Estima-se que o patrimônio da apresentadora Eliana seja de R$ 140 milhões, Angélica (individual) R$ 150 milhões, Xororó R$ 300 milhões, Leonardo R$ 200 milhões e Anitta R$ 500 milhões.
O patrimônio estimado de Flávio Bolsonaro é de R$ 600 milhões.
Cai na lábia quem quer.
A Seção 9 do Sistema de Sustentabilidade Financeira da CBF trata da propriedade de multiclubes. O próprio título da seção já deixa isso evidente.
Se ainda restasse alguma dúvida, o artigo 85 reforça de forma expressa:
"Esta seção estabelece as regras e vedações aplicáveis à multipropriedade de clubes."
Como é público que Leila Pereira não é proprietária do Palmeiras, e que Palmeiras e Vasco não configuram uma estrutura de multipropriedade, esse ponto, por si só, já seria suficiente para afastar qualquer conflito com o regulamento.
Mas vamos além.
O artigo 86 define os critérios para caracterização de controle e influência e considera também parentes de até segundo grau, citando expressamente, entre parênteses: pais, filhos e irmãos.
Enteado não aparece nessa relação.
Ainda assim, vamos forçar a interpretação e admitir, apenas para fins de argumentação, que enteado pudesse ser equiparado a filho, embora isso não esteja previsto no regulamento.
Mesmo nesse cenário, o próprio artigo 86, em seu § 3º, prevê mecanismos para sanar eventual conflito de interesses. Entre eles está o blind trust.
O que é um blind trust?
Trata-se da transferência temporária da gestão dos ativos para um administrador independente enquanto durar o potencial conflito de interesses. Esse, inclusive, é um mecanismo utilizado pela UEFA em situações de multipropriedade quando clubes ligados ao mesmo grupo disputam a mesma competição.
Portanto, mesmo adotando uma interpretação extremamente ampla — primeiro ao considerar que o caso se enquadraria como multipropriedade e, depois, ao equiparar enteado a filho —, ainda assim não haveria impedimento para a compra da SAF do Vasco por Lamachia. Bastaria a adoção de um blind trust até o fim do mandato de Leila Pereira na presidência do Palmeiras, em dezembro de 2027.
Ou seja, é preciso forçar a interpretação duas vezes para sequer cogitar a existência de um conflito. E, mesmo assim, o próprio regulamento oferece uma solução expressa.
Apesar disso, o presidente do clube rival insiste em tratar o assunto como se houvesse um impedimento intransponível. É uma postura de quem frequentemente extrapola os limites da própria gestão para opinar e tentar ditar regras sobre temas que nem lhe dizem respeito.
Neste caso, porém, a narrativa não se sustenta diante do texto do regulamento. Não há qualquer dispositivo que impeça a venda da SAF do Vasco nessas circunstâncias.
@newscolina Um cara que eu gostei demais de ver com a camisa do Vasco. Esse gol foi antológico. Eu estava no estádio e fiquei extasiado pela virada e por ter vindo justamente dele. Merecia ter saído com um título no currículo. Desejo muita sorte na caminhada dele.
@alexandremf1980@EstagiarioVasco Irmão, parem de endeusar o cara. Chegou pra série B e jogou nada. A torcida coloca um status de craque em alguns jogadores só por serem da base. Mas ele voltou e jogou nada demais, com exceção de um jogo ou outro. O Vasco jamais deveria ter aceitado a volta dele....