PALITA: *FRASE HOMOFOBICA*
GAY 1: *ISSO FOI HOMOFOBICO*
WEPINKA: ACHEI NORMAL
FLAMENGUISTA: MDS TAO EXAGERANDO
LSD1234: EU ENTENDI
LOIRAHB20: NOSSA IMAGINA SE SOUBESSEM OQ EU FALO
ESCRAVOCETA: CONCORDO
RUIVINHAADVENTISTA: É REGIONAL ESSA EXPRESSAO
PALMITEIRO678: POVO FORÇA MT
🏆🧬 BEST OLD ALBUM: há 15 anos, Wanessa lançava “DNA” com estratégias inovadoras e ótimas produções; um produto de sua época.
Quando Faustão perguntou a Wanessa se esse era um álbum para o “público gay”, como se chamava na época, ela não hesitou em defender os direitos da comunidade LGBTQIA+ ao vivo. Kamikaze, ela passou do teen pop para momentos grandiosos, como o reggaeton inovador de “Amor Amor” e baladas marcantes, mas foi após “Fly” com Ja Rule em 2009 que tudo mudou. A artista achou seu verdadeiro “DNA” na pista no ano seguinte, na recém-avançada internet e entendeu, como ninguém com um nome tão grande na época, que o futuro já havia começado.
Os padrões da The Week que o digam! Brincadeiras à parte, este álbum encapsula o amor pela pista e o escapismo do electropop. Wanessa foi inserida naturalmente nas casas noturnas, reverberando um novo modelo de show. Lançou “Falling For U” como single em 2010, algo tão incomum que fez Hebe questioná-la na TV se viria um CD completo após uma única música de trabalho. Ela respondeu que testava novas formas de comunicação. Aliás, pouco se fale sobre como essa era abriu precedentes para o pop atual.
A artista lançou um EP digital via ticket com código para site, onde você fazia downloads, trazendo uma demo recusada por Britney Spears: “Stuck on Repeat”, que repaginada logo pegou os gays, além de sucessos como “Worth It”, divulgados para além da noite. A mulher trabalhou! Então o disco completo foi gravado. Wanessa descobriu a gravidez no processo e não parou: lançou em 2011 com o single “Sticky Dough”. Alguém viu a rapper Bambam por aí? Misturando funk e estrelismo internacional, ideia da própria aos produtores: “Se ninguém entender, paciência. Quero fazer algo que acredito.” E fez!
Concebeu um disco impecável, produto de sua época, mas que ressoa até hoje. Tem highlights como “High”, que te faz transcender no fone, e “Rescue Mission”, com linda melodia. Além de “Get Loud!”, que sempre tocava no Acesso MTV e “Murder”, com outra faceta pop que até mesmo Madonna lançaria um ano depois. Wanessa não inventou a roda, mas aqui pavimentou um caminho muito mais aceito atualmente. Se você nunca ouviu, deveria.
🏆🧬 BEST OLD ALBUM: há 15 anos, Wanessa lançava “DNA” com estratégias inovadoras e ótimas produções; um produto de sua época.
Quando Faustão perguntou a Wanessa se esse era um álbum para o “público gay”, como se chamava na época, ela não hesitou em defender os direitos da comunidade LGBTQIA+ ao vivo. Kamikaze, ela passou do teen pop para momentos grandiosos, como o reggaeton inovador de “Amor Amor” e baladas marcantes, mas foi após “Fly” com Ja Rule em 2009 que tudo mudou. A artista achou seu verdadeiro “DNA” na pista no ano seguinte, na recém-avançada internet e entendeu, como ninguém com um nome tão grande na época, que o futuro já havia começado.
Os padrões da The Week que o digam! Brincadeiras à parte, este álbum encapsula o amor pela pista e o escapismo do electropop. Wanessa foi inserida naturalmente nas casas noturnas, reverberando um novo modelo de show. Lançou “Falling For U” como single em 2010, algo tão incomum que fez Hebe questioná-la na TV se viria um CD completo após uma única música de trabalho. Ela respondeu que testava novas formas de comunicação. Aliás, pouco se fale sobre como essa era abriu precedentes para o pop atual.
A artista lançou um EP digital via ticket com código para site, onde você fazia downloads, trazendo uma demo recusada por Britney Spears: “Stuck on Repeat”, que repaginada logo pegou os gays, além de sucessos como “Worth It”, divulgados para além da noite. A mulher trabalhou! Então o disco completo foi gravado. Wanessa descobriu a gravidez no processo e não parou: lançou em 2011 com o single “Sticky Dough”. Alguém viu a rapper Bambam por aí? Misturando funk e estrelismo internacional, ideia da própria aos produtores: “Se ninguém entender, paciência. Quero fazer algo que acredito.” E fez!
Concebeu um disco impecável, produto de sua época, mas que ressoa até hoje. Tem highlights como “High”, que te faz transcender no fone, e “Rescue Mission”, com linda melodia. Além de “Get Loud!”, que sempre tocava no Acesso MTV e “Murder”, com outra faceta pop que até mesmo Madonna lançaria um ano depois. Wanessa não inventou a roda, mas aqui pavimentou um caminho muito mais aceito atualmente. Se você nunca ouviu, deveria.
USO CONSCIENTE! De 35 minutos do filme “EQUILIBRIVM II", apenas 1 minuto e 15 segundos foram produzidos com ajuda de IA por 12 profissionais da área.
O curta foi gravado em 4 dias com uma equipe de 220 pessoas locais e editado em apenas 7 dias.
vcs só gostam do lux pq desde smp é ensinado ao nosso povo q orquestra e td q vem de fora do país é chique, sofisticado e belo. mas o equilíbrivm é sobre a essência da nossa cultura e tbm pd ser apreciado, pois é uma obra q mostra a essência do nosso país q está tendo visibilidad