No último escritório em que trabalhei fiquei sabendo pela rádio-peão que 1 cliente que eu atendia pagava uma mensalidade de 300 mil reais por mês pela assessoria jurídica.
Contei rápido e percebi que o meu salário era menos de 2% do que somente 1 cliente que eu atendia pagava pro escritório e nesse momento eu percebi que quem tava me roubando não eram os impostos constitucionais cobrados legalmente sob forte fiscalização de toda a sociedade civil, mas sim o meu patrão que ninguém nem fiscalizava e nem a minha carteira assinava.