Revendo a parte final do jogo 4 e um resumo alargado do jogo 5 da final NBA de 2026 a conclusão que chego e sem tirar o mérito dos Knicks é que faltou liderança aos Spurs, equipe talentosa, que entregou a Wembaniama que ainda não está maduro, faltou Fox, que ficou na expectativa
@golsdobrasil1 Todas essas razões para comparar, servem e de nada valem para comparar o incomparável, no meu entender antes do Messi ainda há Maradona, pela capacidade que tinham de ser os maiores em qualquer circunstância ao contrário de Messi que sempre esteve dependente de uma equipa
Trump em demonstração de confiança no Dom de Ferro e no sistema de segurança; PRIVADO; PARTICULAR; PESSOAL desceu até ao centro do estádio de Nova York para a entrega dos prémios finais do Campeonato do Mundo.
O árbitro do mundial começou mal, ao deixar passar o que deveria ser um cartão amarelo escuro a um jogador argentino, o que deu azo a que um espanhol não se privasse de empurrar Massi, temos 30 minutos de jogo muito duros provocado pela agressividade malsam da Argentina e árbitro
Thomas Tuchel tremeu, temeu a Argentina esqueceu que A MELHOR DEFESA É O ATAQUE, depois de inaugurar o marcador barricou-se, mas faltava muito tempo para jogar, mais de 30 min, com Messi pela frente… AUTO-GOLO TÁTICO como disse Luis Freitas Lobo
A CABEÇA A QUERER, E O CORPO A NÃO CORRESPONDER, o que se pode concluir do jogo correspondente à meia-final de Wimbledon, realizado pelo sérvio, de 39 anos Novac Djokovic; depois de jogar um 1/4 de finais de 5h15; contra o italiano seu cadete de 24 anos Jannik Sinner, TESTEMUNHO
Há sem dúvida diferença nos homens, “TODOS IGUAIS, MAS DIFERENTES”, vendo Messi; 39 anos; jogar no fim do jogo contra o Egípcio, cada vez com mais intensidade, passando o jogo da Argentina por ele, e em face Salah; 34 anos; que também correu mas, alerta, quase a pedir para sair.
@Chiefofbridge Pouco ético responsabilizar jogadores, alguns também não pouparam, benefício da dúvida, mas perdeu oportunidade de sair com mais dignidade.
Vendo Egipto jogar, faz-me pensar no facto de o Brasil não guardar os seus talentos em casa, ao contrário do Egipto de onde são raros os que saem sobre tudo para a Europa, é verdade que grande parte dos melhores brasileiros saem de famílias desfavorecidas e não hesitam, saem logo
Creio que Martinez a dada altura apostou no prolongamento ou mesmo nos penaltis, só assim se compreende porquê que não fez jogar Gonçalo Ramos, poderia fazê-lo jogar com Ronaldo, de La Fuente só no fim tirou Oyarzabal; no seu conservadorismo não sei se agora pensa dever ter feito
Quando não se tem escrúpulos, aproveita-se descaradamente de tudo que uma posição privilegiada nos pode dar, é o caso na maior montra que tem o mundo neste momento em que tudo é descortinado, analisado, desmontado narcisismo maligno que se diz ter, ausência de autocrítica TRUMP
“Fizemos o que nos disseram para fazer”, ou “o que nos foi pedido”, soa a crítica do trabalho do selecionador, Bruno Fernandes repetiu 2 vezes como que a querer frisar e bem, para que se entendesse e não passasse despercebido. Chegou o momento do balanço…
A vitória da Inglaterra diante do México, mostra que para se ir longe numa competição como a fase final do campeonato mundial é preciso saber adaptar-se aos adversários que forem surgindo ao longo da competição, é preciso espírito de sacrifício, no egos, no vedetas, superação
Ao eliminar o Brasil a Noroega faz-me lembrar na Dinamarca que venceu para surpresa de todos; o Europeu de 1992, tendo aí chegado sem qualificar, em substituição da Jugoslâvia na altura.
Ancelloti não conseguiu pôr o Brasil a jogar como uma equipa, e agora subsiste a dúvida ou mesmo a coerência de fazer jogar Neymar num jogo que estava a ser difícil, para o público? Creio que o Brasil tem que pagar melhor e manter os jogadores em casa, características preservadas