@infomoney Mas pro esquerdista médio, Estatal não é pra dar lucro (a vdd é pra dar prejuízo e vender tudo, na visão dos canalhas). O PT não vai descansar enquanto não acabar com o Brasil. Voltaram pra se vingar.
A matemática não mente: não somos tratados como pobres, o Brasil é MANTIDO EMPOBRECIDO.
O presidente foi para a Alemanha reclamar de como o mundo nos enxerga. Mas a dura realidade é que o nosso poder de compra está no chão e o maior responsável é o próprio governo.
Enquanto a renda média lá fora passa dos R$ 15 mil convertidos, o brasileiro tem que se virar com pouco mais de R$ 3 mil.
O resultado prático disso? Nossa mão de obra é muito mais desvalorizada do que em muitos países. Aqui, o trabalhador precisa ralar por seis meses inteiros para pagar a mesma coisa que o alemão médio compra em semanas.
O que amarra o Brasil na pobreza não é o "tratamento" de fora, mas sim o nosso próprio sistema: impostos que não param de subir nas costas do povo, burocracia que atrapalha quem quer trabalhar e um Estado que gasta mal o seu dinheiro.
Percebem o padrão desses "justiceiros sociais"?
Na tribuna, dizem amar o socialismo e a divisão de riqueza. Mas nas suas vidas, praticam o capitalismo como poucos.
No fundo, os pobres e as minorias servem apenas para uma coisa: alimentar a imagem pública deles. São bandeira de palanque, não causa de verdade.
Mas o pior foi a hipocrisia do PSOL.
Passaram anos atacando a reforma trabalhista e a escala 6x1, dizendo que eram “ataques aos trabalhadores”.
Porém, na hora de contratar seus colaboradores, não tiveram o menor pudor: botaram todo mundo como PJ. Ignorando o que lutavam contra.
E depois de ter sucesso, o que ela fez?
- Alisou o cabelo, pintou de loiro, fez rinoplastia.
- Trocou de nome e adotou um sobrenome americano: Hilton.
- Viaja a paris para assistir o show da Beyoncé e desfila com uma bolsa de R$ 27 mil reais.
Um dos auges foi com Erika Hilton.
Aparece em um vídeo falando: "Vocês são negros. Não adianta colocar cabelo liso na cabeça. Não adianta tentar disfarçar a negritude de vocês."
E em uma reportagem da Veja, ela afirma: "nossa esquerda não acredita no capitalismo, achamos que é um câncer da sociedade".
Quando perguntaram por que, então, ele não doava a própria fortuna, a resposta foi uma aula de hipocrisia: "eu fiquei rico, não fiquei burro."
Ou seja, o acúmulo de riqueza é um problema moral quando é dos outros; quando é o dele, é só não ser estúpido.
Teve também, nosso querido Felipe Neto. Passou anos criticando o "acúmulo exagerado de capital".
Depois postou uma foto no seu jatinho particular.
E começou a receber críticas. Mas o pior veio depois.
Jones não topou!
Recusou entregar o controle e ainda saiu do partido, alegando: "e o meu sustento"?
Descobriu, na hora H, que o meio de produção só é pra ser coletivizado quando é do vizinho. O seu, não. O seu tem que ficar sob "controle individual".
Socialismo pra fábrica dos outros, capitalismo pro canal dele.
Jones Manoel, historiador marxista que sempre defendeu a socialização dos meios de produção e o fim da propriedade privada, se filiou ao PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário).
Aí o PCBR propôs socializar o canal Farol Brasil, que era dele. Nada mais justo, né? Dividir os meios de produção.
Adivinha o que aconteceu?
Hoje vocês viram mais uma hipocrisia da esquerda.
Eduardo Moreira, dono ICL Notícia e um pregador anticapitalista, defendia a taxação de dividendos e dos super-ricos.
Só que hoje veio à tona: o ICL antecipou R$ 25 milhões em dividendos só pra ele, justamente pra escapar da tributação que ele tanto prega.
Mas essa hipocrisia de Eduardo Moreira não é caso isolado. Vem comigo que eu conto. 🧵
@Shurato007@ANDRELUIZ126552@CTU_Legend É pq os cubanos são escravos do regime ditatorial dos Castro, mas o canalha nao terá o hombridade de reconhecer isso. Nenhum esquerdista reconhece.
@ANDRELUIZ126552@CTU_Legend O esquema funcionava assim: saia dos cofres públicos 10 mil por mês. O médico Cubano recebia 2.5 mil. A família dele em Cuba recebia o msm valor. O governo cubano recebia 5 mil (o objetivo do programa é esse, financiar o regime ditatorial). Se ele desertasse, eles morreriam la.