A Câmara dos Deputados aprovou o requerimento de urgência do PL 3612/2026, projeto inspirado no movimento internacional Stop Killing Games, que busca fortalecer os direitos dos consumidores de jogos eletrônicos e a preservação de games no Brasil.
Na prática, a proposta tenta impedir que jogos comprados pelos consumidores simplesmente deixem de funcionar quando suas desenvolvedoras encerram os servidores, além de discutir formas de preservar esses títulos para as futuras gerações.
É importante destacar que a aprovação da urgência não significa que o projeto virou lei. O regime de urgência apenas acelera sua tramitação, permitindo que ele seja votado diretamente pelo Plenário da Câmara.
O projeto, apresentado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e pelo presidente da ACJOGOS-RJ. Márcio Filho (PCdoB) recebeu apoio de parlamentares de diferentes espectros políticos. O requerimento de urgência foi assinado por líderes como André Figueiredo (PDT-CE), Tarcísio Motta (PSOL-RJ), Jonas Donizette (PSB-SP) e Doutor Luizinho (PP-RJ). Durante a discussão da proposta, Kim Kataguiri e Tarcísio Motta também discursaram a favor.
Outro ponto levantado durante o debate foi o modelo de comercialização dos jogos digitais. Parlamentares defenderam que o consumidor tenha mais opções de compra, já que hoje, em grande parte das plataformas, o jogador adquire apenas uma licença de uso, e não a propriedade do jogo. Com o fim gradual das mídias físicas, cresce a preocupação de que títulos comprados possam ser removidos das bibliotecas digitais ou deixem de funcionar no futuro. Essa discussão também vem sendo abordada pela deputada Erika Hilton, que defende ampliar a proteção aos consumidores de jogos digitais.
Independentemente da sua política, esta é uma pauta que afeta você e milhões de jogadores. O debate gira em torno de uma questão simples: quem compra um jogo deve ter seus direitos protegidos. Se você considera esse tema importante, acompanhar a tramitação do projeto, conversar sobre ele e cobrar posicionamentos dos representantes eleitos são formas legítimas de participar da discussão pública e incentivar que o tema continue sendo debatido no Congresso.
Acho estranho essa implicância que mulheres maduras tem com a Madonna, no fim acho que é inveja porque a Madonna consegue fazer o que elas não conseguem, exalar vitalidade.
Luana Piovani revela motivo pelo qual parou de seguir Madonna:
“Parei de seguir tem uns 4, 5 anos.
Não acho boa a obsessão em ser mais "jovem e bonita" do q qdo tinha 30 anos. Minha terapia em dia logo apitou e disse: FUJA!”