sumeru aq covering what happens when scholars lose the ability to think for themselves and becoming essentially brainless bcs of a device and it still being relevant today w chatgpt.. ahead of its time honestly
Propostas da esquerda:
🙅🏽♀️ Criminalização da misoginia;
👩🏽🏭 Fim da escala 6x1;
🚘 Redução do imposto sobre combustíveis;
💵 Fim do Imposto de Renda;
🧑🏽🎓 Pé-de-Meia;
🥘 Gás grátis;
Propostas da direita:
🤮 PDL da Pedofilia;
🤬 PL do Estupro.
✊🏽 VITÓRIA!
O Senado acaba de aprovar a criminalização da misoginia, o ódio às mulheres.
Isso é um avanço civilizatório.
É inaceitável que mulheres sejam atacadas, ameaçadas, desumanizadas e violentadas todos os dias, nas redes e nas ruas, simplesmente por serem mulheres.
Mas teve quem tentou impedir a aprovação.
Era pra criminalização da misoginia ter sido aprovada no Senado cinco meses atrás. Mas o grupo de Flávio Bolsonaro no Senado apresentou um recurso e fez com que a proposta só fosse aprovada hoje.
Assinaram esse recurso os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos Rogério (PL-RO), Magno Malta (PL-ES), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Rogério Marinho (PL-RN), Márcio Bittar (União-AC), Alan Rick (União-AC), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorge Seif (PL-SC) e Wilder Morais (PL-GO).
Sim, os bolsonaristas, que se fingem de preocupados com os direitos das mulheres e me atacaram por ser eleita Presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara, tentaram impedir a criminalização da misoginia.
Os bolsonaristas, incluindo o próprio Flávio Bolsonaro, trabalharam A FAVOR do ódio às mulheres, do movimento red pill, do machismo e de discursos que legitimam o feminicídio, o estupro e a violência contra as mulheres e meninas.
E é importante que todas as mulheres tenham ciência disso.
Agora, o Projeto de Lei vem pra Câmara dos Deputados, onde lutarei para que ele seja aprovado sem nenhuma alteração ou tentativa de enfraquecê-lo.
Pois o tema é URGENTE, e qualquer mudança no texto faria o Projeto ter que ser aprovado no Senado novamente. A vida e a segurança das mulheres não pode esperar!
Por fim, parabenizo a senadora @AnaPaulaLobato_, autora do Projeto, e a senadora @SorayaThronicke, a relatora, pelo brilhante texto e por sua aprovação.
Ontem, uma deputada fez blackface na tribuna da ALESP.
E os jornais reportaram “deputada faz blackface para atacar Erika Hilton”. Sim, ela queria me atacar, mas a manchete não é 100% verdade.
A deputada também fez isso porque ela queria cometer racismo na tribuna da ALESP.
Ela pegou todo o histórico de crueldade, de dor, de luta e a própria identidade da população negra e disse que é o mesmo que uma tinta.
Mas esse argumento dela, que a existência de mulheres trans é uma mentira comparável ao blackface, a uma tinta, e a nossa luta por dignidade e uma vida menos cruel é uma farsa, podia ser feito sem o blackface.
Sim, continua sendo um argumento anticientífico, transfóbico, racista e criminoso. Mas ela QUIS fazer o blackface.
Ela fez o que fez porque ela quis ofender. Porque, perto das eleições, ela quer ser lembrada. Ela quer ter um título. Ela quer ser a deputada que fez blackface.
No momento em que o governo Tarcísio de Freitas, aliado dessa deputada, está simplesmente dilacerando o orçamento de defesa da vida das mulheres, ela precisa fingir que se importa com as mulheres.
E, pra isso, ela atacou as mulheres trans e as pessoas negras. Tentou colocar algumas das pessoas que mais sofrem com a falta de políticas públicas umas contra as outras.
No momento em que o povo está cobrando o fim da escala 6x1, o fim da misoginia nas redes, a redução do ICMS dos combustíveis e tantas outras coisas, resta à direita, que não quer nada disso, fazer um grande circo.
Resta a eles serem criminosos. Falarem pro eleitor “olha, em tudo que melhora a sua vida, eu não vou poder te representar. Mas, se você quer piorar a vida das pessoas negras, das pessoas trans e das mulheres, ecoarei a sua voz!”.
E ela queria o ganho político de ter um confronto comigo. Aqui, não funciona assim. Aqui, ela não terá nome, e seu único título será o de racista e criminosa.
Mas atenção ela ganhou. Nos atentamos à sua documentação e descobrimos: a racistinha fez blackface no registro eleitoral. Ela é uma farsa ambulante que ajudou seu partido a cumprir as cotas de candidaturas negras e tirou o espaço de uma mulher negra, que ela mesma finge querer proteger.
E isso, assim como o blackface, é crime. Um crime que causa perda de mandato e de direitos políticos. E é isso que estamos denunciando à Justiça Eleitoral.
O objetivo dela era nos dividir e ter ganhos políticos. No fim, isso só nos uniu e mostrou que a misoginia, a transfobia e o racismo andam lado a lado. E nós também devemos andar lado a lado contra quem rouba nossos direitos.
Como mulher cis me sinto mais representada por uma mulher trans que combate ativamente a ped0filia no país do que pela deputada cis que usou o próprio bebê de escudo humano
Noticiário é tipo:
Cientistas descobrem forma de ressuscitar pessoas mortas com o orçamento de 2 pastéis e uma coca
Congresso Americano discute a volta da escravidão