@fpcoliveira Uma coisa não anula a outra. Mauro é ótimo jornalista, porém quando se trata do futebol de clubes (hj em dia especialmente fla X Palmeiras) ele é clubista demais, perde a linha e veste a camisa. Isso é fato. Nos demais assuntos é bem acima da média.
É vergonhoso uma pessoa ter espaço na grande mídia para reverberar esse tipo de comentário. Isso tbm faz o futebol brasileiro estar no limbo que se encontra hj. Nossos "comentaristas e jornalistas" são do nível da organização do nosso futebol: PÉSSIMO.
Felipe Melo: “eu entraria de cara com Neymar no jogo”.
O nível da minha discordância é tão grande, mas tão grande, que eu não teria nem levado o Neymar pra Copa.
@HenriqueMF Pior de tudo Henrique, é que eu tbm tinha essa visão sua e torcida pela manutenção de Ancelotti. Mas deixei de confiar. Nesse 1 ano foi muito mal: se submeteu a Neymar e seu estafe, convocou mal a seleção(por CEP e amizade) e hj foi mal demais. Perdeu o jogo nas alterações.
Quis o destino q o Brasil tomasse o gol com Neymar em campo. Kkkk. Agora o Brasil precisa marcar pressão e Neymar não consegue correr atrás da zaga da Noruega. Rsrs
@crfmattos@antoniotabet Na verdade a escalação de Paqueta e sua aceitação por grande parte da imprensa sem um "ai" e a convocação de Alexsandro e Danilo são por conta do time que eles jogam...
@j_castelobranco Cara, vc fez um vídeo para falar q os jogadores do Irã tem culpa por não se posicionarem contra o governo, mas creio então q no mesmo vídeo, no mínimo, deveria ocorrer críticas aos jogadores dos EUA, ou não é vc acha q só o Irã está errado nessa? É so pra entender o q vc acha.
@wtfbigluc@eder_txt@Palmeirasso51@btbbonvivant Eu não sabia para qual time torciam e de onde eram. Mesmo assim já tinha uma suspeita deles serem flamengo. Gosto muito deles, acompanho quase tudo e nunca vi um "ai" sobre Paqueta, Danilo, Leo pereira ou Alexsandro e suas convocações absurdas. Daí minha desconfiança.
A verdade é q Anceloti tinha a faca e o queijo não mão pra fazer uma convocação pensando em 2030: renovar. Deixava toda panela de fora: Casimiro, Danilo, Alexsandro, Fabinho, Neymar mais uns experientes ruins. Levava os jovens com e seria abraçado. Preferiu a panela.
@netoecbtv Caramba Neto. Que arrogância e prepotência sua achar q quem opina pela não convocação de um atleta q não performance há quase 4 anos é errado. Kkkkkk. Sabe muito...
Tinha "comunista" (?) dizendo que essa pessoa estava à esquerda do PT e que seu plano de desenvolvimento era tão avançado quanto a Revolução Bolivariana.
Ainda bem que memória do fandom é igual a de peixe.
Vi um vídeo do próprio Pedro Cardoso desmentindo essa matéria abaixo sobre valores, empresa q o contratou, direitos sobre o personagem. Realmente fiquei sem entender pq @bielvaquer é um cara q sigo e gosto do trabalho.
De agora na coluna no @sitef5@folha: Pedro Cardoso volta à Globo após 12 anos para reviver Agostinho em ação da emissora; ator teve bom cachê para realizar campanha https://t.co/KJ9DIcIkmj
@alissousa @MinDefBahea Com certeza. Os caras vão fazer de tudo para q a base renda os frutos. É o cheque em branco deles no Bahia. Aí é q eles vão ganhar grana. Só espero q esse meninos consigam jogar aqui e dar retorno esportivo, além do financeiro.
A CBF sustenta o discurso de que os erros de arbitragem são incidentes isolados e desprovidos de má-fé, mas a prática sugere uma realidade distinta. A inconsistência nos critérios prova isso.
Nunca existem as mesmas interpretações em lances totalmente idênticos quando são a favor de um nordestino.
Tais episódios apenas evidenciam como a subjetividade dos árbitros parece pender para um lado específico, deixando claro que, para o comando do futebol brasileiro, os critérios mudam conforme o escudo em campo.
O que nós torcedores do Bahia precisamos entender é que esse time bateu no teto (elenco, técnico e diretoria). Não passaremos disso. Ficaremos a cada ano entre quinta e décimo lugar sem ganhar ou brigar por nada, caso não mudem o projeto. É para pararmos de criar expectativas.
Minha opinião vascaína sobre Mauro Cezar é muito consolidada há vários anos.
Jornalista de rara competência, que vigora na prateleira mais alta do ofício.
Em 2014, foi voz solitária na atrocidade que o #Vasco sofreu na final do Carioca, como está no vídeo.
E não foi só ali, a favor do meu time. Mauro sempre foi profissional que empunhou a bandeira de defesa do futebol do RJ quando a imprensa paulista quis pautar o país com os times de lá.
Essa versão dele, contudo, é datada. De uma época onde jornalistas tinham times, mas buscava-se a isenção desde a apuração até à aparência.
Figuras passionais eram meio ridicularizadas como Áureo Ameno e que tais.
De lá para cá, muita coisa mudou e Mauro anteviu a mudança e se organizou para ela.
Notou que precisava valorizar seu "produto" (opinião firme, fontes quentes e apuração de qualidade) e buscar um nicho para se diferenciar.
Aí, o jornalismo - em geral - já estava minúsculo e passou para o setor de entretenimento. Dizer seu time não era mais opcional, era quase que obrigação.
Mesas redondas com ofensas, embates, piadas se popularizavam.
A escolha de Mauro foi legítima, mas de se lamentar.
Uniu time ao trabalho e topou estar no meio da turma da 5ª série em emissoras bem questionáveis.
Tentou manter o discurso de "defesa ao futebol carioca" mas, pouco a pouco, a flâmula foi se confundindo com as cores do time de coração.
Foi quando o jornalista se perdeu para o "jorflanismo", que se tornou um caminho inevitável.
A força contra a paulistização atingiu os demais times cariocas que não eram o seu.
E todas as suas opiniões, que ainda são de qualidade, passaram a ser tratadas sob o viés rubronegro.
O Mauro Cezar de hoje, que suporta Vampeta e Pilhado não é mais o mesmo que bateu de frente com Alê Oliveira.
A versão atual deixa as veias saltarem, para discutir com Juca e Trajano, em altos brados mas sem a serenidade firme do passado.
De quebra, ele topa, de boas, fazer propaganda de Bet.
Ainda assim tem, e terá!, muitos fãs.
Eu mesmo ainda o admiro.
Embora a decisão editorial que ele escolheu não me seja suportável acompanhá-lo.
Mas é fruto do momento.
O Jornalista que eu seguia virou, como a Itabira de Drummond, "apenas uma fotografia na parede" (ou um corte do YouTube no smartphone).
Ele vai seguir, sem nem ligar para opiniões como a minha.
Sou zero impacto nos merecidos, registre-se!, ganhos que ele aufere. Faz parte.
O Shownarlismo tem que continuar.