Não existe Polícia Federal; existe Andrei Rodrigues. Não existe PGR; existe Paulo Gonet. Não existe STF; existe Alexandre de Moraes.
Parem de usar o nome das instituições para se referir a atos e condutas cometidos por aqueles que se escondem atrás delas para violar o direito. Afinal, é justamente o eventual prestígio nominal das instituições que lhes serve de fachada e acobertamento.
Mas instituições não tomam uísque com Vorcaro em Londres. Pessoas o fazem.
Não foi a PGR que autorizou um ministro do STF a violar sigilo de fonte. Foi o camarada Gonet, que o fez em favor dos camaradas Alexandre e Dino, que desejam perseguir críticos e desafetos políticos.
Falem as coisas de maneira clara, pois um problema que não é dito claramente jamais será resolvido.
A Míriam Leitão resolveu jogar a biografia no lixo e virou Passapanista Oficial da Globo News. Quando alguém vai ao supermercado com R$100 e não consegue encher o carrinho, ela explica que isso é só uma sensação. Café a R$50 o kg é sensação. Alcatra a R$80 é sensação. Picanha que sumiu é sensação.
Em Nárnia onde ela mora, a inflação desacelerou e o povo vai sentir alívio nos próximos dois meses. No mundo real a caixa de bombom encolheu de 300g pra 200g e ainda ficou mais cara. A energia subiu 20%. A dívida é recorde. Mas segundo ela é tudo questão de percepção.
O que a ex-economista está tentando fazer é convencer o brasileiro de que a realidade do bolso importa menos que os números do IBGE do Pochmann. É gaslighting com diploma. Eu gostaria de saber que droga ela está tomando pra estar tão aliviada. No meu mundo a vida do brasileiro está bem difícil.
PEC da Responsabilidade. Propus uma regra simples: se o governo não cuidar das contas públicas, quem paga primeiro é a própria política, não o cidadão.
A proposta cria um mecanismo de ajuste fiscal que começa pela própria máquina pública: corta gastos não essenciais e reduz progressivamente os subsídios de Presidente, Vice, ministros, deputados e senadores.
A inspiração veio das medidas adotadas por Milei na Argentina. Sim, copiamos aquilo que é bom. Antes de apertar o povo, a política precisa apertar o próprio cinto.
Vou dar uma consultoria gratuita à Faria Lima — dessas que só costumam ser valorizadas depois que a conta chega.
Um Lula 4 tenderia a ser um governo ainda mais gastador, mais hostil ao mercado e politicamente blindado por um arranjo institucional em que o STF ampliaria sua influência sobre o Congresso. O Supremo, por sua vez, seguiria avançando sobre matérias fora de sua área de competência legal e recorrendo à inquéritos e procedimentos controversos contra quem ousasse questioná-lo.
Na economia, o roteiro seria igualmente preocupante. Com a dívida pública em trajetória explosiva, juros elevados e expectativas em deterioração constante, o Brasil chegaria a 2028 diante de uma crise fiscal de grandes proporções.
E é justamente quando a realidade cobra a conta que aparecem as soluções heterodoxas: intervenção crescente na economia, tentativas de controlar o câmbio, restrições ao fluxo de capitais — medidas que longe de resolverem o problema apenas o agravariam.
Aos amigos da Faria Lima que ainda flertam com essa possibilidade, fica a consultoria de graça: cuidado com aquilo que desejam.
Lula 4 não seria apenas um desastre econômico. Seria um desastre econômico, social, institucional e moral — com consequências profundas, e algumas delas muito difíceis de reverter.
Depois não digam que ninguém avisou.
O Estadão, assim como o resto da militância de redação nacional formam o PRINCIPAL mecanismo de repressão do regime autoritário brasileiro.
São eles que sistematicamente JUSTIFICAM a censura e a perseguição política, e agora operam contra o único mecanismo de correção disponível contra a transformação do Supremo num órgão de repressão política.
Além de tudo, MENTEM!
A direita não faz "guerra contra o Supremo", mas sim busca resgatar o Supremo da captura por agentes totalitários.
O Estadão é apenas mais um agente de propaganda do regime.
Considero inominável impedir um filho de ver o pai, ainda mais no dia dos pais. Quem já perdeu o pai sabe o que isso significa. Bandidos de toda a espécie, em todas as cadeias do país, podem receber visitas de seus filhos e familiares. Até visitas “íntimas” são permitidas.
Para o Descondenado, ser anticomunista é ser "anti-latino-americano".
Não, Descondenado.
Comece acertando a genealogia. Não foi o avô nem o bisavô. Foram os pais de Marco Rubio que deixaram Cuba, em 1956. Tentaram voltar em 1961, mas desistiram diante da repressão do regime comunista. Rubio nasceu em Miami, em 1971. Você errou duas gerações na mesma frase em que se julgou apto a diagnosticar a alma do homem.
Rubio não odeia a América Latina. Rubio odeia o que fizeram com a América Latina.
E quem fez foi você.
Foi você que, em 1990, fundou o Foro de São Paulo ao lado do carniceiro Fidel Castro. O pretexto era articular a esquerda continental depois da queda do Muro. O objetivo real era recuperar na América Latina o que o socialismo tinha acabado de perder no Leste Europeu: DITADURAS SOCIALISTAS.
E funcionou.
Cuba entrou em 2026 com o pior ano econômico em sete décadas e fechou agosto de 2025 com 1.185 presos políticos, o maior número já registrado pela Prisoners Defenders. Sessenta e sete anos de "revolução" para chegar aqui.
A Venezuela, que já foi o país mais rico da América Latina, expulsou mais de um quarto da própria população. Quase oito milhões de pessoas fugindo do "Socialismo do Século XXI".
Mas eu entendo a frustração. Trump, com Rubio ao lado, está desmontando peça por peça o projeto totalitário que você passou trinta e seis anos montando.
Maduro, seu amigo do peito, está num presídio federal no Brooklyn respondendo por narcoterrorismo. Díaz-Canel está sancionado nominalmente pelo Departamento de Estado, e queira Deus faça companhia ao narcoterrorista em breve.
Fala completa do Descondenado:
"O Márcio se reuniu umas quatro ou cinco vezes com o secretário de comércio dos Estados Unidos, mas ele tem um cidadão que não gosta do Brasil, que não gosta da América Latina e que é um bolsonarista, que é o secretário de Estado, que é o Marco Rubio.
Eu disse pro Trump: ‘Esse moço não gosta do Brasil’. Não gosta. Ele é um anti-latino-americano. Ou um latino-americano frustrado, porque ele foi embora de Cuba, o avô dele, o bisavô de lá, ele nunca morou em Cuba. Mas ele foi embora, ele é um descendente de cubano de Miami. Então ele odeia. Odeia Cuba, odeia a Colômbia, odeia o Brasil."
Enquanto o governo Lula aprofunda sua aproximação política e econômica com Pequim e acumula uma crise sem precedentes com Washington, a China acaba de avançar sobre uma área sensível - a infraestrutura de pagamentos brasileira.
A UnionPay International prepara a integração de aplicativos chineses ao Pix. Com o sistema, turistas chineses poderão chegar ao Brasil, escanear um QR Code Pix e pagar por meio de aplicativos conectados ao ecossistema da UnionPay.
Parece apenas uma facilidade para turistas. O problema aparece quando se faz a pergunta óbvia - e o brasileiro na China?
Até agora, não foi anunciada reciprocidade. O brasileiro não ganhará automaticamente o direito de chegar a Pequim, abrir o aplicativo de seu banco brasileiro e pagar um comerciante chinês utilizando o Pix. A integração anunciada funciona em uma direção - o ecossistema chinês ganha uma ponte para a infraestrutura brasileira, mas o Pix não recebe acesso equivalente à infraestrutura chinesa.
Essa assimetria merece atenção porque ocorre justamente quando o Pix se transformou em objeto da disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos. A investigação americana da Seção 301 concluiu que determinadas políticas brasileiras relativas a serviços de pagamentos eletrônicos prejudicam o comércio americano; em julho, Washington aplicou tarifa adicional de 25% a determinados produtos brasileiros.
Enquanto empresas americanas como Visa e Mastercard enfrentam a competição de um sistema estatal brasileiro que Washington considera favorecido pelas regras locais, uma gigante chinesa encontra uma porta aberta para se conectar justamente a esse sistema.
O BRICS vem promovendo maior utilização de moedas nacionais e mecanismos de pagamento que reduzam a dependência do dólar nas transações internacionais. Isso não significa que exista uma moeda comum do BRICS capaz de substituir o dólar - não existe - mas a chamada desdolarização tornou-se parte importante da discussão sobre uma arquitetura financeira menos dependente dos Estados Unidos.
Esta é uma disputa cada vez mais explícita entre Washington e Pequim pelo futuro do sistema financeiro internacional, e o Brasil de Lula já escolheu a direção a caminhar.
Tem gente que não quer apenas viver a própria vida. Quer controlar a sua, fiscalizar sua fala e decidir o que você pode pensar. Tudo isso, claro, embalado no discurso bonito de democracia, tolerância e justiça social.
É o velho especialista em liberdade com a liberdade dos outros. Defende o Estado forte, desde que ele esteja no comando. Defende a ciência, desde que ela confirme a cartilha. Defende o povo, desde que o povo concorde com ele.
No fim, sobra sempre a mesma fórmula: mais Estado, mais controle e menos liberdade. E quando a conta chega, a culpa nunca é de quem criou o problema. É do mercado, da sociedade, do capitalismo ou de qualquer um que ouse discordar.
Caso reste comprovado que a denúncia de Lindbergh é falsa, como parece ser o caso, espera-se que Lindbergh perca o mandato por falta de decoro. Seria o mínimo…
Quanto àquela sirigaita que se aliou a ele no imbróglio, bem, parece que o eleitor de Mato Grosso já vai dar cabo dela em outubro. Mas um processo de denunciação caluniosa cairia bem também. 🤮
A primeira-dama Janja, fez um apelo público nesta quinta-feira, 6 de agosto, para que o Discord seja retirado “imediatamente” do ar e cobrou que sejam encontrados “instrumentos” para isso.
Janja não ocupa cargo eletivo e não recebeu um único voto para decidir quais plataformas 200 milhões de brasileiros podem acessar. Ainda assim, pediu publicamente uma medida extrema e, pouco depois, o advogado-geral da União, Jorge Messias, anunciou que a AGU pretende recorrer à Justiça para tentar suspender o Discord no país.
A ofensiva ocorre após um caso gravíssimo envolvendo crimes contra menores praticados por usuários do Discord. E aqui não há relativização: aliciadores, abusadores e criminosos que atacam crianças precisam ser identificados, caçados pela polícia, processados e presos.
Mas banir o Discord resolve o quê? Absolutamente nada.
O criminoso não desaparece quando o aplicativo sai do ar; ele simplesmente troca de plataforma ou migra para qualquer outro serviço disponível. Bloquear milhões de usuários não é política de segurança pública; é a confissão de que o Estado prefere censurar a fazer o difícil trabalho de investigar, localizar e prender criminosos.
Curiosamente, essa fúria para “bloquear de qualquer forma” uma rede social nunca aparece com a mesma eficiência para impedir efetivamente o uso de celulares dentro dos presídios, de onde facções comandam tráfico, golpes, extorsões e assassinatos.
Para tirar celular de bandido da cadeia, são décadas de fracasso; mas, para tirar do ar uma plataforma usada por milhões de brasileiros, encontram “instrumentos” imediatamente.
Prendam os criminosos, protejam as crianças, responsabilizem quem violar a lei. Mas não transformem censura coletiva em atalho para a incompetência do Estado.
O bandido troca de plataforma em cinco minutos; mas, o precedente autoritário fica para todos.
E, a menos de dois meses da eleição, comprar uma guerra com uma plataforma usada massivamente por jovens é uma estratégia eleitoral brilhante.
Vai pegar muito bem com o eleitor jovem, Janja. Continue com seu autoritarismo.
Chega a ser patética a desfaçatez dessa militância de mídia. É sugestivo que esta senhora, que agora reclama da forma como Mendonça conduz os inquéritos, nunca tenha visto qualquer problema institucional na maneira absolutamente heterodoxa (para dizer o mínimo) com que o ministro Moraes conduz as dezenas de inquéritos e processos sob a sua responsabilidade.
Mais patético ainda é o principal motivo da queixa dela contra André Mendonça:
“O ministro Mendonça está exigindo despachar diretamente com os delegados e agentes, sem passar pela direção da Polícia e, pior, requereu todo o material bruto e indexado. E esse indexado não é um detalhe. É o que permite fazer busca específica. Basta colocar um nome que será possível encontrar todas as citações àquela pessoa. É possível direcionar a investigação.”
Ganha um doce quem adivinhar o porquê da revolta. 🤬
Em entrevista à emissora argentina La Nación,após a crise diplomática desencadeada por suas declarações sobre Lula, Javier Milei mostrou que não pretende recuar um centímetro diante da pressão diplomática de Brasília. Questionado se havia mentido ao chamar Lula da Silva de “ladrão” e “corrupto”, respondeu sem hesitar: “Eu menti? Ele é ladrão, é corrupto. Foi condenado por ser ladrão e corrupto, esteve preso e o libertaram por uma falha no procedimento, não por ser inocente.”
A declaração apenas reafirmou tudo o que Milei já havia dito nos últimos dias mesmo após a reação do governo brasileiro. Em resposta às críticas de Milei, o Itamaraty convocou o embaixador da Argentina em Brasília para prestar esclarecimentos, num gesto que evidenciou a deterioração das relações diplomáticas entre os dois países. Ainda assim, Milei reiterou sua posição diante das câmeras, deixando claro que não pretende recuar.
Milei denunciou o que considera um duplo padrão da esquerda latino-americana. Quando Lula, seus ministros e aliados como Gustavo Petro, Evo Morales, Rafael Correa e Pedro Sánchez o atacam, reina o silêncio. Mas, quando ele responde, instala-se a indignação seletiva. “Eles ficam bravos porque eu disse sobre Lula algo que é verdade… Eles acusam com mentiras, e eu respondo com verdades.”
A entrevista evidencia o choque entre dois projetos políticos antagônicos para a América Latina. De um lado, Milei, que transformou o combate ao comunismo, ao socialismo e ao populismo em sua principal bandeira. Do outro, Lula, um dos fundadores do Foro de São Paulo, aliado histórico do ditador Nicolás Maduro, dos Castro e dos líderes de esquerda Gustavo Petro e Evo Morales, que se torna cada vez mais isolado no cenário político latino-americano.
Enquanto muitos evitam confrontar Lula por razões diplomáticas, Milei faz exatamente o oposto - diz em público aquilo que muitos preferem tratar apenas nos bastidores.
Ao reafirmar suas declarações, Milei deixa claro que não pretende moderar o discurso nem ceder à pressão política. Pelo contrário - escolheu transformar o embate com Lula em um símbolo da disputa ideológica que definirá os rumos da América Latina nas próximas décadas.
Passando para avisar aos jornalistas brasileiros que seus colegas da imprensa americana já estão começando a pedir desculpas por terem endossado e incentivado a ditadura sanitária que violentou corpos e consciências de forma brutal.
Stephen A. Smith, da ESPN, teve a humildade de reconhecer que a desconfiança de muitos era, sim, legítima - o que acabou de ser comprovado pelo diário de Fauci. O jornalista lembrou vários casos de esportistas que foram barbarizados por não terem se curvado à pressão que a imprensa ajudou a fazer, mostrando-se envergonhado.
Neste exato momento, vocês parecem aquelas crianças que, brincando de esconde-esconde, posicionam-se por detrás da cortina deixando os pezinhos à mostra, achando que ninguém está vendo. O Stephen A. Smith recusou-se a essa posição ridícula e já se deu por encontrado, podendo seguir a vida sem precisar enfrentar o desgaste diário de ter de se defender do indefensável.
📌Nenhum veículo de comunicação do mainstream dará publicidade ao caso Anthony Fauci por um simples motivo: eles também são cúmplices. Durante anos, ajudaram a construir a narrativa falaciosa, silenciaram quem questionava e trataram qualquer divergência como “desinformação” e “negacionismo” . Dar destaque ao caso agora significaria expor não apenas Fauci, mas também o próprio papel sujo que eles desempenharam nessa história.