A pergunta mais comum dos investidores é:
“Qual ação comprar?”
Mas investidores macro pensam diferente.
A pergunta correta é:
Em qual regime macro estamos?
Cada regime favorece ativos completamente diferentes.
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No Brasil, talvez a eleição mude mais a embalagem do que o sistema. A população briga por símbolos; os acordos vêm antes da urna. Quem investe precisa considerar isso: o status quo costuma ser mais forte que a promessa de mudança.
11/11 📊 Alocação por ramo (Ramo A / Ramo B), em %:
NTN-B longa 25/30
CDI 5/18
Bancos 16/12
Seguradoras 10/11
Convexa (cíclico/small) 26/2
Exportadoras 8/13
IVVB11 8/9
GOLD11 2/5
A = risco-on. B = defesa. Núcleo real nos dois ramos.
1/11 Por que os juros no Brasil seguem altos — e até quando?
Montei como um JOGO (teoria dos jogos): cada agente (governo, BC, Fed, investidores, empresas) tem um objetivo, e as jogadas dos próximos 2 anos já estão quase escritas.
Segue o fio.
10/11 Qual ativo ganha nos DOIS ramos?
A NTN-B longa (Tesouro IPCA+):
• paga ~8,4% real só pra esperar
• no Ramo A, vira ganho de capital
• no Ramo B, trava 8,4% até o vencimento
Carrego + opção grátis sobre a eleição. É o núcleo da carteira.
Nova Carta de Alocação publicada.
Cenário, riscos e alocação por classe de ativos para o momento atual.
Leia aqui:
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Não é recomendação de investimento.
Macro research independente - PhD com uso de IA Regime macro Alocação de portfólio Ranking quantitativo de ações Relatório semanal ↓
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Paper novo do Federal Reserve deveria ser leitura obrigatória pra todo político brasileiro
"The Causal Effect of Debt on Interest Rates". Pela primeira vez, demonstraram com experimento natural o efeito causal da dívida sobre os juros
A maior ilusão da política brasileira é achar que a eleição acontece nas urnas. Grande parte dela já aconteceu dentro dos partidos, alianças e estruturas de poder. Talvez a verdadeira reforma seja menos dependência partidária, mais candidaturas independentes e voto distrital.
@NakedKeynes@lauraabcarvalho A economia pode até estar melhor nos números, mas muita gente ainda olha pro bolso e não sente isso no dia a dia. Hoje, aprovação parece depender menos do PIB e mais daquela sensação simples de “a vida está andando pra frente de verdade”.