n acho q esse seja o ponto pq as mulheres q tomaram o chumbo sao as q tomam na cara e defendem qm bateu e ainda sao homofobicas transfobicas e o crlh todo pq oq importa é ser hetero ent assim q se foda sabe
galera falar que representatividade de hetero é no cidade alerta não é tão cool
sei que vcs tamo no mes do orgulho e etc mas esses comentarios afetam >mulheres<
ensino medio eh muito doido ne..por anos vc e todo mundo tinham exatamente a mesma vida.. dai hoje vc stalkeia o insta deles e tem casado tem puta tem coach tem dj tem crente tem esquizofrenico tem medico tem pseudo influencer tem vegano...e tem quem eh igual desde os 15 anos....
gnt vcs q nao namoram e n recebem uma mensagem de passa aqui p pegar uma coisa q comprei p vc num dia aleatorio e ser um pedaço de bolo de festa gigantesco q cura cada ferida da sua alma eu sinto muito
Sydney Sweeney sobre críticas constantes que Cassie recebe em “Euphoria”:
“Sempre achei interessante como as pessoas criticam a forma como Cassie é tratada na série, mas fazem o mesmo comigo na vida real. Não percebem que sexualizam a personagem na ficção e depois repetem isso fora dela. Às vezes é difícil, mas espero que, daqui a alguns anos, quando toda a loucura e o caça-cliques das redes sociais passarem, alguém olhe para tudo isso e pense: ‘Talvez tenhamos entendido tudo errado.’”
A internet inteira só consegue falar sobre a "fertilidade" de Mariam Nabatanzi.
Mas essa história nunca foi sobre biologia.
Foi sobre um crime silencioso.
Aos 12 anos, ela foi vendida pelo próprio pai para um homem de 57 anos.
Ela se tornou a quinta esposa em um casamento sem amor e cheio de abusos.
"Aos 18 anos, eu já tinha 18 filhos e implorei por ajuda médica."
O médico a proibiu de usar anticoncepcionais, dizendo que a única forma de não morrer era continuar tendo bebês devido à sua condição.
Ninguém percebeu o verdadeiro absurdo.
A própria madrasta que a criou se tornou amante do seu marido e teve filhos com ele.
Em 2015, o homem vendeu a casa da família e fugiu com todo o dinheiro, deixando-a com as crianças.
"Uma de minhas filhas se formou em enfermagem, foi para a Rússia e nunca mais me deu notícias."
Hoje, ela trabalha em 5 empregos diferentes para sustentar os filhos sozinha.
Reduzir a vida de Mariam a um "caso impressionante de fertilidade" é ignorar uma sequência brutal de abandonos, abusos e falhas do sistema.