Você já passou raiva neste fim de semana? Não? Então vá ao supermercado e tente encher o carrinho de compras. Depois, volte aqui nos comentários e me conte qual foi o preço ou o produto que mais te irritou.
Aqui Lula revela por que "ama" os pobres: porque eles exigem pouco, e dependem do Estado. Eu levei tempo p entender essa lógica, apesar de muito óbvia: um presidente no 3o mandato q "governa p/os pobres" (e é eleito por eles) está admitindo que jamais irá acabar com a pobreza.
Até meados do século XX, o chapéu não era mero adereço de vaidade, mas insígnia inescapável da ordem civilizada. Cartola, fraque e sobrecasaca formavam o uniforme rígido das posses presidenciais, dos casamentos régios e das audiências diplomáticas; sem eles, o homem público sentia-se nu, como se lhe faltasse a própria gravidade. Winston Churchill brandia o Homburg ou o coco com a mesma autoridade com que empunhava o charuto; Franklin Roosevelt raramente se deixava fotografar ao ar livre sem o fedora inclinado, emblema de uma América que ainda sabia vestir o poder. Ditadores de variado calibre como Stalin com o seu boné militar, Mussolini de quepe, Castro de farda e boina, compreendiam que a cabeça descoberta é cabeça exposta, vulnerável à irreverência das massas.
No século XXI, porém, o espetáculo inverteu-se. O que outrora conferia distância, hierarquia e respeito tornou-se, para os líderes ocidentais, sinal de anacronismo suspeito. O poder, agora, disfarça-se de proximidade; o estadista aspira a parecer “um de nós”, de jeans e camiseta. Eis por que, na imagem que ora se comenta, a figura de Lula surge quase espectral: único de chapéu entre homens de cabeça nua, parece um personagem extraviado de 1890 que, por equívoco do destino ou da maquiagem, foi parar no meio de uma reunião do século XXI. Há nele algo de deslocado, de patético e de fantasmagórico, como se o passado, teimoso, insistisse em assombrar o presente.
Talvez por sentir, no fundo, o desconforto dessa intromissão temporal, o mandatário brasileiro entrega-se a excessos gestuais: bate palmas sozinho, acena para o vazio, ergue os dois polegares em aprovação universal, sem motivo aparente. Gestos que, em vez de autoridade, denunciam ansiedade.
O chapéu, que deveria emprestar-lhe gravitas, confere-lhe, ao contrário, um ar de gangster de segunda categoria, ou, pior, de palhaço que se fantasia de chefe. E quando o palhaço usa cartola, o circo fica à espera: cambalhotas, piruetas, mentiras grotescas contadas com solenidade, imitações de chimpanzé ou de foca treinada. O espetáculo está garantido.
Lula, em suma, não lê o relógio da História. Confunde a aura que o chapéu outrora emprestava, tipo elevação, superioridade, distância necessária ao exercício do mando, com o figurino exigido pelo tempo presente, onde o líder se esforça por parecer “gente como a gente”, e não “aquele ali, com cara de mafioso”. Triste destino para um país que já teve, de modo espontâneo e sem esforço de marketing, um líder simples na indumentária e nos costumes, porém dotado de uma gravidade natural, de uma honestidade que não precisava de disfarces nem de gestos exagerados para se fazer respeitar.
Triste, sim. Profundamente triste.
Decretos de Lula para Big Techs afetam lisura das eleições - André Marsiglia- @Poder360
Tenho sustentado há semanas — e o fiz em meu último artigo para este Poder360 — que está em curso no país um processo silencioso de esvaziamento da Justiça Eleitoral, agora presidida por Nunes Marques e André Mendonça.
O movimento começou a ficar evidente quando investigações envolvendo os pré-candidatos da direita Flávio Bolsonaro e Romeu Zema migraram para tribunais dominados pela influência dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
Agora, veio o passo seguinte. Lula acaba de assinar dois decretos que implementam um novo modelo de fiscalização das redes sociais e, trocando em miúdos, criam uma polícia política para as redes sociais no período eleitoral.
A ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, passa a atuar formalmente no gerenciamento das plataformas, monitorando e fiscalizando se empresas como X, Instagram, Facebook, TikTok e WhatsApp cumprem as diretrizes estabelecidas pelo STF em julgamento de 2025.
O Congresso Nacional passou anos debatendo esse tema no chamado PL das Fake News. E o principal ponto de resistência sempre foi exatamente a criação de um órgão centralizado de controle das plataformas ligado ao Executivo. Agora, aquilo que o Congresso recusou surge na marra, por decreto, contornando o debate e empurrando o Legislativo para fora do tabuleiro.
Até hoje, pelas regras do Marco Civil da Internet, predominou uma lógica jurídica em que se discutiam postagens, conteúdos e perfis específicos. Mas a partir de agora, o governo quer se arvorar o direito de empreender um gerenciamento sistêmico, genérico e abrangente das plataformas, acompanhado da possibilidade de punições administrativas e sujeito à evidente pressão política, afinal, a iniciativa nasce em ano eleitoral e se estrutura em órgão subordinado a Lula, candidato e interessado direto na disputa presidencial.
É o mesmo que permitir uma partida entre Palmeiras e Corinthians mediada por arbitragem vestida com a camisa de um dos times em campo. Quem definirá o que configura “desinformação”, “ato antidemocrático” ou “conteúdo nocivo” será um órgão vinculado ao Ministério da Justiça do governo do candidato à reeleição.
STF e governo Lula parecem caminhar em convergência contra adversários da direita e, ao mesmo tempo, em direção ao esvaziamento de uma Justiça Eleitoral que, talvez, ouse, em 2026, com os ministros Mendonça e Nunes Marques à frente, preservar alguma aparência de imparcialidade.
Retirar o protagonismo da Justiça Eleitoral e transferir esse poder para a articulação entre Executivo e STF não deixa de ser uma espécie de golpe contra a integridade e transparência das eleições deste ano
https://t.co/wuLhByDS4I
Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso.
Iiihhh galera... agora eu entendi TUDO.
Toffoli suspendeu multa de 10 bilhões da JeF,
JeF por sua vez desembolsou 25,9 milhões para comprar a parte do Toffoli no resort Tayaya.
Lula desesperado pra afastar Toffoli pq ele traga a JeF para o escandalo enquanto o governo ta fechando contratos q custam 50% a mais que o valor de mercado, com a própria JeF dos irmãos Batista que, tempos atrás, deletaram o próprio lula!
Que teia sinistra!!!!
Eu e Pamela Costa (@pamcosta21) fomos atrás da origem do esquema do Banco Master. Nesta reportagem, contamos por que a história não começa onde estão tentando fazer você acreditar.
O Banco Master tem raiz no CredCesta, um programa vinculado à folha de servidores da Bahia que foi transformado em máquina de crédito consignado durante os governos petistas de Jaques Wagner e Rui Costa. Esse modelo ajudou a sustentar a estrutura que mais tarde explodiria no caso Master — e a mesma lógica reaparece agora no escândalo do INSS.
Enquanto aliados do governo tentam reescrever a cronologia e empurrar a culpa para outro lado, com o rótulo de #BolsoMaster, os fatos contam outra história. As digitais do PT aparecem na origem do modelo, na base política que permitiu sua expansão e nas conexões que atravessam todo o caso.
Leiam e compartilhem. Essa história está longe de acabar: [https://t.co/Lj0NYReijC]
O dono do Banco Master dava festas em Trancoso.
Caviar. Vinho de R$50 mil a garrafa. Garotas de programa. Políticos. Senadores. Ministros.
Na entrada: detector de metal. Celulares proibidos.
Ninguém podia gravar nada.
Ninguém. Exceto ele.
Vorcaro tinha câmeras escondidas em toda a casa. Gravou tudo. Todo mundo. Tudo.
As festas tinham até apelido: "Cine Trancoso."
Agora esses vídeos estão em 8 celulares apreendidos pela PF. E foram parar numa sala-cofre da CPMI no Congresso.
Parlamentares entraram pra ver.
Saíram em silêncio.
Um ex-ministro de Bolsonaro ligou em pânico pra colegas da CPMI: "amo muito minha mulher e fiz coisas que me arrependo."
Um senador aparece de sunga em poses sensuais com uma modelo loira.
Caciques do Centrão começaram a ligar desesperados pedindo pra comissão "ignorar o conteúdo íntimo."
Sabe o que aconteceu depois?
O ministro André Mendonça mandou TRANCAR a sala-cofre. Ninguém mais pode acessar.
Resumo: o banqueiro filmava todo mundo. Guardava tudo no celular. E agora que tá preso, o celular virou a arma mais perigosa do Brasil.
O vinho era de R$50 mil. Mas quem pagou foi você. Dinheiro de aposentado. Dinheiro de CRA. Dinheiro do INSS.
A festa era deles. A conta é sua.
Você sabia q a Astrazeneca continuou sendo injetada em crianças brasileiras por quase 3 ANOS DEPOIS DE SER SUSPENSA NA EUROPA E ATÉ NO SEU PAÍS DE ORIGEM? Isso aconteceu porque temos a mídia mais corrupta e acadelada do mundo. Com a Lei Felca, esse abuso vai ser constante
A velha imprensa que pariu Moraes e Toffoli
André Marsiglia
@Poder360
O Supremo Tribunal Federal deixou de ser um poder constitucional quando parte dos ministros passou a usar o cargo para fazer política, da pior espécie, tornando a Corte um trampolim para projetos pessoais, empresariais e, em alguns casos, até mesmo ilegais.
A velha mídia, se não pariu os abusos dos ministros, os adotou de bom grado, legitimando todo o processo de corrosão que passou a existir a partir de 2019, com a instauração do inquérito 4781, ou “das fake news”.
Uma imensa parte da imprensa tradicional enxergou ali uma conveniência. Sob a narrativa de que as redes sociais seriam “tóxicas” e ameaçariam a democracia, construiu-se um discurso moralizante que escondia um interesse mais prosaico: a concorrência.
As redes passaram a disputar audiência, influência e protagonismo com a imprensa. Permitiram o surgimento de um jornalismo independente, amador até mesmo. Reduziram o poder dos grandes veículos. Era natural, portanto, que a mídia tradicional visse com simpatia qualquer poder estatal capaz de enfraquecer essa novidade.
Sob o pretexto de combater “desinformação”, passou-se a censurar comunicadores, influenciadores e veículos alternativos. Do ponto de vista político, também era conveniente, pois os alvos do inquérito eram evidentes: a direita e o bolsonarismo. Não é segredo que parcela relevante do jornalismo brasileiro é ideologicamente alinhada à esquerda. Mesmo os donos dos veículos tradicionais, que muitas vezes rejeitam a esquerda, rejeitam igualmente a direita e se dizem neutros, tendendo a enxergar o bolsonarismo como uma ameaça às suas pretensões.
Formou-se, assim, um alinhamento tácito da imprensa com o Supremo. A mídia silenciou diante de ilegalidades, relativizou garantias constitucionais, justificou abusos dos ministros e tratou exceções como regra. Acreditou que estava protegida. Apoiou o arranjo enquanto lhe foi útil.
Se, em 2019, houvesse a mesma disposição crítica que agora surge no caso do Banco Master, certamente a escalada autoritária teria sido contida. Talvez ministros não tivessem aprendido que podem tudo. Mas não houve reação. Houve conivência.
Hoje, a grande imprensa começa a perceber o monstro que pariu ou que ajudou a criar. Descobre, talvez tardiamente, que instituições acostumadas a agir sem freios não selecionam vítimas.
Um sistema treinado para perseguir jornalistas independentes, cedo ou tarde, avança sobre os grandes veículos. A censura revela sua natureza estrutural e a velha mídia pode passar a sofrer o que ignorou por anos. Pressões, investigações informais, constrangimentos, silenciamentos.
Durante anos, poucas vozes, dentre as quais a minha, alertaram para o caráter excepcional e perigoso da conduta dos ministros. Tudo foi ignorado, ridicularizado, tratado como uma visão radical.
Quando eu defendia a Constituição, a imprensa chamava minha posição de “bolsonarismo”. Agora, pagaremos o preço da cegueira. Não foi por falta de aviso
https://t.co/Hqr8i0N7Nj
8 de Janeiro está conectado ao Banco Master.
Não como teoria, mas como operação documentada envolvendo um ministro do STF, um governador afastado, BILHÕES DE REAIS e um encontro secreto num fim de semana.
O que você vai ler agora vai te fazer questionar tudo sobre aquele dia.