"cade o outro dedo que o Lula perdeu? ta no cu do Flávio Bolsonaro extremista fariseu"
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Num belo dia você acorda e vai trabalhar. Chega em casa, liga a TV e lá está Lionel Messi com a camisa da Argentina pela última vez.
O tempo é implacável e impiedoso. Não importa o que você faça, ele não volta atrás.
Felizes como fomos, nós nunca mais seremos.
Nico Paz. Camisa 10 da Argentina estará em boas mãos.
E que simbólico a última assistência do Messi com a camisa da Argentina ser para um provável substituto…
Vimos Lionel Messi encantar por tanto tempo que pensar um futebol sem ele parece até doloroso.
Outros talentos sempre virão. É como funciona o esporte. Mas as memórias ficarão pra sempre. Sorte de quem acompanhou cada etapa e cada momento brilhante de um dos maiores da história.
A despedida de Lionel Messi fala muito sobre amor e explica seus últimos anos de Argentina.
Admirado por seus amigos (mais do que apenas colegas de time), genuinamente amado. Todos sabem que estar ao seu lado, bater bola e guardar a camisa é privilégio, escrever história.
Contra Benin, foi frequentemente procurado. Todos queriam que se despedisse em alta. Lionel Messi não gritou, não insistiu por oportunidades, não montou a noite para si. Jogou ao seu ritmo, para todos, deixou as coisas acontecerem. Porque sempre acontecem. O sucesso o persegue.
Muito romântico e bonito que, depois de tantos anos de pressão, sendo falsamente acusado por causa dos fracassos argentinos pré-2021, feche o ciclo carregado e exaltado por seu povo.
Tudo em seu devido lugar. Sem impor nem se comparar. Quem é, não precisa gritar.