Numa boa tem coisa na vida que não dá pra entender, eu tentei ser jogador até os 16 anos, jogava bem e não cheguei nem perto.
É inacreditável que uns inútil q nem pablo maia, cauly, sabino, ferreirinha e mais uma galera tenham conseguido, vai se fuder
@ByBettinha@EuAlePavanelli Vocês não tão nem aí pra quem morreu, gostam é de usar tragédia como palanque.
Se ele compra antes da Anvisa aprovar o discurso de vocês ia ser o contrário.
Hoje foi com tranquilidade o pior dia do ano tudo que tinha pra dar errado deu mas mesmo assim louvado seja Deus por esse dia, é melhor vivo num dia ruim que morto num dia bom 🙏🏼
@Serafim_zx Ela é uma bosta e todo mundo já sabia, agora esse pau mole do everaldo marques que surpreendeu.
Dupla fudida, emissora fudida, país fudido, seleção fudida (exceto o maior artilheiro da história da seleção, Neymar Jr.)
@RenanSantosMBL Você tem voz de boiola e deve ter nem 300 de testo livre seu bosta. Neymar é o maior da geração e você só um traidor esquecível que ninguém lembrará da existência daqui 8 anos
@meudeusvey O menor dos culpados mas mesmo assim esse tipo de pergunta era o mínimo que ele merecia.
Geração fudida de jogadores fudidos que não entendem nem aguentam o peso da camisa.
Neymar foi e por muitos anos certamente será o maior e melhor brasileiro pós Pelé (que ninguém viu), mas além disso, é e continuará sendo um craque geracional, que fez toda uma geração se apaixonar por futebol. O futebol é injusto mas dessa vez não será, somos seus fãs @neymarjr
Twitter pra mim é tipo uma agenda que deixo registrado assuntos importantes
E hoje só tô aqui pra ofender putas e viados que assistem futebol de 4 em 4 anos e de alguma forma tentaram tirar o maior artilheiro da unia seleção penta campeã mundial.
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O Cristiano Ronaldo foi uma espécie de super-herói da minha pré-adolescência.
Enquanto muita gente era fã do Batman, Hulk, Homem-Aranha, eu só queria saber do Cristiano Ronaldo. Ligava a TV por causa dele, vibrava a cada jogo, comemorava cada gol, imitava cada comemoração, cada corte de cabelo, como se também fizesse parte daquela história.
Hoje sou adulto, chefe de família e ainda recordo esses momentos com uma nostalgia boa demais, até por isso sigo torcendo como se ainda fosse aquele menino encantado pelo futebol do pernudo com o cabelo de miojo, brinco na orelha e dente separado.
Percebo que ele não fez parte apenas da minha paixão pelo futebol, mas também de uma fase da minha vida que nunca mais vai voltar.
Talvez seja por isso que essa quase despedida pese tanto. Não é apenas o fim da carreira de um jogador, também será o encerramento de um capítulo da minha própria história.