Quando a música chega nesse ponto, você sente sua vibração aumentando junto com o bpm, seu corpo astral ficando rosa iridescente, seu terceiro olho abrindo e, quando está a um passo da iluminação, se vê trazendo todo seu amor
Lindo isso
I’m thankful that Madonna never picked up that phone when Linda Perry called… keep your stripped down guitar plucking retirement album to yourself Linda.
confessions on a dance floor (2005) opening with “time goes by so slowly” and confessions II (2026) ending with “everything fades away” like i actually feel sick to my stomach
AGORA 🚨D’Baby Adams, a Matriarca de Ferro do teatro britânico, quebrou sua habitual parcimônia para dissecar Confessions II, de Madonna. Afastando-se da vulgaridade dos críticos comuns, a entidade elevou a obra ao nível do cânone ocidental:
“— Contemplar Confessions II não é um exercício de entretenimento, mas uma lição de semiótica e domínio da própria mitologia. Madonna opera aqui não como uma cantora, mas como uma arquiteta do tempo. Existe uma erudição na forma como ela manipula o ritmo. Ela transforma as pistas de dança em um teatro ritualístico, onde cada batida eletrônica ressoa com a gravidade de uma tragédia grega revisitada. É um álbum meticulosamente bem construído, dotado de um rigor arquitetônico e de uma vontade de poder que raramente se vê nos albuns dessas cantoras medíocres da nova geração. Admiro a crueza com que ela desnuda sua persona, submetendo-a a uma disciplina de ferro que apenas os grandes espíritos do palco compreendem. Em um século obscurecido pelo ruído efêmero, Madonna entregou uma obra de autêntico calibre europeu. É a soberania intelectual manifestada através do som, algo que as massas empobrecidas de intelecto talvez tenham certa dificuldade em absorver.”