Na televisão, em eventos grandiosos, quando o jornalismo se encontra com o esporte, a primeira vítima é quase sempre a informação. Com 25 marcas patrocinadoras disputando espaço na programação da Globo durante a Copa do Mundo, segundo o Meio e Mensagem, parece até natural que o tom da cobertura seja tão festivo. Mas, como estamos vendo, há muitos motivos para não ser.
Enquanto o princípio de esportividade que deveria reger o Mundial está sendo ignorado pelos Estados Unidos nestes dias que antecedem o início do evento, o Jornal Nacional dá a entender que é mais importante falar da balbúrdia na Times Square.
Em Nova York, segurando uma bola, a apresentadora Renata Vasconcellos abriu um grande sorriso e leu um texto infantil na segunda-feira: "Quando a gente passeia pela história, percebe quantas emoções fazem uma Copa do Mundo. Copa é esporte, é cultura, é família, memória afetiva. Imagine então na maior Copa do Mundo de todos os tempos. A partir de hoje, o Tio Sam vai ouvir a nossa batucada".
Numa edição de 45 minutos, sendo dois terços dedicados à Copa, o telejornal reservou apenas quatro minutos para falar das restrições à seleção do Irã, do veto à entrada no país de um árbitro somali e da ameaça do governo americano de aumentar o número de agentes de imigração em Nova York.
Na terça-feira, o JN dedicou mais três minutos aos problemas, mas adotou uma postura menos passiva. Questionado por uma repórter da emissora, uma autoridade do governo afirmou que os Estados Unidos não vão deixar que a Copa seja uma oportunidade para que "pessoas ruins" entrem no país.
A organizadora da Copa, que em 2025 deu a Trump o Prêmio Fifa da Paz - O Futebol Une o Mundo, está lavando as mãos para as decisões do governo. Sempre tão rigorosa em relação ao padrão que impõe aos países-sede, parece ter se rendido a um modus operandi mais pesado ainda. (Folha)
@CNNBrasil Coloca a taxa do café e carne brasileira lá na casa dos krlh! Café e carne brasileira nos EUA deveria agora ser produto Premium. Taxa de lá, taxa de cá
@bbcbrasil Oq os bolsonaro quer é irrelevante. A mídia sionista é a única interessada nesse assunto, seja p render cliques, seja p fazer oq sabe fazer de melhor: especulação
@g1 Duvido q se bolsonaro tivesse conseguido dar o golpe hj estaríamos falando sobre figurinhas do álbum da copa. Viva democracia! Só ela permite o capitalismo vender tanta tranqueira
@folha Aí é o azarado mesmo, e não azarão! É o rei Midas ao contrário, tudo q toca vira merda, qm se aproxima vira merda! Ficou 4 anos montado na coisa pública com a faca e o queijo na mão e hoje... 🤣 😂 🤣