserva saberes tradicionais.
Mesmo assim, enquanto o Plano Safra de 2024/2025 destinou mais de R$500 bilhões para o agronegócio, para a agricultura familiar foram apenas R$76 bilhões. A lógica é simples: quem produz alimento e gera trabalho recebe muito menos investimento público.
A reforma agrária é fundamental para democratizar o acesso à terra e garantir moradia, trabalho e renda. Defendemos o desfinanciamento do agronegócio e o direcionamento de crédito para pequenos produtores, além da transição agroecológica, da soberania e segurança alimentar e do enfrentamento ao modelo predatório de produção.
Defender a reforma agrária é enfrentar a concentração de terras, fortalecer quem produz alimento de verdade e construir um futuro com justiça social, respeito à natureza, trabalho e renda para o povo trabalhador.
#Jones5050
Federação PSOL/REDE - PROPAGANDA ELEITORAL - CNPJ 68.571.443/0001-76
@wirisgiannini Vim de Recife pra ver o jogo. É incrível ver como é inexplicável o Flamengo. Fiz conexão em Campinas e o avião cheio de rubronegros de diversos lugares do país, indo professar a sua fé. Deve ser horrível não ser Flamengo.
@vitorsergio Isso me lembra o lance do Plata no Flamengo x Estudiantes na ida da libertadores. Será se pode ter tido influência? Naquele caso, poderia ser reavaliado? Já que quem fez a falta foi o zagueiro.
O Flamengo é o Flamengo é o Flamengo é o Flamengo
Longe de mim querer influenciar ou mudar a opinião, ou o gosto pessoal de alguém. Não estou aqui pra isso. Mas quero colocar dois tostões de prosa no debate mais candente atualmente entre as hostes mulambas. É um debate sobre identidade. Debate-se a identidade flamenga, claro.
Existe um tipo de torcedor rubro-negro que não está suficientemente satisfeito com as façanhas protagonizadas pelo Fuderoso Destruidor de Mitos, Tabus e Reputações da Gávea. É um tipo de torcedor mais purista, muito preocupado com uma suposta perda de identidade do Flamengo devido ao modelo tático adotado por Filipe Luís.
Esses mulambos ortodoxos demandam do Flamengo não apenas vitórias, eles exigem deleite sensorial e perfeição estética. Essa simbiose semovente entre a Bela e a Fera, uma Seleção Brasileira de 1982 que não interrompa sua caminhada de forma trágica no Sarriá, desejada por eles é difícil até de imaginar. Eles afirmam, com as mãos crispadas e olhar de fiscal, que se o Flamengo não jogar atacando e acossando o Paris Saint- Germain o tempo todo, sempre propositivo e dominante, não seria mais o Flamengo.
Como disse o cosmólogo Carl Sagan, afirmações extraordinárias necessitam de provas extraordinárias. Ora, é muito difícil acreditar que esses ortodoxos não sairão dando cambalhotas e rasgando as próprias roupas se o Flamengo jogar e vencer o Paris como se fosse um Olaria em vermelho e preto, todo fechadinho e esperando uma bola, que foi a forma que o Botafoguinho conseguiu vencer o time francês na Copa do Mundo de Clubes.
Se um dia, no século retrasado, na doideirinha doida do absinto, Claude Monet, um dos pilares do Impressionismo resolveu dar umas pinceladas e pintou uma tela com flores quadradas em um vaso hexagonal, claramente cubista. Mais ou menos 40 anos antes do cubismo ser inventado.
Muitos anos depois, quando essa tela foi descoberta em um galpão oculto pelos edifícios na Rue de Bac, em Paris, ela foi colocada imediatamente em um leilão e alcançou um preço estratosférico. Não importou ao comprador se a tela fugia, refutava ou negava a escola em que Monet se consagrou. O que realmente importava era que a tela era um autêntico Monet.
Se Filipe Luís chegar à conclusão que jogar por uma bola é a melhor maneira do Flamengo voltar a ser Campeão do Mundo, o que importa a forma com que se obterá o triunfo? O Flamengo continuará a ser Flamengo, independentemente da forma com que se apresente. Como disse Gertrude Stein ao discorrer sobre Cubismo e Modernismo, “Uma rosa é uma rosa é uma rosa é uma rosa”.
O Flamengo é o Flamengo pelo que ele tem de essencial, sem necessidade de adjetivos, metáforas, táticas ou estratégias. É algo que a arcoirizada não consegue raciocinar. Encharcada de ódio, não consegue entender que ser Flamengo já é um título, um prêmio, uma graça alcançada. Logo, é altamente suspeito que esses rubro-negros que aderem à ortodoxia estejam falando seriamente ao declarar tal aleivosia.
Ninguém deixa de ser Flamengo, seja jogando por uma ou por mil bolas. Portanto, desçam do queijo e parem de show. Vocês vão ver o Flamengo jogar do jeito que for e se ganhar de novo o Mundial, 44 anos depois de Tóquio, vocês vão comemorar pra caralho e ninguém vai perder sua identidade.
Aliás, na hora de ir pra pista comemorar basta levar o próprio corpo, melhor deixar a identidade e os demais documentos seguros em casa. Parem com esse caô.
Mengão Sempre
Há jogos que não começam no apito inicial. Começam muito antes, quando um povo aprende, na marra, que existir já é um ato político. A final do Mundial, nesta quarta-feira, não é só Flamengo contra Paris Saint-Germain. É uma travessia histórica. É o povo entrando em campo contra a ideia de que o futebol - como a vida - pertence apenas a quem nasceu em berço esplêndido.
O Flamengo não nasceu elite. Nunca foi. O Flamengo nasceu do suor, da improvisação, da rua, da arquibancada apertada, do radinho colado no ouvido, da cerveja quente no copo plástico. Nasceu grande porque nasceu popular. E é justamente aí que ele encontra, curiosamente, a França - aquela outra França, não a dos salões, não a dos castelos, mas a da Revolução.
Em 1789, quando o povo francês cansou de sustentar uma nobreza que vivia de costas para a miséria, o grito não foi apenas político. Foi existencial. Liberdade, igualdade, fraternidade não eram slogans bonitos: eram necessidades básicas. O povo queria existir com dignidade. Queria voz. Queria futuro. O Flamengo, guardadas as proporções da história, carrega essa mesma pulsação. Um clube que sempre foi mais gente do que instituição, mais multidão do que diretoria, mais canto do que silêncio respeitoso. Um clube que representa milhões que, fora do futebol, ainda lutam pelo básico - mas que, dentro dele, aprenderam a se reconhecer como parte de algo maior.
E talvez seja por isso que o Flamengo incomode tanto. Porque ele lembra, o tempo inteiro, que o jogo não pertence só aos bem-nascidos. Que o povo pode chegar. Que o povo pode vencer.
Antes mesmo da Revolução, aliás, a França dos palácios já havia tentado se impor por aqui. No século XVI, quando ainda nem existia Rio de Janeiro como o conhecemos, os franceses tentaram fundar a França Antártica, na Baía de Guanabara. Vieram com projeto, bandeira e pretensão de domínio. Foram expulsos não apenas pela força portuguesa, mas pela aliança com os povos indígenas originários - gente da terra, que conhecia cada curva, cada mata, cada armadilha do território. Foi uma vitória - com algum exagero de minha parte, admito - resultante da articulação popular, de quem conhecia o chão que pisava.
O Rio nasce assim: de resistência, de mistura, de aliança improvável contra quem chega achando que tudo já lhe pertence.
O Flamengo também.
Quando entra em campo contra o PSG, o Flamengo não enfrenta apenas um time rico, moderno, globalizado. Enfrenta uma lógica. A lógica de que dinheiro compra destino. De que camisa é marca. De que história se constrói em balanço financeiro. Do outro lado estará um clube poderoso; deste lado, estará um povo inteiro empurrando, cantando, lembrando que futebol ainda é território de afeto, de memória e de pertencimento.
Zico não nasceu em palácio. Leandro não foi lapidado em castelo. Júnior, Andrade, Adriano, Petkovic, Gabigol representam o talento que brota apesar de tudo. Representam a revolução silenciosa que acontece quando o povo descobre que pode ser protagonista.
Nesta quarta-feira, quando a bola rolar, não será só uma final. Será mais um capítulo dessa história teimosa que insiste em se repetir: o povo contra a ordem estabelecida, a paixão contra o cálculo, a rua contra o salão.
E se a França um dia foi expulsa da Guanabara pela força de quem conhecia a própria terra, que o Flamengo, filho legítimo desse mesmo chão, saiba lembrar ao mundo que certas revoluções nunca terminam. Elas apenas mudam de campo.
Porque enquanto houver um rubro-negro cantando, acreditando e se reconhecendo no outro, liberdade, igualdade e fraternidade não serão apenas palavras bonitas. Serão jogo jogado. Serão vida vivida. Serão Flamengo.
Para quem carrega o espírito rubro-negro no coração e na alma. Para quem tem fé no Mengo. Vamos em busca de mais essa estrela. SEREMOS.
Uma oração à Glória Eterna. Música disponível em todas as plataformas digitais.
#Flamengo