According to Gaza’s Ministry of Health 1,000 children out of >1 million died from ALL non-war causes in 2025—disease, malnutrition, accidents—similar to pre-war levels, even as famine was supposedly at its peak. In one stunning report Hamas has debunked the “genocide” narrative.
Vorcaro se reuniu com André Mendonça. Mendonça ouviu o banqueiro e depois mandou ele pra cadeia.
Moraes se reuniu, assinou um contrato com a esposa e depois passou informações sobre as investigações.
Elon Musk fez mais de 4 mil pessoas milionárias com esse IPO. E com as diversas empresas que criou, gerou muito mais valor pra sociedade do que para si próprio.
Se fosse possível vender todo o seu patrimônio sem desvalorizá-lo, obtendo esses aproximados US$1 trilhão, daria pra pagar míseros 2 meses de gastos do governo americano. E depois?
O problema não é e nunca será a geração de riquezas, é a pobreza. E Elon se tornar trilionário não deixa ninguém mais pobre.
Enquanto isso, a única coisa que Erika fez na vida foi gastar dinheiro público para ficar loira e branca, usando marcas de luxo cujos donos ou criadores são bilionários. 🤡
Erika é a síntese da esquerda: não entende a dinâmica da economia, é invejosa, hipócrita e completamente inútil. 🤷🏻♀️
Carta Aberta ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
28 de fevereiro de 2026
Presidente Lula (@LulaOficial),
A recente nota do Ministério das Relações Exteriores (@ItamaratyGovBr) condenando ataques contra o Irã não é apenas um posicionamento diplomático circunstancial. Ela expõe um padrão. Mais precisamente, o seu.
E padrões importam.
Em 1979, em entrevista à revista Playboy, o senhor não foi provocado a comentar Adolf Hitler. O senhor próprio trouxe o nome. Disse que, embora “errado”, ele tinha “aquilo que eu admiro num homem: o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer”. Na mesma resposta, citou o aiatolá Ali Khamenei, Fidel Castro e outros líderes autoritários como exemplos de dedicação.
O senhor fez a ressalva de que não concordava com a ideologia.
Mas, passados 47 anos, essa ressalva perde força diante dos fatos. Quando escolhas diplomáticas reiteradas caminham na mesma direção daqueles exemplos citados no passado, a distinção entre “não concordar com a ideologia” e manter alinhamentos políticos concretos torna-se, na prática, difícil de sustentar.
Alinhamento não é apenas concordância ideológica explícita. É também escolha de referência. Escolha de exemplo. Decisão sobre quem simboliza virtude política.
Quando se apontam líderes autoritários como modelos de “determinação”, a mensagem não é neutra. A determinação, nesses regimes, não é qualidade abstrata: é o mecanismo pelo qual se impõem revoluções, se consolidam ditaduras e se silenciam dissidentes.
E havia — e há — exemplos do outro lado. Democratas que transformaram seus países com firmeza sem destruir instituições. Determinação não é monopólio de regimes totalitários.
Em 1979, o Irã vivia a consolidação de uma revolução teocrática que hoje, 47 anos depois, vemos contestada nas ruas por mulheres, jovens e opositores que arriscam a vida. Ainda assim, naquele momento, o senhor mencionava com admiração a liderança que simbolizava aquele novo regime.
Quase meio século se passou.
Hoje, novamente no exercício da Presidência, o senhor mantém relações próximas com o Irã, envia autoridades de alto escalão a Teerã, sustenta diálogo político frequente e, diante de uma escalada regional que envolve diretamente o financiamento iraniano a organizações como Hamas e Hezbollah, emite uma nota que condena reações sem contextualizar a origem estrutural da agressão.
É impossível não perceber a continuidade.
O discurso pode ter mudado de tom. A lógica permanece.
O Irã reprime brutalmente seu povo, persegue mulheres por desafiarem imposições religiosas, executa opositores e financia grupos que operam deliberadamente contra civis. Ignorar esse contexto ao condenar ações militares não é neutralidade diplomática — é escolha política.
O senhor afirmou, em 1979, que não admirava ideologias, mas a determinação. No entanto, quando a diplomacia brasileira se aproxima reiteradamente de regimes autoritários, relativiza suas práticas e emite notas que omitem o contexto estrutural das agressões que promovem, a antiga ressalva deixa de ser convincente.
A determinação de líderes autoritários não é virtude isolada; é a força que sustenta estruturas de opressão. Reconhecê-la como qualidade admirável, ainda que com ressalvas, transmite uma mensagem inequívoca.
Hoje, 47 anos depois daquela entrevista, ao observar sua política externa e a nota oficial emitida pelo Brasil, a sensação é de que pouco mudou na forma como o senhor enxerga regimes que se colocam contra democracias liberais.
A história oferece oportunidades de revisão. De amadurecimento. De ruptura com referências equivocadas.
O Brasil merece uma política externa que não apenas condene formalmente a violência, mas que reconheça com clareza quem a fomenta sistematicamente.
Neutralidade seletiva é posicionamento.
E posicionamentos revelam convicções, Presidente.
Esse meme de que a “agricultura familiar produz 70% dos alimentos do país” não tem nenhum resguardo nos dados. Entre 65 alimentos, ela produz em média 5,7%.
Zuckerberg está errado em abandonar as agências de checagem dos jornalistas, dizem jornalistas que assistem a um vídeo em que um deputado diz "o pix não será taxado" e publicam com base nisso manchetes como "deputado acusa Lula de querer taxar o pix".
Marcos Lisboa ridiculamente preciso em sua coluna na Folha:
“Fica o contraste. Muitos grupos denunciam com indignação as regras que favorecem os demais. Ao mesmo tempo, defendem com virulência os seus próprios privilégios.
A imprensa se beneficia da desoneração da folha de pagamentos. Mas critica duramente as emendas parlamentares.
Empresários reclamam da carga tributária. Por outro lado, defendem vigorosamente os privilégios que recebem do poder público, como regimes tributários especiais ou acesso a créditos subsidiados.
Associações de profissionais liberais vão na linha de frente na defesa da República, mas se recusam a pagar tributos como os que oneram as demais empresas.
A retórica "esquerda versus direita" por vezes encobre os truques do nosso Estado patrimonialista.”
Se nullum crimen nulla poena sine lege”, ninguém pode ser acusado ou condenado por divulgar fakenews porque a lei brasileira não diz o que é isso.
E o STF não pode usar suas interpretações políticas para impor censuras.
Minha coluna em o Globo, sábado