Paulista em BH, Amante/Romântico inveterado. Amo ler; estar bem acompanhado; trabalho e estudo! Simples p/ se conviver;complexo para se entender;Conservador
Um ministro do STF chamou de “patética” a alegação de que Bolsonaro está sendo isolado. Para justificar, somaram consultas médicas, sessões de fisioterapia e reuniões com advogados até chegar ao número de 185 visitas. Mas atendimento de saúde e direito de defesa não substituem o convívio familiar.
Das 185 visitas, apenas 31 foram dos filhos. A cada nova decisão, fica ainda mais evidente a perseguição contra Bolsonaro e a tentativa de afastá-lo da própria família.
A verdade não faz curva, e a máscara deles sempre cai!
Na CPMI da roubalheura dos aposentados, confrontei diretamente o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto e a resposta dele foi o silêncio covarde e a tentativa de intimidação. Agora, a investigação da Polícia Federal confirma o que nosso eu já denunciava em outubro do ano passado: Stefanutto, apelidado de "Italiano", é apontado por receber uma "mesada" de R$ 250 mil por mês de propina para viabilizar fraudes no INSS.
Lula e seus aliados tentaram calar a fiscalização, mas a verdade sempre aparece!
Arquivos da CIA, expostos por Trump, evidenciam roubo das eleições da Venezuela de 2004 a 2020, feitos através de fraude nas urnas eletrônicas.
Só numa ditadura há assuntos proibidos. Assim, pergunto: será que no Brasil as urnas eletrônicas são realmente invioláveis?
A-lei-xandre proíbe Bolsonaro de ter VISITAS POLÍTICAS e manifestações politico-eleitorais ate O FIM DAS ELEIÇÕES.
Agora ta explicito o porque Bolsonaro foi preso, para que nao se envolva nas eleições, nao eleja seus candidatos e assim o bolsonarismo perca força.
Isso é uma interferência direta no pleito.
Lula fez de sua cela um comitê de campanha.
Quem compactua com isso, abraçou o autorotarismo.
ISSO NAO É DEMOCRACIA
Não que seja relevante atualmente, mas a constituição diz que mesmo numa situação grave como o estado de defesa, ainda assim, é proibido deixar o preso incomunicável.
Lembrando que uma das hipótese de aplicação do estado de defesa é justamente risco às instituições (democracia).
Tribunais que se transformam em partidos políticos não podem ser levados a sério. O STF está sob suspeição desde que se associou ao governo num consórcio que inventou a democracia à brasileira
.@BolsonaroSP, um filho que foi para os Estados Unidos em uma viagem com a família e não pode mais voltar, inclusive tendo suas contas e as de sua esposa bloqueadas sem embasamento algum, mesmo tendo duas crianças para alimentar. Hoje, mais um absurdo jurídico é inventado, e outro filho é impedido de falar com o próprio pai (@FlavioBolsonaro ).
Quem é complacente com o que vem ocorrendo no Brasil há alguns anos sabe o que está acontecendo e quer se colocar como uma oposição permitida. Pouco se importam com a liberdade, preocupando-se apenas com um projeto infantil e pessoal de poder de um grupelho.
Quem pensa no Brasil sabe o que deve fazer e como fazer. Estamos juntos pelo resgate da democracia no Brasil, independentemente do que acontecer com nossas vidas. Elas já não pertencem apenas a nós. Temos que pensar no que acontecerá com nossos filhos.
Primeiro, os hospitais são aparelhados para realizarem mutilações em adultos, jovens e até crianças; e depois os planos de saúde são obrigados a custear a máscara facial que combine com os corpos mutilados, para o simulacro ficar mais convincente.
Trump afirmou que Maduro manipulava digitalmente os resultados eleitorais de forma indetectável por auditorias posteriores.
Enquanto Trump expõe as fraudes de Maduro, Lula continua sendo o maior cúmplice da ditadura venezuelana: abraça o ditador, legitima suas farsas eleitorais, manda dinheiro e ainda ataca quem pede transparência no Brasil.
Se o sistema venezuelano é tão “democrático” como Lula diz, por que Maduro precisa fraudar digitalmente de forma indetectável? E por que o lulopetismo tem tanto pavor de auditoria real e transparente aqui no Brasil?
Enquanto não disser o que acha do contrato de R$ 129 milhões assinado por sua mulher e pelo banqueiro bandido Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes deveria ser proibido de julgar qualquer coisa por falta de autoridade moral
Esqueça por um minuto quem é o réu. Fique só com o princípio.
Nemo iudex in causa sua.
Ninguém pode ser juiz da própria causa. Isso não é doutrina de direita nem de esquerda: é a regra mais antiga do Direito, anterior a qualquer Constituição.
Agora aplique o princípio ao caso concreto. Um ministro do Supremo decide, sozinho, quais visitas o principal líder da oposição pode receber e o que ele pode comunicar ao país em ano eleitoral. Até cartas (!) entram na proibição.
Esse mesmo ministro opera há ANOS como principal opositor e repressor desse grupo. E isso não é interpretação, é registro público:
Desde 2019, é o relator de um "inquérito" aberto pelo próprio Supremo, sem provocação do Ministério Público, para investigar ataques ao próprio Supremo: vítima, investigador e juiz no mesmo processo. Até hoje, esse instrumento funciona como censura em massa da direita brasileira;
Em maio de 2022, meses antes de presidir a eleição, ele já classificava a direita como ameaça antidemocrática nas redes;
Escreveu tese e livro inteiros sobre o dever de "combater o populismo digital extremista", o nome que ele dá ao campo do réu;
Diplomou Lula e, na mesma noite, foi à festa de comemoração do diplomado, na casa de um advogado, ao som de samba;
O ex-chefe do setor de combate à desinformação do TSE revelou, em mensagens publicadas pela Folha, que o gabinete encomendava relatórios sob demanda para abastecer inquéritos do próprio ministro. "Só entravam no gabinete coisas para criminalizar a direita", disse ele;
Na despedida do TSE, celebrou que o Brasil "saiu vencedor" dessa disputa;
Em agosto de 2025, da própria cadeira de ministro, chamou bolsonaristas de "organização criminosa miliciana", de atuação "covarde e traiçoeira";
E até o delator central do caso relatou ter ouvido, do próprio comandante do Exército, que o ministro nutre "raiva e ódio" pelo ex-presidente.
Não por acaso, ele se tornou o alvo central das críticas desse mesmo campo e de reiterados pedidos de impeachment. A pergunta não é ideológica, é institucional: esse juiz é imparcial nessa causa? Você aceitaria ser julgado assim?
Agora o teste de simetria. Lula, preso em 2018, recebia lideranças na "cela", lançou a candidatura do Haddad por carta lida em ato público e manteve os perfis nas redes, pilotados por assessores. Dirão: "os regimes jurídicos eram diferentes". Exato. E aqui entra outro princípio básico do Direito:
Lex uno ore omnes alloquitur.
A lei fala a todos com uma só boca. Deve valer igualmente para qualquer réu. Por que o sistema jamais desenhou para Lula as restrições que desenhou para Bolsonaro? A diferença de desenho é a prova da diferença de tratamento.
Não é preciso gostar de Bolsonaro para enxergar o problema. Basta aceitar que a regra que vale para um tem que valer para o outro.
Como alguém pode falar em eleições livres diante desse estado de coisas?
Quando um tribunal abandona pilares seculares do Direito, o nome disso não é "proteção da democracia". É estado de exceção.