Decidi postar meu trampo aqui tb pra divulgar. Vai que alguém compartilha, né? 🤧🥹
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Latin America would rather burn at the stake, eat broken glass, leave their flip-flops upside down, and tease their mothers with a sandal in their hand than cheer for Argentina. And that's beautiful.
Os caras da Cazé TV dizendo que a entrada do Neymar desmontou a seleção taticamente e acabou de vez com qualquer mínima intensidade que tivesse
ORA ORA SE NÃO FOI O CANAL QUE MAIS FEZ LOBBY PELO EX JOGADOR EM ATIVIDADE.
PORRA, vai tomar no cu. Assumam a bronca.
Ele sempre volta: o dia em que eu olho pra Zazá e pro Lelê e penso “vcs tão mais velhos. O que vai ser de mim qdo vcs morrerem?” e choro instantaneamente.
• Inglaterra virando de forma heróica contra RD Congo
• Bélgica virando um jogo impossível contra Senegal
• EUA ganhando da Bósnia com um a menos
PÉSSIMO dia para o futebol
@caconildobr@BiazitaGomes Jesus, vc só pode ter nascido dps disso. Eu não tinha aula nem qdo o Brasil jogava de madrugada em 2002, imagina em 94..
A maioria esmagadora das escola sempre liberou.
Com a aproximação do evento que qualquer apaixonado por futebol espera por quatro anos, é até normal que passemos a tratar a Copa do Mundo com exaltação quase incondicional, eufórica.
Mas não dá para ser assim diante dos absurdos aos quais estão sendo submetidos, nos Estados Unidos, dirigentes, comissões técnicas e jogadores de algumas seleções.
Recusas de vistos, interrogatórios infinitos e a estapafúrdia ideia de obrigar um time a deixar o país após cada jogo precisam ser tratados como um pacote, como uma das maiores vergonhas da história das Copas.
É curioso ver, por parte de quem defende esses atos, a acusação de que as críticas a eles têm motivações políticas. É justamente o contrário: quem defende que o Irã possa se concentrar, treinar e jogar como qualquer seleção não o faz em defesa do condenável regime iraniano, mas zelando pela isonomia esportiva e para que a Copa seja o que deveria ser, uma celebração da humanidade, seus povos e culturas.
São os vetos e limitações impostos por Donald Trump e seus asseclas que têm apenas motivações políticas. Ou alguém tem dúvida sobre o que o atacante do Iraque e o goleiro do Irã foram fazer nos EUA durante a Copa?
Tudo poderia ser menos vergonhoso não fosse a patética e já caricata subserviência do presidente da FIFA a Donald Trump. Infantino não agiria da mesma forma, acatando de orelhas baixas, arbitrariedades similares de Brasil ou Argentina. Por aqui, é certo, o ambicioso dirigente brigaria para que as óbvias premissas esportivas fossem cumpridas. Por lá, ele tem medo.
Especificamente sobre o Irã: se não contar com as mesmas condições dos rivais para disputar o torneio, o abandono de última hora seria uma forma contundente de protestar, gerando um prejuízo enorme. A impossibilidade de substituição, numa Copa em que terceiros colocados se classificam em oito de doze grupos (!), geraria um caos tão irreparável quanto merecido pela FIFA.
As consequências provavelmente viriam, é verdade. Mas seriam, mais uma vez, um vexame para Gianni Infantino, cujos esforços para estragar a competição mais sensacional do planeta por motivações políticas e financeiras não são poucos. E não são de hoje.