não aguento as notícias do neymar parecendo os feitos de uma criança kkkkk ah neymar foi visto andando no gramado 👏👏👏👏 ah neymar calçou um tênis 👏👏👏 neymar correrá de chuteira essa semana 👏👏👏
A França multiétnica não pode ser debatida sem a figura de Zinedine Zidane.
a simbologia do camisa 10 francês vai além da mística e o talento com as cores dos le Blues.
ZIDANE é fruto de uma família que imigrou da Argélia.
criou seus filhos nos Guetos da França e desenvolveu um dos maiores jogadores da história do futebol.
há uma diferença entre Zinedine Yazid Zidane- o francês filho de imigrantes argelinos
e ZIZOU- o homem amado por milhares de franceses.
YAZID é o mlk que cresceu nos Guetos de Marseille- em La Castellane.
uma simbologia que dialogava com a França multiétnica de comunidades africanas e árabes apagadas do debate público francês.
quando ZIDANE subiu mais alto que toda a defesa do Brasil, na final da Copa do Mundo de 1998, toda a França sucumbiu ao sucesso de ZIZOU
o filho de imigrantes argelinos trouxe- ALI- o primeiro título mundial da França.
ali, ZIZOU não era mais o YAZID.
aquele menino dos Guetos de Marseille. esquecido, apagado e que o país não fazia questão.
Zidane, o ZIZOU- o campeão mundial- se tornou uma das figuras mais populares da história francesa.
uma imagem “aceitável” para a França- desde que vencesse e conquistasse TROFÉUS.
ZIDANE, no século XXI- se tornou a referência de todo menino ou menina vindo dos guetos do país e que sonham em jogar na França.
Zinedine YAZID Zidane e Zizou.
representam a história de uma França multiétnica e multirracial que parte da população francesa ainda tenta apagar até os dias de hoje.
O Japonês Kubo é o primeiro jogador com nome de uma forma geométrica a disputar 3 mundiais.
Superou Redondo e Cuadrado, ambos apenas com duas participações.
Obrigado Deus por estar sempre ao meu lado e realizar meu sonho de estar em uma Copa do Mundo. Vamos juntos, com todo o povo Brasileiro 🙏🏿🇧🇷 @CBF_Futebol
Uma MUSA na Quem! ✨ Priscila Senna é o momento, meu amor, e quem ainda não está sabendo, que saiba agora! A artista olindense tem a voz que o Brasil quer escutar - e não sou eu quem está dizendo, mas sim o público que garantiu 1,5 bilhão de plays em suas músicas nas plataformas. Pela primeira vez em uma capa, Priscila conversou com a Quem sobre a trajetória, que começa em Águas Compridas, passa por shows que pagavam R$ 40 de cachê e chega até o momento atual, em que a gata se torna a primeira artista de brega a fazer show no Rock in Rio, com 15 anos de uma carreira consolidada e fãs sem igual. "Não sou uma cantora nova, já venho de um tempo de carreira e é muito difícil conseguir se manter nas paradas -- com o brega ainda por cima. Fico muito feliz por toda a minha trajetória e tudo o que eu consegui até hoje", afirma. Discreta com a vida pessoal, focadíssima no trabalho e pronta para fazer o brega rodar o mundo, Priscila veio para ficar e arrasar. Link na bio para a entrevista completa.
🇪🇸 Espetáculo de luzes marca a inauguração da Torre de Jesus Cristo, a última e mais alta torre da Sagrada Família.
A construção da basílica começou há 144 anos.
Com a aproximação do evento que qualquer apaixonado por futebol espera por quatro anos, é até normal que passemos a tratar a Copa do Mundo com exaltação quase incondicional, eufórica.
Mas não dá para ser assim diante dos absurdos aos quais estão sendo submetidos, nos Estados Unidos, dirigentes, comissões técnicas e jogadores de algumas seleções.
Recusas de vistos, interrogatórios infinitos e a estapafúrdia ideia de obrigar um time a deixar o país após cada jogo precisam ser tratados como um pacote, como uma das maiores vergonhas da história das Copas.
É curioso ver, por parte de quem defende esses atos, a acusação de que as críticas a eles têm motivações políticas. É justamente o contrário: quem defende que o Irã possa se concentrar, treinar e jogar como qualquer seleção não o faz em defesa do condenável regime iraniano, mas zelando pela isonomia esportiva e para que a Copa seja o que deveria ser, uma celebração da humanidade, seus povos e culturas.
São os vetos e limitações impostos por Donald Trump e seus asseclas que têm apenas motivações políticas. Ou alguém tem dúvida sobre o que o atacante do Iraque e o goleiro do Irã foram fazer nos EUA durante a Copa?
Tudo poderia ser menos vergonhoso não fosse a patética e já caricata subserviência do presidente da FIFA a Donald Trump. Infantino não agiria da mesma forma, acatando de orelhas baixas, arbitrariedades similares de Brasil ou Argentina. Por aqui, é certo, o ambicioso dirigente brigaria para que as óbvias premissas esportivas fossem cumpridas. Por lá, ele tem medo.
Especificamente sobre o Irã: se não contar com as mesmas condições dos rivais para disputar o torneio, o abandono de última hora seria uma forma contundente de protestar, gerando um prejuízo enorme. A impossibilidade de substituição, numa Copa em que terceiros colocados se classificam em oito de doze grupos (!), geraria um caos tão irreparável quanto merecido pela FIFA.
As consequências provavelmente viriam, é verdade. Mas seriam, mais uma vez, um vexame para Gianni Infantino, cujos esforços para estragar a competição mais sensacional do planeta por motivações políticas e financeiras não são poucos. E não são de hoje.