NOTA OFICIAL SOBRE DECLARAÇÕES DE MEMBRO DO CONSELHO DELIBERATIVO
O Gaviões da Fiel Torcida tomou conhecimento de declarações atribuídas a membro do Conselho de Orientação (CORI) do Corinthians, publicadas pela ESPN, nas quais a mobilização da torcida em torno da intervenção judicial e da reforma estatutária foi tratada como incoerente.
Chama a atenção o lugar de onde parte a crítica. O CORI existe, em tese, para orientar o clube com zelo pelo patrimônio corinthiano. Enquanto a dívida saltava para perto de R$ 3 bilhões e contratos questionáveis se acumulavam, esse zelo não apareceu. Curiosa é a voz que hoje se sente à vontade para dizer o que a torcida “não sabe”, sendo a mesma que não viu, ou preferiu não ver, o clube sendo dilapidado por dentro.
Não é a torcida que precisa explicar suas reivindicações. É o Conselho Deliberativo que precisa explicar por que a reforma estatutária segue emperrada há meses, por que a assembleia de 19 de setembro continua sob ameaça de suspensão por iniciativa de conselheiros e por que quem deveria fiscalizar aprovou, ano após ano, os balanços que empurraram o clube ao abismo financeiro.
O Gaviões não pauta suas manifestações por conveniência. Cobrar transparência, apoiar a apuração do Ministério Público e pedir intervenção judicial não são posições contraditórias; são instrumentos diferentes para o mesmo objetivo: devolver ao Corinthians a gestão séria que o Conselho, historicamente, não garantiu.
É sintomático que parte do Conselho prefira desqualificar quem protesta pacificamente a responder pelo próprio histórico. Enquanto conselheiros debatem semântica, o rombo financeiro que deveriam fiscalizar segue crescendo. Esse sim, um problema real.
O papel de um conselheiro não é menosprezar quem sustenta o clube nas arquibancadas, nas bilheterias e nas lojas. É prestar contas a essa mesma torcida.
Fica a pergunta, conselheiro: se a torcida não sabe o que quer, o Conselho sabia o que fazia quando aprovou, um a um, os balanços que trouxeram o Corinthians até aqui?
A guerra não é entre nós. A luta é pelo Corinthians.
A Diretoria
Gaviões da Fiel Torcida
Barretos deixou de ser só festa de peão. Virou comício da extrema direita com rodeio no intervalo.
Flávio Bolsonaro no palco, Tarcísio fazendo campanha e o agro sendo tratado como propriedade ideológica da direita.
Engraçado é o discurso de “Estado mínimo” vindo de um setor que depende de Plano Safra, crédito subsidiado, renegociação e perdão de dívidas quando a conta aperta.
É fácil defender o mercado quando o prejuízo fica com o Estado. 😂
Depois de "Garota de Ipanema" vem aí o novo sucesso da MPB "O Estoquista de Itaquera"
"Olha que coisa mais feia
Piada sem graça
Não pode dar mole
Que a mão ele passa
Em todo uniforme
Que é de jogador.
Moço do corpo cansado
Da mente pequena
Se acha malandro
Só causa problema
É diretoria
Mas nunca ajudou...."
Corinthians vive uma crise extracampo sem precedentes e sabemos que tais problemas interferem no dia a dia. A diretoria, em especial o presidente Osmar Stabile, deve muitas explicações a torcida. No entanto, nesse momento, precisamos discutir o que está acontecendo em campo.
Não é difícil questionar algumas das decisões da treinadora Emily Lima, especialmente quando ela opta por manter em campo atletas que não vêm apresentando um bom rendimento ao invés de substituir por aquelas que claramente estão pedindo passagem para o time titular.
As jogadoras que antes eram referências em suas posições parecem não conseguir atuar em seu máximo potencial. Além disso, o time demonstra pouca organização tática e, em muitos momentos, a única alternativa aparenta ser o famoso “chutão” para a grande área.
Se antes havia uma evidente solidez defensiva, hoje não é mais uma realidade. Arthur Elias teve 24 derrotas em 324 partidas, Lucas Piccinato com 10 derrotas em 101 partidas, enquanto o novo trabalho possui 67% de aproveitamento, acumulando sete derrotas em 25 partidas disputadas nos últimos seis meses.
O cenário se torna ainda mais preocupante quando não conseguimos vencer equipes do mesmo nível e tampouco adversários que, em teoria, deveríamos superar com relativa facilidade.
A verdade é que o time piorou consideravelmente desde a chegada da treinadora e sua comissão. Para a fase mata-mata, vamos reencontrar o Cruzeiro, pelo futebol apresentado não temos perspectiva de avançar com tranquilidade.
Nós estamos falando do atual campeão do Brasileirão e da Libertadores. Ainda assim, hoje, o Corinthians que antes era considerada o time a ser batido já não impõe o mesmo respeito e, definitivamente, não coloca mais medo em ninguém.
Se o Corinthians almeja por títulos nessa temporada, eles não serão conquistados mantendo quem comanda a equipe. Por isso, somos fora Emily Lima.
#ForaEmily #FielFazendinha
Memphis Depay voltou a divulgar sua nova música nas redes sociais, mesmo após a nota oficial do clube informando que seriam tomadas providências com relação ao atleta.