Oi, pessoal, meu ano terminou e iniciou da maneira que nunca esperei. Dois gatos precisaram de internação e tudo que envolve, cirurgia, e, infelizmente meu gato Tião nos deixou. 😢
Estou compartilhando aqui para quem puder ajudar, compartilhar, agradeço imensamente. ♥️ Link bio.
Paulinho da Costa, homem negro, de Irajá, 77 anos, é o primeiro brasileiro a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
São décadas marcando a história da música pop mundial. Thriller, do Michael Jackson. Purple Rain, do Prince. Dirty Dancing. True Blue, da Madonna. Esse homem toca mais de 200 instrumentos!
No discurso, ele falou em português pros brasileiros:
“Essa estrela não é só minha, essa estrela é nossa e viva o Brasil!”
Um artista negro nascido no Rio chegando lá. E fazendo questão de dizer que a conquista é coletiva.
Viva os brasileiros. Viva o Paulinho.
Acabei de almoçar com uma senhora, na casa dos 80 anos, sem filho, sem marido, professora aposentada de medicina da USP, que ainda presta serviços para a universidade, só que agora somente na área de extensão. Disse que ainda ama trabalhar na sua área, mas gosta de fazer de casa apenas pela manhã, de tarde faz outras atividades. Já viajou a uns 60 países, tem casa em três estados, me deu dicas de onde comer em Paris, Madri, China, ofereceu a casa no litoral. Sem depressão, sem vazio, apenas algumas questões da própria idade, mas com muita lucidez. A gente precisa pisar fora dessa rede social. As possibilidades de vida são tantas. Aqui fica parecendo que todo mundo tem que seguir o mesmo destino e roteiro, que só existe uma possibilidade para a felicidade. Me senti inspirada com a alegria dela. Mulheres felizes inspiram, não importa se casadas, solteiras, com ou sem filhos, donas de casa ou seguindo sua carreira, mulheres satisfeitas e vivendo suas próprias escolhas de vida e não imposições, inspiram.
Um dos carrosseis da partida que postaremos hoje é em homenagem a um dos maiores integrantes da imensa Nação Rubro-Negra que já passou por esse planeta. Um dos nossos. Que nos conhecia e nos descrevia como poucos, talvez como nenhum outro já foi capaz de nos descrever.