Dieta serve pra negar fast food corriqueiro, doces industrializados, álcool sem motivo e por aí vai, mas NUNCA pra vc deixar de comer a comida da sua avó, deixar de provar um doce que alguém fez só pra te agradar, deixar de brindar uma ocasião especial, comida não é só caloria!
O Brasil só vai voltar a ganhar a Copa quando o técnico for brasileiro e os jogadores forem TODOS de times nacionais, de preferência sem título. Uma seleção de vira-latas caramelos com raça, desespero e raiva. Uma gente que jogue como se não houvesse amanhã, gente que dê banana para a cartolagem. Gente que calce chuteiras e não sapatinho de cristal.
@thiegonovais Passei umas semanas sem ver nada sobre, e vendo agora... é impressionante o carisma dos atores do Harry e Rony... ainda não tinha captado isso...
Every Game of Thrones intro is different based on the locations visited in the episode.
Here are all 73 intros from each episode of Game of Thrones playing at the same time.
"Ain eu sei que o SUS não é perfeito, mas"
Nossa carga tributária é a maior do PLANETA TERRA
O MÍNIMO é que o SUS seja perfeito, o MÍNIMO é que não tenha filas, o MÍNIMO, é que não faltem leitos, medicamentos e nem médicos
Qualquer coisa além disso é ROUBO e defender isso é estar do lado do sistema
É sempre assim:
5 anos - Papai sabe tudo!
7 anos - Papai sabe.
10 anos - Talvez papai não saiba?!
12 anos - Papai não sabe.
14 anos - Papai ficou maluco!
16 anos - Não consigo levar papai a sério.
18 anos - O que papai sabe?!
22 anos - Papai está falando besteira!
24 anos - Eu sei mais que papai!
26 anos - Papai parece saber algumas coisas, afinal.
30 anos - Acho que devo perguntar ao papai sobre isso?!
40 anos - É incrível como papai passou por tudo isso!
45 anos - Papai estava certo o tempo todo.
50 anos - Se papai estivesse aqui, eu teria aprendido muito com ele.
Seu pai é o único homem que se orgulha de ver você se saindo melhor do que ele
Assim que você nasce, te dão um nome, uma religião, uma nacionalidade e uma raça. Você passa o resto da vida definindo e defendendo uma identidade fictícia.
Eu adoraria te conhecer, mas você não existe.
Para quem é da época, vai lembrar: houve um tempo em que a Sexta-feira Santa não era apenas uma data no calendário, era um estado de espírito coletivo. O país praticamente desacelerava, as ruas esvaziavam e um silêncio quase absoluto se instalava.
No rádio, nada de músicas animadas ou comerciais chamativos. As emissoras trocavam o ritmo por peças clássicas, cânticos religiosos e locuções solenes. Em algumas cidades pequenas, o silêncio era literal: rádios simplesmente saíam do ar durante toda a sexta-feira.
Na televisão, a mudança era ainda mais evidente. A programação deixava de lado o entretenimento e mergulhava em narrativas bíblicas. Clássicos como Ben-Hur, Os Dez Mandamentos e filmes sobre a Paixão de Cristo dominavam a tela.
Fora das telas, o comportamento acompanhava esse clima. Evitavam-se barulhos, festas ou qualquer tipo de excesso. Em muitas casas, o recolhimento era levado a sério. Em algumas, até mesmo conversar já era considerado demais.
Até as escolas refletiam esse período. Em instituições mais tradicionais, especialmente religiosas, não era incomum suspender as aulas durante toda a Semana Santa.
Mas talvez o mais curioso estivesse nas pequenas regras invisíveis, transmitidas de geração em geração.
Em áreas rurais e cidades menores, havia quem evitasse mexer na terra, como se o próprio solo participasse do luto. Em certas casas, varrer o chão era impensável: dizia-se que se estava “varrendo os ossos do Senhor”. Até o banho era evitado na chamada sexta-feira maior. Espelhos eram cobertos, como forma de conter a vaidade.
Nem tudo, claro, vinha da religião. Muito do que se fazia, ou deixava de fazer, nascia da tradição popular, passada de geração em geração, onde fé e folclore se entrelaçavam sem fronteiras.