”Se você quer mudar algo, você precisa confrontá-lo. Você jamais conseguirá mudar aquilo que você não confronta nem transformar aquilo que você evita”.
R$215 bi de gastos do governo ou perda de receita somente neste ano!
Como a própria coluna diz, eles não se importam em quebrar esse pais para se reeleger
O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT!
Metrópolis: Aliados de Lula participam de "treinamento do PT" para defesa do presidente nas redes sociais.
Esse é o verdadeiro gabinete do ódio pago com dinheiro público!
Flávio Bolsonaro 22
Nesta segunda- feira, 8 de junho, o Pentágono decidiu incluir gigantes chinesas como BYD, Alibaba e Baidu em sua lista de empresas consideradas participantes da estratégia de fusão civil-militar da China. A medida revela a crescente preocupação americana de que tecnologias civis estejam sendo utilizadas para fortalecer as capacidades militares, de inteligência e de vigilância do regime chinês.
Ela expõe uma realidade que poucos compreendem em toda a sua dimensão: a disputa pelo poder global no século XXI acontece por meio dos servidores, algoritmos e bancos de dados que movem o mundo moderno.
Durante anos, carros elétricos, aplicativos, plataformas digitais e sistemas de inteligência artificial foram apresentados ao público como símbolos de inovação, eficiência e modernidade. Mas as grandes potências passaram a enxergar essas tecnologias sob uma ótica completamente diferente- a da segurança nacional.
A preocupação americana não está apenas nos produtos vendidos por essas empresas, mas na gigantesca quantidade de informações que elas são capazes de coletar, processar e armazenar.
Para os EUA, o problema se torna ainda maior porque a China adota um modelo em que os interesses do Estado, do Partido Comunista e das grandes corporações frequentemente caminham na mesma direção estratégica. Na visão americana, tecnologias desenvolvidas para fins civis podem, direta ou indiretamente, fortalecer capacidades militares, de inteligência e de vigilância.
A inclusão de BYD, Alibaba e Baidu na lista do Pentágono revela que a guerra entre as grandes potências já não acontece apenas nos campos de batalha. Ela está acontecendo nos servidores, nos algoritmos, nos bancos de dados e nos dispositivos que milhões de pessoas carregam diariamente no bolso ou dirigem pelas ruas há muito tempo…
O Itamaraty virou produtora cultural de artistas alinhados ao governo Lula?
R$ 273,8 mil para shows de Fafá de Belém na Europa. Mais R$ 51,2 mil para apresentação de Mônica Salmaso. Tudo com dinheiro público e hospedagem no prédio oficial do Brasil em Roma.
Essa foi a única promesssa cumprida por Lula!
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que pretende apoiar uma eventual campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro "no momento certo", mas destacou que sua prioridade atualmente é cuidar da saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ex-primeira-dama também revelou que não deve disputar uma vaga no Senado nas eleições deste ano e confirmou que a defesa do marido pretende solicitar a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.
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Ainda precisa desenhar o que está acontecendo no Brasil do lula e da organização da “soberba nacional” ou tem gente que continuará achando que o timing de tudo que está acontecendo é só mais uma coincidência cabulosa?
Teóloga, pastora e tradutora, Rosângela da Silva discorre sobre a interseção entre Igreja e Estado, segundo o Evangelho.
“A gente precisa não ter medo que nossos filhos andem pelas ruas da comunidade sem levar uma bala do estado.”
A imprensa insiste em discutir apenas o impacto eleitoral da pesquisa AtlasIntel e o momento em que os áudios foram apresentados. Juridicamente, isso é secundário.
A questão central é que a inclusão dos áudios altera a natureza da pesquisa. Ela deixa de medir a opinião do eleitor e passa a moldá-la. Deixa de ser pesquisa e se aproxima da publicidade.
E uma publicidade travestida de pesquisa, reproduzida gratuitamente por jornais, portais e emissoras de TV de todo o país, além de não ser transparente, praticamente não tem custo para quem dela se beneficia.
O curioso é que, em vez de se sentir enganada, a imprensa prefere defender a pesquisa e abrir espaço para quem chama sua impugnação de censura.
Toffoli: "Nós temos que analisar se é possível uma pesquisa que mostre vídeos ou áudios para, depois, a pessoa responder à pergunta. [...] A gente sabe o que vai acontecer. [...] Vai ter até vídeo citando juízes".
@SamPancher Você não fez NENHUM post sobre a pesquisa de ontem da GERP e hoje as 7 da manhã já fez 2 posts sobre a pesquisa da QUAEST!??
Depois quer falar em parcialidade, você não é jornalista, é um blogueiro de esquerda, você é MARKETEIRO da campanha do Lula!
Deixando de seguir!
Vorcaro poupa Alexandre mas entrega Ciro em delação que deve ser rejeitada.
Vorcaro só entregou Ciro porque as provas eram muitas, nao dava pra tentar negar.
Por hora a pergunta é se Ciro vai cair sozinho...
📌NÃO É CENSURA: POR QUE KASSIO NUNES SUSPENDEU A PESQUISA DA ATLASINTEL
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, suspendeu uma pesquisa da AtlasIntel e imediatamente surgiram acusações de censura.
Mas será que essa é realmente a história?
Neste vídeo, eu mostro o que poucos estão explicando: o questionamento do TSE não recaiu sobre o resultado da pesquisa, mas sobre sua metodologia.
Afinal, até que ponto uma pesquisa mede a opinião do eleitor e até que ponto ela pode influenciá-la?
A decisão reabriu uma discussão que acompanha o Brasil desde as eleições de 2022, passando por temas como liberdade de expressão, propaganda eleitoral, remoção de conteúdos, direitos de resposta, o caso do Radiolão e a confiança pública nas instituições eleitorais.
Também analiso os argumentos apresentados pela campanha de Flávio Bolsonaro, o papel do áudio envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, a fundamentação utilizada por Kassio Nunes Marques e as diferenças entre a condução do TSE em 2022 e em 2026.
O que está em jogo vai muito além da AtlasIntel. A discussão é sobre transparência, neutralidade, metodologia e a confiança que sustenta qualquer democracia.
Assista até o final e tire suas próprias conclusões.