🌈 analista de dados, mas nao falo de trabalho depois das 18h. amo vôlei e já vi todos os programas de Drags existentes. maratonista contra fiscais de pace
@luke_gson@HowToPowerBI Can this be built dynamically in PowerBI? For example, could the sentence change based on the most interesting insight to be shown, rather than simply changing the name (e.g., replacing Metro Grocers with another name and changing the value from 26 days to another number)?
"O problema não era a goiabada, nem o padeiro: era eu! Fui em quem, amando o que amava, queria do meu jeito, sem entender que eu gostava era do jeito que era, porque se do meu jeito fosse, eu rejeitaria, enjoaria e até tentaria fazer voltar a ser como era"
Sobre a proibição de atletas trans (a Tiffany) jogando a Superliga:
Acho que há três pontos a serem considerados. E a CBV errou em dois. Mais grave: foi desumana.
Sempre deixei claro aqui meu posicionamento: em primeiro lugar deve vir a inclusão. Atletas trans devem ser autorizadas a jogar enquanto estudos são realizados.
A Tiffany é um estudo prático. Se há vantagem esportiva, no caso dela, isso não supera a inclusão. Ter a Tiffany no volei feminino brasileiro fez bem a todo mundo. Ao vôlei, à Tiffany, as pautas trans, e também às "mulheres biológicas".
A Superliga é mais forte com ela e isso movimenta dinheiro pra todo mundo. E, com Tiffany, o Osasco ganhou e perdeu, como com qualquer outra.
Dito isso, a CBV errou ao não produzir um estudo que respaldasse a decisão. Teve tempo e todas as ferramentas para isso. Teve Tiffany à mão. Acabou decidindo sem respaldo científico baseado só na...
... regra da FIVB. E aí vem o segundo ponto, acho que o principal pilar que sustenta a versão da CBV: ela aplicou no Brasil uma regra internacional. É sensato que uma regra que vale no mundo todo valha aqui tambem.
Mas mais sensato ainda seria (já que não quis fazer estudo, já que quer aplicar a regra internacional) um tempo de transição.
Estamos falando de gente. De uma pessoa que da noite para o dia, sendo quem sempre foi, perdeu o direito de exercer sua profissão, viu aqueles que sempre a criticaram saírem "vitoriosos", sem estar fazendo mal a absolutamente ninguem. E, claro, falando de um clube relevante nacionalidade (o maior do país) que montou seu elenco para a temporada contando com ela.
Não faria mal a ninguém uma regra (ja que vão cria-la) valendo a partir da temporada seguinte. Tiffany joga mais um ano, para, se despede, e outras trans não podem ser inscritas.
Seria HUMANO.
A CBV foi desumana.
@BHeMeupais História curiosa: o telefone da minha mulher tem um digito de diferença do que essa loja e eles nao tem link na bio do insta que redireciona direto pro whats deles. Ela recebe no mínimo 1x na semana um pedido de camisa e piercing
@bellarmin561041@papodetenisreal Comentar vai além de conhecer o esporte. É também saber o timing correto de quando falar e saber parar de falar. Acompanho volei há algum tempo e nao conheço um fã de vôlei que nao tenha achado o MF chato em algum jogo. Nos últimos da VNL ele tava quase narrando
🚨 ATENÇÃO! Capitão de Cabo Verde, atacante Ryan Mendes é investigado por estupro de brasileira.
A investigação é feita pela Polícia da Nova Zelândia.
O caso ocorreu em março, no hotel onde a seleção de Cabo Verde estava hospedada para amistosos na Oceania, e está sob investigação desde 10 de abril.
O GE teve acesso a fotos de hematomas que foram entregues à Polícia, ao registro da denúncia e ao relatório médico, com exames e atendimento psicológico.
A brasileira estava no local contratada pela Federação Neozelandesa de Futebol como intérprete para Cabo Verde, cujo idioma é o português.
Ela relatou à Polícia que, após o jogo de Cabo Verde contra o Chile, foi convidada para uma reunião em uma sala no hotel e compareceu imaginando que atuaria como intérprete.
No entanto, ela observou que se tratava de uma confraternização e voltou para o seu quarto ao se sentir mal. Relata que pouco depois ouviu batidas na porta do quarto e abriu, pensando se tratar de uma solicitação de apoio do trabalho.
Foi neste momento, segundo a denúncia, que Ryan Mendes entrou no quarto, agrediu-a fisicamente, com esganaduras, socos e mordidas, à medida que ela tentou se defender, e a estuprou.
A brasileira fotografou lesões, como cortes na boca, hematomas no pescoço, na perna e na lateral do corpo, que foram vistas pelo GE. As imagens que a identificavam foram preservadas pela reportagem.
Atendida em uma clínica que auxilia sobreviventes de violência sexual, a brasileira foi submetida a exame forense. O relatório médico identificou múltiplas esquemoses (ou manchas roxas) nas mamas, no pescoço e nos lábios, além de áreas de sensibilidade no couro cabeludo e nas nádegas.
No exame genital, há o registro de "duas lesões circulares, dolorosas à palpação, na base dos pequenos lábios". Após a assistência da clínica, que ainda presta atendimento psicológico a ela, a brasileira fez o registro de ocorrência policial e passou por uma perícia na delegacia. Ela relata que procurou a Federação Cabo-Verdiana de Futebol, mas não obteve apoio.
A brasileira e o marido enviaram notificações extrajudiciais à Federação de Cabo Verde e à FIFA, com o relato, provas e um pedido de punição: a não participação do jogador na Copa do Mundo. No dia 20, preencheram o formulário de Safeguarding da FIFA, usado para denúncias. No entanto, relatam que não receberam resposta.
🗞️ @geglobo | @camilac_alves
📸 Arquivo pessoal | Seleção de Cabo Verde