The medical exam scene at the end of Captain Phillips used a real Navy corpsman, Danielle Albert, who performed the procedure as she would in real life. Paul Greengrass kept the moment largely unscripted, capturing Tom Hanks’ raw, shaken performance.
A maioria das mulheres quer os homens que estão no topo: bonitos, inteligentes, bem-sucedidos, provedores de verdade.
Os homens que estão no topo querem as mulheres mais interessantes: bonitas, inteligentes, com valores, autênticas e que agreguem.
Enquanto isso, a grande maioria de homens e mulheres medianos ficam solteiros e sobrando. A conta simplesmente não fecha!!!
“Ain, mas não tem mais homem que chegue!”
Chega sim. Sempre chega.
O problema é que quem você quer não chega. E quem chega você nem olha. Ou seja, expectativas altíssimas somadas a poucos parceiros que atendam tudo mais os apps que deixam a escolha ainda mais dura, produzem um mercado amoroso totalmente bagunçado.
Muita gente boa fica na espera, enquanto os “tops” pegam a maior parte das opções. E aí no final das contas, quem baixa um pouco a régua (ou se esforça pra melhorar) geralmente consegue encontrar alguém legal. Já quem teima em “só o top serve” continua na reclamação eterna.
The hospital shootout in Hard Boiled (1992) is John Woo at full madness. One take, multiple floors, babies in arms, shotguns, doves, chaos.. all somehow choreographed into perfect clarity.
John McTiernan in directors jail is still insane to think about. The guy who gave Die Hard, Predator, and The Hunt for Red October literally defined modern action grammar. Clean geography, real tension, muscular practicality.
🧠🎥 Porque o show de Truman é perturbador pra mim:
“O Show de Truman” me perturba até hoje porque, de alguma forma, sinto que ele toca em algo que eu mesmo já questionei em silêncio. Não é só sobre um homem preso dentro de um reality. É sobre aquela sensação estranha de não saber se a vida que a gente leva é realmente nossa, ou apenas o resultado das expectativas, rotinas e pressões que fomos aceitando sem perceber.
Sempre que penso no Truman, penso no medo dele — porque é um medo que eu entendo. O medo de que tudo ao redor seja artificial. O medo de confiar em pessoas que talvez não sejam quem demonstram ser. O medo de descobrir que você viveu tanto tempo cercado por uma “verdade” inventada.
O filme mexe comigo porque, no fundo, eu já tive momentos em que senti que estava vivendo no automático, seguindo um roteiro invisível, repetindo dias que pareciam cópias uns dos outros. E é perturbador imaginar que, como Truman, talvez a gente só perceba que algo está errado quando uma peça sai do lugar — um detalhe pequeno, mas suficiente para fazer tudo desmoronar.
A parte que mais me abala é ver Truman batendo com o barco na parede do “céu”. Aquilo me pega porque representa exatamente o choque de quando a gente finalmente encontra os limites da vida que achava que controlava. É aquele instante em que você percebe que muita coisa que parecia natural… nunca foi.
E talvez o que mais incomode seja saber que, mesmo depois de descobrir a verdade, escolher atravessar a porta exige coragem. Uma coragem que nem sempre eu tenho.
É com muita alegria que anuncio que A.I.L.A chegará com o mesmo preço para PS5, STEAM e XBOX SERIES!
VENCEMOS GALERA, CONSEGUIMOS A FAÇANHA!!!
Por favor compartilhem! #PlayAILA❤️
O game chega dia 25/11. Adicionem á sua lista de desejos!
Aqui é BRASIL!!! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷
A.I.L.A chegará ao mercado brasileiro com preço localizado na Steam, ou seja, sem conversão direta do preço em dólar. Mais uma conquista para o mercado gamer indie e nacional 💚💛
Ainda não temos os valores do jogo para consoles, família! Mas logo mais compartilhamos com vocês! Fiquem no aguardo.
Tá difícil entrar em qualquer rede social atualmente, tem muita coisa tóxica rolando que chega a desanimar a gente, então um vídeo bonitinho de gatinho aqui pra ver se aos poucos vou mudando o algoritmo pra atrair mais desse conteúdo
Muito bom ver esse making of porque vai justamente combater o idiota que faz o comentário "ah não gostei, prefiro a primeira temporada..."
Olha que mega trabalho existe por trás, desde a criação de letra e música, enquadramentos de câmera e coreografia final... Isso é foda
Ou talvez a vibe transparente e sincera assuste mais do que deveria. De qualquer forma, sigo firme, sem perder a essência. E, quem sabe, em breve o vento muda.
Encerrando o mês com uma estatística curiosa: 4 nãos. Quatro tentativas honestas, respeitosas, e nada feito. Tudo bem, faz parte. Mas confesso que às vezes é difícil não se perguntar: será que estou fora de sintonia com o que se busca hoje? Enquanto isso, vejo caras comprometidos
(ou enrolados) deslizando fácil em histórias paralelas... e aí fico me questionando.
Não é julgamento, é reflexão. Será que estou numa maré ruim, ou o jogo mudou e eu não percebi? Talvez seja só isso mesmo: azar.