Testando se sou sobrevivente mesmo. Eu já falava sozinha aqui. Agora então... Alguém me responde aqui se ver essa postagem !!!! Pq foi suspenso e ainda tem gente usando ????????
Me despedindo dessa rede em que sempre me senti só desabafando de mim para mim mesma !
Elon Musk se fudeu
Bolsonaro na cadeia
Vote em negra
Valeu Mici, tu é uma pessoa foda !!
Fogo nos racistas !
Nada sobre nós sem nós! Chega de Racismo Capacitismo e LGbtfobia!
Durante uma maratona, o primeiro colocado errou o caminho já na reta final. O segundo colocado o esperou na linha e deixou que ele passasse. Às vezes ainda vemos alguma esperança na humanidade.
Um relato.
Sou espírita, assim como senador Eduardo Girão diz ser.
Me afastei de sociedades espíritas porque, quando cheguei ao espiritismo, me disseram que não haviam dogmas religiosos. Que todas as obras deveriam ser lidas a luz do período histórico e do entendimento da época.
Mas um dia, após quase 10 anos, me deparei com um espiritismo dogmático, entranhando em um posicionamento que violava as liberdades e escolhas individuais.
Vale lembrar, a luz do espiritismo, que somos nós os responsáveis por nossa evolução moral e intelectual. Logo, se somos responsáveis por ela, somos também responsáveis pelas nossas ações e não cabe a qualquer espírita julgar as escolhas de terceiros.
O espírita, acima de tudo, deve estar aberto a caridade. E caridade nunca foi apenas sobre doar roupas ou alimentos, porque isso é apenas lado assistencial. Caridade é sobre ouvir e acolher. Caridade é sobre aceitar as escolhas de nossos irmãos espirituais e ter empatia por suas decisões.
O espírita que julga, que intervém nas escolhas e que se posiciona de forma dogmática já se perdeu no caminho. Lamento por sua pausa na evolução. Estimo que melhorem na próxima encarnação.
🚨🇧🇷 É ELA! Erika Hilton teve mais um projeto aprovado no Senado que determina que TODAS as cidades do Brasil devem se planejar contra mudanças climáticas e que tomem medidas para diminuir os impactos.
VITÓRIA DAS MULHERES!
O STF proibiu que autoridades questionem a vida sexual de vítimas de estup*o e violência sexual nos processos e julgamentos.
O uso vida sexual das vítimas como argumento para desqualificar a busca por justiça após casos de violência é recorrente no Brasil.
Não pode importar à justiça como essa mulher se relacionava, como se vestia, com quantas pessoas se relacionava, ou até mesmo se ela era uma profissional do sexo.
A função das autoridades é investigar e julgar o caso de violência sexual à sua frente sob a luz da Lei, não a frequência em que a vítima faz sexo com consentimento.
A ação havia sido proposta pela Procuradoria Geral da República e o julgamento foi unânime.