📒 Começo a semana (e o ano) com um artigo sobre o novo ciclo político Europeu e a necessidade de conciliar estratégias de descarbonização, ambições nacionais e potencial industrial.
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A energia define hoje muito mais do que preços: define poder, alianças e dependências. Arma, escudo… ou íman? Neste artigo penso um pouco sobre papel da energia na geopolítica segundo estas três dimensões. 👉 https://t.co/TyuWRJ3NKB
Quero ver respondidas 2 questões
1ª Porque é que é CH, BE e PCP levantaram o problema sobre a identificação dos doadores ?
2ª Que voltas deu a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos para dizer que há violação do RGPD !? Isto significa que metade ou mais dos países europeus estão a violar o RGPD ou o nosso é especial ?
Bónus: O que vai o parlamento fazer sobe isto ? É que isto é uma excelente prova do algodão, quem defende opacidade, especialmente em temas desta importância, não merece o nosso voto
@santospereira_a Totalmente de acordo.
E teremos de ter uma melhoria de competências/qualificações com uma alteração de estrutura económica. Como o mostram estes trabalhos do tweet abaixo.
Caso contrário, teremos pessoas qualificadas a trabalhar em setores improdutivos, como o turismo.
@santospereira_a Diria que uma boa parte das empresas dos setores com aumento de quota de exportações (máquinas, químicos, plástico e borracha) estão localizadas em zonas afetadas pela Kristin. Para 2026 teremos ainda esse efeito extraordinário.
O Banco de Portugal acabou de publicar um importante estudo que permite uma melhor caracterização dos trabalhadores estrangeiros em Portugal, baseada nos microdados da Segurança Social entre janeiro de 2010 e setembro de 2025.
Quais são as principais conclusões deste estudo?
i) Em 2025, havia 1,13 milhões de estrangeiros registados na Segurança Social, quer como trabalhadores por conta de outrem quer trabalhadores independentes. Em 2010, eram 152 mil (gráfico 1).
@mpradoexpresso Já tivemos avisos suficientes e voltamos ao círc[ul]o desvirtuado do costume (querendo omoletes sem ovos): retidos em lutas borucráticas e demonstrações micro setoriais de força.
Ou vamos assumir frontalmente a necessidade (com os ganhos e custos que tem) ou ficaremos na mesma.
@fmvasconcelos Percebo o ponto. Mas optaram por implantar algo que é ainda mais insosso.
Eu cá via potencial para ter ali um local porreiro para umas festas alternativas.
Ainda assim, sei que a Câmara fez uma seleção de peças (provavelmente a escultura frontal) a reverter para o município.
A notícia era que o convento de Francos, no Porto, ia ser "parcialmente demolido". Entretanto, o convento foi todo abaixo, para dar espaço ao projeto da imagem.
A tendência mundo fora é a de transformar antigas igrejas em bibliotecas, bares, restaurantes. Por que não o fizeram?
@Luis_mrlopes@iestruturas_pt@mgracacarvalho Sim, podem muito bem ser complementares. Não percebo é o porquê de este tipo de solução não ser mais corrente (principalmente no transporte internacional). Que limitações existem na infraestrutura ou na adesão a este tipo de soluções?
@Joaogalamba Em casos em que a maioria do CAPEX está realizado, a infraestrutura estabelecida e os impactos consolidados, faz sentido extender (dentro do possível) a vida útil.
🚆 Alstom will supply 153 new Adessia Stream trains to Comboios de Portugal. This €1.03 billion contract will strengthen suburban services in Lisbon, Porto and Cascais, and improve regional mobility across the country.
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