Hoje entendo que o meu lar é sagrado, mas houve um tempo em que abri a porta da minha casa pra muita gente entrar, se quisesse comer, comia, se quisesse beber, bebia, se precisasse dormir, ia dormir, a questão é que às vezes você abre a porta pra o inimigo, eu vivi isso na pele.
Sim, somos substituíveis no que fazemos. Mas somos insubstituíveis na forma como fazemos, no amor que colocamos, na verdade que carregamos e na marca que deixamos na vida das pessoas. No fim das contas não é o talento que fica na memória dos outros. É a nossa essência.
as pessoas estão ficando tão sem graça e sem noção, que eu já não tenho mais paciência nenhuma pra me socializar com ninguém, até mesmo pessoas do meu ciclo