É muito bacana ver pessoas fora de nossa bolha politizando outras pessoas. Vamos Brasil!
É @FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣ no próximo dia 25 de outubro ou o Brasil acabou nas mãos do PT e do sistema!
Lula é o pai do tigrinho! @FlavioBolsonaro, @rogeriosmarinho e a oposição tentaram barrar os cassinos online, mas Lula e o PT derrubaram essa medida na Câmara e liberaram os jogos de azar, que endividam milhões de brasileiros. Agora, às vésperas das eleições, o governo do PT finge ser vítima do próprio crime. Deixe de mentir, Lula!
Mooska.
O Brasil assistiu nesta terça feira a uma cena que nenhuma faculdade de direito tem coragem de ensinar: o investigado sentou na cadeira, vestiu a toga, tomou o microfone e votou para decidir como a sua própria investigação seria conduzida.
E ninguém na mesa teve coragem de dizer o óbvio: acabou a liturgia.
O tribunal virou sindicato de defesa mútua.
Não estamos falando de hermenêutica nem de divergência processual.
O Código de Processo Penal diz, em português claro no artigo 252, que juiz não vota em processo em que tem interesse direto. Não precisa de sentença, de condenação ou de certidão de trânsito em julgado.
A regra existe para impedir que o lobo cuide da cerca do galinheiro.
Pois Alexandre de Moraes votou. Votou para jogar o seu caso num caldeirão com o de André Mendonça, embolar as provas do Banco Master e criar o tumulto que prepara o futuro arquivamento.
Enquanto isso, a cena nos gabinetes era de pura terra arrasada:
Paulo Gonet, o chefe supremo da acusação que deveria defender a sociedade, foi flagrado nas teias de Daniel Vorcaro.
O que ele faz? Não se afasta. Pede a anulação do relatório da Polícia Federal que o cita.
O fiscal da lei virou apagador de incêndio do próprio rastro.
Edson Fachin, que chamou os processos para si para posar de grande condutor da corte, foi engolido vivo pela tropa de choque de Moraes e Dino.
Sem voz, sem comando e sem autoridade, reduziu a presidência do Supremo a uma plateia assustada.
Cármen Lúcia, que há anos vende a imagem de vestal da moralidade republicana, só teve coragem de votar quando Flávio Dino já havia puxado o freio de emergência da vista.
Votou quatro a quatro no papel, pediu desculpas constrangida para as câmeras e lavou as mãos.
Um teatro de lágrimas para salvar a biografia enquanto o edifício queima.
E Flávio Dino, com a frieza de quem domina a máquina política, meteu a mão no artigo 134 e trancou o processo por noventa dias.
Vista não é estudo: é anestesia.
Três meses é o tempo exato para a eleição passar, a poeira assentar e o acordão ser costurado nas sombras.
Mas nada disso teria funcionado sem o homem que puxou o pino da granada.
A derrota do dia 15 de setembro tem dono: Cássio Nunes Marques.
Nunes Marques inventou a desculpa mais ridícula do ano judiciário: alegou que presidir o TSE criava desconforto para votar no STF.
Mentira deslavada.
A Constituição manda expressamente que o presidente da corte eleitoral seja um ministro do Supremo.
Nunes Marques fugiu pela porta dos fundos por um único motivo: pavor.
Bastou vazarem mensagens citando o filho dele, Kevin Marques, e contratos suspeitos com o banco de Vorcaro, para o ministro capitular de joelhos.
O recado de Moraes e de seus operadores de bastidor foi dado: ou você corre da sala, ou o seu filho vai para o moedor da imprensa.
Cássio correu. Entregou a maioria de bandeja para a ala da blindagem e traiu o próprio juramento constitucional para salvar a própria família.
A chantagem só funciona com quem tem o rabo preso.
E aqui reside o perigo real que a República se recusa a enxergar:
Se Cássio Nunes Marques não teve coluna vertebral para suportar um vazamento de WhatsApp em uma terça feira de julgamento interno, como esse mesmo homem vai garantir a lisura, a soberania e a segurança da eleição presidencial do país daqui a poucas semanas?
Um presidente de tribunal eleitoral chantageável é uma arma apontada para o coração das urnas.
A Constituição não foi rasgada pela oposição.
Ela foi executada em plenário por magistrados que colocaram o medo e o próprio bolso acima do Brasil.
Zumm...
A quem Cármen Lúcia pediu desculpas?
Ontem, no STF, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro. Foi um momento solene, quase comovente. Mas fiquei com uma dúvida inconveniente: desculpas exatamente pelo quê? Seriam para Débora do Batom, que recebeu 14 anos de prisão em julgamento no qual a própria ministra votou pela condenação? Ou para os brasileiros que consideram desproporcionais muitas das prisões e penas decorrentes do 8 de janeiro? Talvez, depois de tantos anos, tenha surgido no Supremo uma descoberta extraordinária: a de que a Constituição também deve proteger aqueles de quem não gostamos.
Ou seriam desculpas aos “200 milhões de tiranos”? Talvez a ministra tenha percebido que o brasileiro comum, esse personagem incômodo que trabalha, paga impostos e ocasionalmente insiste em ter opinião própria, não seja afinal um tirano tão perigoso. Ou, quem sabe, as desculpas fossem destinadas a uma plateia mais refinada: juristas, jornalistas e intelectuais que toleraram medidas excepcionais porque acreditavam que elas seriam usadas apenas contra Jair Bolsonaro. A estes, o pedido poderia ser mais específico: “Perdão. Prometemos que a excepcionalidade terminaria quando o inimigo fosse derrotado. Esquecemos apenas de mencionar que poderes extraordinários raramente percebem quando chegou a hora de ir embora.”
Desde 2019, Cármen Lúcia esteve lá. Assistiu ao nascimento do inquérito das fake news, aberto de ofício e alvo desde então de intensa controvérsia jurídica. Viu suas fronteiras se expandirem. Participou dos julgamentos do 8 de janeiro. Durante todo esse tempo, críticos denunciaram violações ao devido processo legal, desproporcionalidade de penas e concentração excessiva de poderes. O Supremo rejeitou essas críticas. Agora, quando as divergências e acusações alcançam o interior da própria Corte, surge o constrangimento. É uma peculiaridade humana bastante antiga: o abuso costuma parecer muito mais nítido quando deixa de visitar a casa do adversário e toca a campainha da nossa.
Talvez, porém, estejamos procurando profundidade demais onde havia apenas cerimônia. Talvez Cármen Lúcia tenha pedido desculpas simplesmente porque, diante do espetáculo de ontem, alguém precisava parecer constrangido. Uma espécie de “foi mal, pessoal” institucional: suficientemente grave para os jornais da noite, suficientemente vago para não reconhecer erro algum. Afinal, pedir desculpas sem dizer pelo quê é uma invenção admirável: preserva-se a aparência do arrependimento sem o inconveniente de assumir responsabilidade.
Não sei a quem Cármen Lúcia pediu desculpas. Mas seria útil que explicasse. Se acredita que o Supremo cometeu excessos, diga quais. Se entende que direitos fundamentais foram violados, diga quando. Se considera que penas foram desproporcionais, ajude a corrigi-las. E, se acredita que nada disso aconteceu, então explique por que pediu desculpas. Porque o Brasil não precisa de uma fotografia de uma ministra constrangida para o Jornal Nacional. Precisa saber do que, exatamente, ela se arrepende.
Mendonça resolveu enfrentar Moraes com a arma mais difícil de contestar:
As próprias decisões de Moraes.
- Citou seu voto contra “bisbilhotagem” por órgãos de inteligência
- Usou sua posição contra estruturas paralelas de inteligência
- Citou o afastamento de Ibaneis determinado por Moraes
- Citou o afastamento do presidente do Ibama determinado por Moraes.
- E com esses precedentes, fundamentou o afastamento da cúpula da PF.
Moraes foi citado 9 vezes na decisão.
Mendonça não está apenas confrontando Moraes.
Está submetendo Moraes aos critérios que o próprio Moraes ajudou a estabelecer.
Quando advogado de Lula, Cristiano Zanin sustentou com firmeza a nulidade absoluta dos processos da Lava Jato por incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba. Sua tese foi acolhida pelo STF e resultou na anulação das condenações do ex-presidente.
Hoje, já como Ministro e presidente da 1ª Turma, Zanin se depara com situação semelhante: o próprio Ministro Fux reconheceu que o Supremo está julgando pessoas sem prerrogativa de foro, o que viola a Constituição e o princípio do juiz natural.
A dúvida que paira é se Zanin manterá a coerência e aplicará a mesma regra que o levou à vitória na defesa de Lula, ou se mudará de entendimento agora que o réu é Bolsonaro.
Resumo da aula que Fux deu agora no STF:
-Delação de Cid é nula.
-O processo é totalmente ilegal.
-Defesa não teve acesso as provas.
-O julgamento do STF é político e parcial.
Um verdadeiro Ministro dizendo apenas o
que todo brasileiro honesto sempre soube.
Ouvi com atenção os áudios de conversas pessoais divulgadas dos chamados “criminosos” investigados:
- Um homem emocionado, preso, censurado e impossibilitado de se defender, soluçando por causa das sequelas de uma tentativa de assassinato cometida por um antigo militante da esquerda.
- Um pastor comentando sobre Eduardo, ora criticando, ora elogiando, como qualquer tiozão de família faria.
- Conversas a respeito de anistia, para libertar inocentes presos de forma injusta.
Agora, a pergunta que não quer calar:
Onde estão os tais diálogos explosivos?
Alguém falou em golpe? Em diálogos cabulosos com o tráfico? Em desvio de INSS? Em punhal verde e amarelo? Em desvio de dinheiro?
Não. O que existe é mais um vazamento ilegal da PF, criado apenas para manipular narrativas e tentar, mais um dia, destruir reputações.
A organização ainda se aproveita, de forma planejada, do impedimento proposital e ilegal de defesa e comunicação, para explorar mais uma narrativa planejada - já que há pessoas amarradas que hoje não podem mais se comunicar livremente nem se defender na imprensa ou nas redes sociais, pois ordens judiciais de quem investiga e julga o mesmo caso assim “democraticamente” determinou. Tudo muito cristalino. Isso aqui já está muito pior do que a Nicarágua.
O sistema trabalha unido e focado - da fonte até a exploração midiática - para esconder a gestão caótica do seu “filho fabricado”, praticando e fabricando, dia sim e dia também, crimes contra aqueles que realmente fizeram e ainda podem fazer pelo Brasil.
@cafecomferri Ninguém liga. Vocês ainda estão com foco errado. Lula não pode ser derrotado por meio do voto enquanto vigorar o regime atual. Basta olhar para as últimas eleições na Venezuela. Assim como no passado, o erro do momento é acreditar que ainda não chegamos nessa situação.