CABO DELGADO IS BLEEDING — AND THE WORLD CONTINUES TO LOOK AWAY
On 28 July 2025, just two days ago, thousands of families were once again forced to flee their homes in Cabo Delgado, northern Mozambique. Entire communities left everything behind — running for their lives, carrying fear, grief, and uncertainty.
This is not a new crisis.
It is yet another tragic chapter in a brutal and protracted conflict that began in 2017. For eight years, the people of Cabo Delgado have endured waves of displacement, violence, and abandonment. They have suffered in silence, while the world — and often their own government — looked away.
➡️ Children growing up without security.
➡️ Parents unable to provide shelter, food, or education.
➡️ Villages burned, memories erased, lives uprooted.
➡️ Fear replacing hope as the daily reality.
Since 2017, Cabo Delgado has become a battlefield of geopolitics, extractive interests, and violent extremism — but it is ordinary people who have paid the price.
And yet, despite everything, the response has been marked by silence — or worse, neglect.
While terror continues to speak, the State remains muted, absent, or complicit through inaction.
This cannot become our new normal.
We cannot allow Cabo Delgado to remain a forgotten corner of Mozambique — invisible to national decision-makers, and irrelevant to the global community.
This is not only about counterterrorism or military response.
It is about justice, dignity, and the value of human life.
⚠️ Peace cannot be built on indifference.
⚠️ Security cannot be selective.
⚠️ And democracy loses all meaning when it abandons the most vulnerable.
I write not out of politics, but out of principle.
Because to remain silent now is to accept complicity.
Cabo Delgado cannot wait another year.
The people of Cabo Delgado deserve to be seen, heard, and protected.
#CaboDelgado #Mozambique #HumanRights #PeaceNow #SocialJustice #CrisisResponse #NoMoreSilence #Solidarity
Comparar Chapo ou Nyusi a Guebuza é um insulto à memória da governação séria. Nenhum deles chega aos calcanhares de um homem que acreditava no poder da produção, da disciplina e do planeamento. Guebuza pode ter cometido erros, como qualquer líder, mas os seus feitos estão visíveis no solo, nas estradas, nos portos, nas escolas, nos bancos rurais e nos discursos conscientes de muitos moçambicanos que hoje recordam o que é ter um Presidente de verdade.
Ser presidente não é apenas ser eleito. É deixar pegadas. 11 anos que nao temos presidente neste pais e por azar vai continuar assim por mais 4 anos.
PROJECTOS OU INICIATIVAS LEVADAS A CABO DURANTE OS MANDATOS DE ARMANDO EMÍLIO GUEBUZA (2005–2015) COMO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE:
1. Ponte Maputo–Katembe
2. Estrada Circular de Maputo
3. Reabilitação da Estrada Nacional N1
4. Reabilitação da Linha Férrea de Sena
5. Expansão e Modernização do Porto da Beira
6. Corredor de Desenvolvimento de Nacala (PRODECANA)
7. Corredor de Desenvolvimento de Maputo
8. Projecto de Electrificação Rural
9. Expansão do Aeroporto Internacional de Maputo
10. Programa Nacional de Reabilitação de Estradas (PNRE)
11. Programa Nacional de Desenvolvimento Agrário (PROAGRI II)
12. Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA)
13. Iniciativa para o Crescimento Económico e Redução da Pobreza (PARPA II)
14. Estratégia Nacional de Desenvolvimento da Indústria e Comércio
15. Projecto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (SME Development)
16. Agenda 2025 – Visão de Desenvolvimento Nacional
17. Criação das Zonas Económicas Especiais (ZEE) – Nacala, Beluluane
18. Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD) – “Os Sete Milhões”
19. Programa Um Distrito, Um Banco
20. Reforma da Administração Pública (RAP)
21. Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP 2011–2014)
22. Presidência Aberta e Inclusiva – “Guebuza Vai ao Povo”
23. Programa de Alfabetização e Educação de Adultos
24. Construção Acelerada de Escolas Primárias e Secundárias
25. Programa Nacional de Expansão dos Serviços de Saúde Primária
26. Programa de Acção Social Produtiva (via INAS)
27. Plano Estratégico da Juventude 2006–2010
28. Criação do Conselho Nacional da Juventude (CNJ)
29. Programa de Reapetrechamento das Forças Armadas (FADM)
30. Iniciativa de Cooperação Sul-Sul com China, Índia, Brasil e Vietnam
Gilmario Vemba banido em Moz. Isto é uma vergonha para nós, caro Daniel
Chapo. Deixa a cultura fluir! Se ele esteve com o VM7 e depois? Esta extensão do Nyussimo não lhe fica bem. Os três humoristas da lusofonia com show esgotado estão retidos em Mavalane sem motivos de sobra.