Jornalista, consultora de comunicação gênero/direitos humanos, pesquisadora Políticas Públicas e Justiça de Gênero América Latina e Caribe, estudando o cuidado.
Fica longe, esse tipo é um dos piores. Passei por algo semelhante com uma pessoa que contratei, e logo no primeiro mês ele viajou a trabalho em uma missão, ficou de enviar dados para a matéria, e inventou as aspas da ministra, que nem foi ao evento. Depois tentou se justificar, falou que ele era foda demais, e no fim da história, ele me ferrou com os colegas e pegou meu lugar.
@FotosDeFatos Fiz uma reserva no Booking para uma estadia de 6 dias. Fiquei em uma praia próxima de Pajuçara. O apartamento era do tipo quase bom, e assim que cheguei o anfitrião pediu que eu fizesse um pix no valor da reserva. Eu fiz, e ele cancelou minha estadia.
@karinamichelin E quanto à piada sobre @JanjaLula no Twitter, basta lembrar que se dependesse de Trump, a política externa seria feita por tuítes de madrugada. O Brasil prefere diplomacia, mesmo que, para alguns, isso soe menos emocionante do que um “fuck you”.
@karinamichelin No fundo, o que está em disputa não é o encontro em si, mas a autonomia do Brasil. Trump condiciona: “venha junto com os EUA”. @LulaOficial responde: “nós vamos juntos com o Brasil”. A direita chama isso de covardia; a esquerda chama de soberania.
@karinamichelin Se fosse confronto direto, a manchete de amanhã seria “@LulaOficial se curvou a Trump”. Como foi virtual, a narrativa da direita vira “Lula fugiu”. Ora, já conhecemos esse truque: qualquer escolha que não seja submissão será lida como fraqueza.
@karinamichelin Trump tentou encenar um “convite” como quem puxa alguém pelo colarinho em público, esperando que o outro sorria para a foto. Lula preferiu não se prestar ao papel de figurante no reality show alheio.