🚨VEXAME DE LULA!
- LULA tenta emplacar a mentira
sobre Nossa Senhora Aparecida
- É desmentido ao vivo, na lata
- O vexame viraliza nas redes
Por isso LULA quer tanto
REGULAR as REDES SOCIAIS!
Dino é menos inteligente do que pensa. Sua decisão truculenta servirá para deixar cada vez mais evidente a fake news do PT.
Se dermos sorte, a campanha recorrerá ao plenário e outra sessão de horrores ajudará a enterrar de vez a candidatura de Lula.
Rio Grande do Sul é Marcel Van Hattem e Sanderson para o Senado.
O Geraldo Alckimin gaúcho, Germano Rigotto, atua para eleger a comunista de iphone Manuela.
Por @arthurschreibr
Não me canso de postar este vídeo.
É para TODO eleitor de Lula.
Palocci, no coração do poder, conta o pacto: sítio, museu, palestras de R$ 200 mil e R$ 300 milhões.
A frase que destrói a narrativa:
“Ele não mandou eu brigar. Mandou eu recolher o dinheiro.”
Xinga à vontade.
Eu não ligo.
Só quero que você assista e pense:
é ISSO que você defende?
O vídeo está aí.
Agora é com você.
Joga quem quer
Fuma quem quer
Cheira tóxico quem quer
Reza quem quer
Trabalha 6 dias quem quer
Ninguém deveria decidir pela vida dos outros.
Democracia o deus que falhou.
GloboNews largou a mão do Lula
Demétrio foi direto: “Lula virou refém das pesquisas. Aumenta Bolsa Família, muda imposto, agora acaba com as bets. Não existe mais governo. Existe um comitê de campanha.”
Até a Globo cansou de fingir que isso ainda é governo.
o ex-presidente do Vila Nova (atual dir. de finanças) Hugo Jorge Bravo, (o cara q denunciou o primeiro caso de jogador manipulando resultado) mandou a real sobre essa medida eleitoreira de proibir Bets. Com tds as letras, acentos e pontuações.
É verdade.
O texto da Consagração foi elaborado por nós e o vice-presidente do CDB aparece nessa foto, do lado esquerdo.
O texto lido pelo Jair Bolsonaro encontra-se exposto em nossa sede, com a sua assinatura.
Contamos toda essa história com fotos e vídeos em: https://t.co/h9LKY4hX2p
Francesca Albanese says that Palestinians have a right to military resistance, yet she wants to strip Ukrainians of their defences and leave them exposed to Russia’s brutalities.
She is a shameless hypocrite with no moral code beyond “West is bad! West is bad!”
Sobre essa proibição das bets, me lembrei de algo que ocorreu na URSS e a que muita gente atribui o colapso do sistema:
Em maio de 1985, dois meses depois de assumir, Gorbachev lançou uma campanha contra o alcoolismo. O objetivo era nobre: a vodca destruía a saúde da população e a produtividade das fábricas. O método era soviético: proibir.
A produção estatal de vodca foi cortada, a maioria das lojas de bebida fechou e a venda ficou restrita a cinco horas por dia. Filas quilométricas, brigas na porta das lojas, e o povo apelidou o líder de "Secretário da Água Mineral".
A demanda não sumiu. Migrou. Os soviéticos passaram a destilar em casa (o famoso samogon), e o açúcar desapareceu das prateleiras do país inteiro. Um terço dos vinhedos da União Soviética foi arrancado. E quem passou a abastecer o mercado foi o crime organizado, que chegou rico e estruturado aos anos 1990.
Mas o pior foi o cofre. O monopólio da vodca era uma das maiores fontes de receita do Estado soviético. O rombo, somado à queda do petróleo, foi coberto com impressão de dinheiro. Numa economia de preços tabelados, isso não gerou aumento de preço: gerou prateleira vazia. O povo tinha rublos no bolso e nada para comprar.
Em três anos o Kremlin recuou. O próprio Gorbachev admitiu depois que a execução foi um erro. A expectativa de vida masculina subiu, sim, mas o Estado que vivia do vício quebrou junto.
Por isso muita gente, incluindo historiadores e economistas sérios, aponta a campanha da vodca como o catalisador do fim do regime. Não foi a causa única. Mas foi ela que puxou o tapete financeiro do Estado no pior momento possível, sem petróleo, sem receita e com a máquina de imprimir rublos ligada, além de ter aumentado a rejeição popular. A URSS já estava doente. A proibição acelerou o enterro.
🚨 AGORA! Nota oficial do Flamengo:
"O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal.
Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para
38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu."
🗞️ @simpraisa
Take note: Francesca Albanese in this interview is not explaining antisemitism; she is completely rewriting its meaning, and in the process distorting the history of the Holocaust. Her remarks reveal astonishing ignorance, and malice.
First, Antisemitism was not coined to describe hatred of “Semitic peoples,” or of Middle Easterners whom Europeans regarded as foreign. When Wilhelm Marr introduced the term in 1879, he meant hostility to Jews, expressed it in the racial language of his time. “Semitic” denotes a family of languages. It does not make antisemitism a general category of prejudice that can be reassigned to other peoples.
Second, the Nazis likewise targeted Jews as Jews. They did not begin, as Albanese suggests, with a broad campaign against “the non-white, the impure, the non-Christian” that later happened to “crystallize” into hatred of Jews. Her account takes a campaign of extermination directed at Jews and makes its victims sound interchangeable.
Third, Albanese's claim about Jews being called “Muslims” as they were taken to the gas chambers is especially grotesque. Primo Levi, who survived Auschwitz, explained that Muselmann was camp slang for “the irreversibly exhausted, worn-out prisoner, close to death.” It described a prisoner’s condition. It did not mean the Nazis regarded Jews as Muslims, or sent them to the gas chambers under that identity.
Indeed, Albanese’s theory cannot explain why Hitler welcomed and collaborated with Hajj Amin al-Husseini, the Mufti of Jerusalem. The two met in Berlin in 1941, and the Nazi regime financed the Mufti’s antisemitic broadcasts to Muslim audiences. The SS enlisted the Mufti to help recruit Bosnian Muslims into its Handschar division. Addressing the division’s imams, he called Nazi Germany their ally and identified “World Jewry” as a common enemy. That is the historical record Albanese’s theory cannot accommodate: Nazi leaders recruited Muslims to their cause while pursuing the extermination of Jews.
Criticism of Israeli policy requires none of these falsehoods. Albanese first stretches antisemitism until it ceases to identify hatred of Jews, then claims that invoking it is a device to “silence debate.” Her argument depends on stripping the word of its meaning before dismissing those who use it.
This is the same Francesca Albanese who wrote in an open letter to her family priest that America was “subjugated by the Jewish lobby.” Only when later confronted, she called her words “infelicitous, analytically inaccurate and unintendedly offensive.” Yet now she offers a definition under which antisemitism is no longer specifically hatred of Jews. How convenient.
These remarks distorting the Holocaust and the meaning of Jew hatred are appalling from anyone. From a United Nations human rights mandate holder, they demand a public answer.
We are calling on all UN member states to denounce Albanese’s distortion of antisemitism and the Holocaust.
In particular, we are calling on the member nations of the Human Rights Council, including France, the Netherlands, Italy, Czechia, Estonia, Switzerland, Spain and the United Kingdom. The Council must not allow someone speaking under its authority to erase the identity of the Jews murdered by the Nazis.
🚨🇧🇷 Simone Tebet disse que a classe política tem que “roubar menos” e é rebatida por Guilherme Derrite:
“A classe política não tem que roubar menos como você falou, a classe política NÃO PODE ROUBAR.”
🔥 JOSIAS SOBRE ZANIN: “FAZ PARTE DA FACÇÃO DO MORAES”
Josias de Souza elevou o tom ao comentar a decisão de Cristiano Zanin de não obrigar Davi Alcolumbre a dar andamento à CPMI do Banco Master.
Segundo o jornalista, Zanin recusou o pedido porque integraria a “facção do Moraes” e não teria interesse em permitir que o grupo fosse investigado.
Quando até comentaristas da grande mídia enxergam blindagem dentro do Supremo, a crise já não pode mais ser tratada como uma simples divergência jurídica.
Afinal, quem tem medo da investigação sobre o Master?