🚨🚨 Os árbitros que podem apitar as semifinais do paulistão são: Edna, Candançan, Daiane Muniz e Rafael Claus.
Quem você gostaria que apitasse o jogo do seu time?
Um misto de medo ansiedade alegria tristeza nervosismo com a espera desse resultado do visto mas torcendo mt mt mt pra dar certo e eu vazar do país 🙏🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽
Isso quase aconteceu comigo, só não aconteceu pq meus pais pagaram uma consulta particular de urgência na madrugada que me levou direto pra cirurgia muito urgente pois se dependesse do público de Pinhão/Guarapuava era só uma dorzinha normal msm dps de 5 consultas ☝🏽☝🏽
Hoje eu li uma história que apertou o peito.
Uma menina de apenas 12 anos sentiu dor. Dor de verdade. Dor insistente. Dor que não passa.
Ela foi levada para atendimento médico mais de uma vez. Vomitava, sofria, o corpo dava sinais claros de que algo não estava bem. Ainda assim, a resposta foi simples demais para um quadro complexo: disseram que eram gases.
Dias depois, o apêndice havia rompido. A infecção se espalhou. E essa criança precisou lutar pela vida em uma UTI.
Não escrevo isso para apontar dedos apressadamente, nem para transformar sofrimento em manchete. Escrevo porque histórias assim não podem ser normalizadas. Porque quando uma criança sente dor persistente, o mínimo que ela merece é atenção, escuta e cautela.
Pais conhecem seus filhos. Dor não é exagero. Insistência não é drama.
Enquanto a família fala em falha no atendimento, a instituição nega irregularidades e afirma ter seguido protocolos. O debate seguirá nos caminhos legais. Mas há algo que já deveria ser consenso: crianças precisam ser levadas a sério.
Que essa história sirva de alerta. Que sirva de aprendizado. E, acima de tudo, que essa menina se recupere plenamente.
Nenhuma família deveria passar por isso.