🚨Não engajem nada que for negativo, mentiroso e tendencioso contra Lula. É dessa forma que vamos garantir a reeleição do presidente.
BATEU O DESESPERO! LULA REELEITO!
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This story is extremely important:
A whistleblower revealed that Brazil's far-right Bolsonaro family dynasty met with Meta to discuss US plans to interfere in Brazil's election, to prevent Lula from winning.
Lula's Facebook and Instagram accounts were censored a few days before the first round of the presidential election.
This had a huge impact on the election, because Facebook, Instagram, and WhatsApp, which are all owned by Meta, are the most popular apps in Brazil, and are hugely influential all across Latin America. (Jair Bolsonaro's son Flávio was declared the winner of the first round of the vote, by a narrow margin.)
Meta later admitted that Lula's accounts had been restricted, but it claimed that this was supposedly due to a "technical error"...
The whistleblower who disclosed this is Nadia Beller, a Bolivian journalist who was almost killed by hitmen hired by Fernando Cerimedo, a far-right Argentine political operative who oversees election interference, bots, and disinformation campaigns.
Cerimedo is closely linked to the US government and has worked for pretty much every right-wing leader in Latin America. He was photographed with Donald Trump Jr. and members of the Bolsonaro family, and he received an award at Trump's Mar-a-Lago resort in Florida a few months before he was arrested for the failed assassination attempt against Beller, his pregnant ex-girlfriend.
Link here: https://t.co/9hqjur2P8x
@Ly0nard0 li todo o texto, Luis guardou rancor por anos e aproveitou o melhor momento pra colocar pra fora kkkk. mas tá certo, quem apanha nunca esquece
Só hoje descobrimos mais 3 envolvimentos do Vorcaro:
- tráfico internacional de mulheres
- amigo pessoal de suruba com CEO da Globo
- sócio de Flávio Bolsonaro em conta registrada em paraíso fiscal
essas meninas sendo chamadas de prostitutas, putas, gps e os piores nomes possiveis quando sao MENINAS REFUGIADAS DE UMA GUERRA SENDO TRAFICADAS PRA SEREM BRINQUEDOS SEXUAIS DE DEPRAVADOS NOJENTOS BESTIAIS
Concordo plenamente: ninguém pode ser assassinado, e isso não pode ser permitido. No Brasil a lei não permite, mas na prática há impunidade: segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais, a maioria dos assassinatos de pessoas trans nem tem autor identificado. E essas mortes não são aleatórias. Em 2025, o Brasil foi, pelo décimo oitavo ano consecutivo, o país que mais mata pessoas trans. Foram 80 assassinatos, e 70% das vítimas identificadas eram negras. Pessoas negras são 77% das vítimas de homicídio, segundo o Atlas da Violência. Ou seja, o problema não é só o assassinato em geral: essas pessoas são alvo por quem são. Por isso a pauta LGBT não compete com o combate à violência, ela faz parte dele.
A base disso é a desigualdade de riqueza, que é o problema central: nos países capitalistas, pertencer a uma minoria soma exploração e desproteção. Nesses países, a visibilidade é uma forma de sobreviver e de organizar a luta de classes, sempre ligada, no fundamental, à questão do proletariado.
Entendo que isso pareça distante para você, porque a China tem outra realidade social. Pela Constituição chinesa, o Estado é dirigido pela classe operária e baseado na aliança entre operários e camponeses. A terra urbana é do Estado, a rural é coletiva e os recursos naturais pertencem ao Estado. Segundo o Banco Mundial, a China eliminou a pobreza extrema até 2020. Por isso, na China o proletariado e o campesinato têm muito mais peso do que nos países capitalistas, onde o capital domina o Estado e as minorias ficam mais desprotegidas. Esse contexto explica por que as contradições são menos agudas na China, e por que, para quem vive nos países capitalistas, a visibilidade e a luta por proteção são questão de sobrevivência.
Essa ideia vem da tradição revolucionária. Em 1970, Huey Newton, líder do Partido dos Panteras Negras, escreveu que os revolucionários devem se unir aos movimentos de libertação gay e feminista, e que homossexuais podem estar entre as pessoas mais oprimidas da sociedade. Angela Davis, comunista e integrante dos Panteras Negras, mostrou em seu livro "Mulheres, Raça e Classe" como raça, gênero e classe se juntam na exploração. Em 1977, um grupo de feministas negras de Boston, a maioria lésbicas, escreveu que as opressões de raça, sexo, orientação e classe se entrelaçam, e que lutam contra todas ao mesmo tempo. No Brasil, Lélia Gonzalez mostrou que racismo e sexismo fazem parte do capitalismo brasileiro, e criticou a esquerda que achava que acabar com o capitalismo bastava. Herbert Daniel, guerrilheiro e gay, criticou o preconceito da própria esquerda. Lutar contra a desigualdade de riqueza e contra a discriminação não é uma competição: é a mesma luta. 🤝