Uso Twitter p desabafar, pregar o Evangelho, compartilhar ideias. Não uso MINHA PÁGINA p atacar OU iniciar discussões intermináveis, inclusive política. Acho bem desagradável quem faz. Vejo mta coisa q não concordo e... respeito opinião alheia. Ponto. É opinião dela, não minha.
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FERNANDO SCHÜLER | O caso Monark e a grande vergonha brasileira https://t.co/74OShhpUSP
Há uma intolerância difusa, na sociedade, mas isso jamais deveria contaminar as instituições
O presidente do Senado Davi Alcolumbre esta atuando claramente contra as investigações de corrupção e até do crime organizado, ao impedir que as CPI's do Senado e do Congresso Nacional possam aprofundar suas investigações.
Não é chegado o momento do Plenário do Senado discutir sua destituição ?
Sem prorrogação, CPI do Crime Organizado se encerra na próxima semana https://t.co/eloeTXSXZ6
Sem assinatura de Flávio Bolsonaro até 9h30 desta segunda-feira, 6/4 (entenda mais abaixo) o senador Alessandro Vieira protocolou requerimento pela prorrogação da CPI do Crime Organizado por mais 60 dias.
“A teia de relações revelada pelo Caso Master alcança dimensões alarmantes de risco sistêmico e corrupção.
A CPI depara-se, neste momento, com um volume monumental de documentos a serem analisados, oriundos de todo o acervo informacional e probatório recebido pela Comissão ao longo das investigações.
Ademais, os trabalhos investigativos chegaram a uma fase crítica que exige o cruzamento meticuloso de dados sensíveis e a realização de oitivas impreteríveis.
A recente aprovação da convocação de ex-governadores, ex-diretores do Banco Central e operadores do mercado financeiro impõe a necessidade de um prazo elastecido.
É imperioso investigar a fundo as falhas sistêmicas de supervisão e controle das autoridades monetárias (como BC e CVM), bem como a suspeita contaminação de fundos de previdência pública (RPPS) e de instituições financeiras estatais, que teriam servido de esteira para operações sem lastro e dilapidação do patrimônio público”, argumentou Alessandro Vieira.
Assinaram o requerimento até 9h30:
1-Alessandro Vieira (MDB/SE)
2-Flávio Arns (PSB/PR)
3-Esperidião Amin (PP/SC)
4-Jorge Kajuru (PSB/GO)
5-Fabiano Contarato (PT/ES)
6-Mara Gabrilli (PSD/SP)
7-Jaime Bagattoli (PL/RO)
8-Styvenson Valentim (PSDB/RN)
9-Sergio Petecão (PSD/AC)
10-Plínio Valério (PSDB/AM)
11-Wellington Fagundes (PL/MT)
12-Jayme Campos (UNIÃO/MT)
13-Vanderlan Cardoso (PSD/GO)
14-Hamilton Mourão (REPUBLICANOS/RS)
15-Wilder Morais (PL/GO)
16-Eduardo Girão (NOVO/CE)
17-Damares Alves (REPUBLICANOS/DF)
18-Luis Carlos Heinze (PP/RS)
19-Sergio Moro (UNIÃO/PR)
20-Paulo Paim (PT/RS)
21-Cleitinho (REPUBLICANOS/MG)
22-Astronauta Marcos Pontes (PL/SP)
23-Leila Barros (PDT/DF)
24-Confúcio Moura (MDB/RO)
25-Magno Malta (PL/ES)
26-Oriovisto Guimarães (PSDB/PR)
27-Carlos Viana (PODEMOS/MG)
28-Lucas Barreto (PSD-AP).
Flávio Bolsonaro é aliado do ex-governador Cláudio Castro, convocado pela comissão em razão do aporte de R$ 970 milhões do Rioprevidência no Banco Master e tornado ilegível pelo TSE por 8 anos em razão de um esquema de contratação de cabos eleitorais como funcionários da UERJ e do CEPERJ.
Flávio também é aliado de Ciro Nogueira (PP-PI) e Filipe Barros (PL-PR), autores no Senado e na Câmara dos Deputados, respectivamente, da emenda Master, que pretendia quadruplicar a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ, como interessava a Daniel Vorcaro.
Em 2021, Flávio comprou uma mansão de quase R$ 6 milhões em área nobre da capital, após conseguir um financiamento de R$ 3,1 milhões junto ao Banco Regional de Brasília (BRB) - na gestão de Paulo Henrique Costa, indicado pelo então governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha - para que fosse quitado em 30 anos. Na época, Flávio e sua esposa haviam declarado renda mensal de R$ 36.957,68.
Paulo Henrique Costa foi afastado da presidência do BRB em novembro de 2025 em meio ao escândalo Master e é investigado sob suspeita de ter facilitado os negócios de Vorcaro. Ibaneis, que defendeu a compra do banco de Vorcaro pelo BRB, foi convocado pela CPI, mas o ministro do STF André Mendonça o desobrigou de comparecer, colocando-o na condição de convidado, por já ter deixado o cargo no governo para disputar vaga no Senado.
Em 2019, Flávio ainda foi blindado contra investigações de rachadinhas por Dias Toffoli, atingido em 2025 pelo caso Master em razão dos aportes milionários do cunhado e operador de Vorcaro, Fabiano Zettel, no resort Tayayá, administrado pela família do ministro. Em 2019, Flávio blindou Toffoli contra a CPI da Lava Toga, pressionando senadores a retirarem assinatura do requerimento de criação.
Já em 2026, quando Alessandro Vieira propôs CPI para investigar Toffoli e Alexandre de Moraes, Flávio esperou mínimo de assinaturas e chamou de “ilegal”.
🧐
A farsa do PT ‘antissistema’
Editorial, O Estado de S. Paulo (06/04/2026)
Esforço do partido para posar de alternativa ao ‘sistema’ chega a ser um deboche, já que os petistas governaram o País por quase 20 anos e moldaram as estruturas que hoje criticam
O presidente do PT, Edinho Silva, publicou um vídeo numa rede social no qual defende que o partido deve “enfrentar a polarização” dialogando, ora vejam, “com quem está do outro lado”. O discurso, que em outra boca poderia soar como um raro sopro de sensatez em meio à crispação do ambiente político brasileiro, mal esconde o cinismo de quem o profere. Mais ainda quando, no mesmo fôlego, o dirigente petista sustentou que o PT seria o verdadeiro partido “antissistema”, rótulo que, obviamente, tenta colar à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição.
É difícil saber por onde começar a desmontar essa mistificação. Talvez pelo que é mais evidente: o PT exerceu o poder central por 18 dos últimos 24 anos. Não é nem jamais pode ser associado a qualquer coisa que soe “antissistema”. O PT não apenas governou o País por longos períodos desde a redemocratização, como moldou práticas políticas, apresentou ou sancionou leis que construíram o “sistema” tal como isso se apresenta hoje, povoou órgãos públicos e influenciou decisivamente o funcionamento das instituições. Se há algo que não cabe em qualquer petista, a começar pelo mais poderoso e proeminente deles, é essa fantasia de outsider.
A tentativa de Edinho Silva de promover uma espécie de rebranding do PT seria risível, não fosse tão ofensiva à memória coletiva da Nação. Este jornal não nega a legitimidade de um partido político que venceu eleições limpas e que assumiu e deixou o poder, alternadamente, de acordo com as regras do jogo democrático. Mas não podemos aceitar calados essa deliberada distorção da realidade factual. Esse “sistema” que ora tanto se critica – com seus vícios, distorções e afastamento do interesse público – foi, em grande medida, construído sob governos petistas.
O segundo ponto é ainda mais desconcertante. O apelo ao diálogo feito por Edinho Silva contrasta frontalmente com o comportamento de seus próprios correligionários petistas. Foi sob a liderança de Lula, é sempre bom lembrar, que se consolidou no Brasil a divisão simplista da sociedade entre “nós” e “eles” como método de atuação política. Após o escândalo do “mensalão”, que desconstruiu o mito do PT como o partido da “ética na política”, o recurso à polarização – vale dizer, a negação da voz de adversários políticos – passou a ser um instrumento de mobilização e ação política desde o Palácio do Planalto.
Essa lógica atravessou governos e campanhas. Nem Dilma Rousseff nem Lula, enquanto presidentes da República, notabilizaram-se por esforços consistentes de pacificação nacional. Ao contrário: a retórica de confronto permanente com críticos e adversários do PT é que foi estimulada. Nem membros históricos do partido escaparam da virulência petista – Marina Silva que o diga. A radicalização posterior, insuflada por Jair Bolsonaro, não tem o condão de apagar esse passado.
Hoje, um petista de quatro costados, como o sr. Edinho Silva, chamar ao diálogo depois de anos de incentivo ao dissenso entre os cidadãos soa menos como autocrítica e mais como cálculo eleitoral. Não se está diante de um reconhecimento sincero da parcela de responsabilidade que cabe ao PT por essa polarização estéril que paralisa o Brasil, mas de uma tentativa de explorar o genuíno mal-estar de um eleitorado cansado de conflitos e descrente de que as instituições republicanas – o tal “sistema” – trabalham em seu benefício, e não em prol dos interesses corporativos das castas que as ocupam.
Ademais, flertar com o ideário “antissistema”, sobretudo em se tratando de um partido estruturado e representativo como o PT, tem consequências nefastas que vão muito além da disputa eleitoral. Ao sugerir que a concertação entre a miríade de interesses da sociedade pode ser feita fora do “sistema” – vale dizer, fora da política e das instituições republicanas –, abre-se perigoso espaço para a negação da ordem democrática. A história recente, não só do Brasil, mostra que esse tipo de discurso, quando levado às últimas consequências, não dá em coisa boa.
O País precisa de diálogo. Mas precisa também de reformas que aproximem o Estado da sociedade. Quando um partido central para a política nacional, como o PT, tenta se vender como a antítese do sistema que ajudou a moldar, não só ofende a inteligência do eleitor, como agrava a desordem que marca o debate público.
A esposa do Moraes justificou seus voos no avião do Vorcaro dizendo ser comum a seu escritório contratar táxi aéreo. Mas o que o ministro fazia nesses voos, se eram do escritório?
Ela está assumindo que o ministro fazia parte da banca de advocacia?
Embora tardiamente a ONU apresenta ao mundo a comprovação do terrorismo do Hamas num ataque a Israel, e que deu origem a justa represália e a guerra em Gaza .
"Um relatório das Nações Unidas (ONU) afirma que o Hamas cometeu violência sexual, incluindo estupro, estupro coletivo e tortura sexual de mulheres durante os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023 em Israel. Os terroristas do Hamas também estupraram cadáveres.
https://t.co/Fg1WVFhpAs
Lamentável.
Essa sra que se apresentava como alternativa da direita em 2022 agora vira capacho do PT!
Pior, usa método Marçal de denúncia caluniosa pra tirar foco do vergonhoso enterro da CPI do INSS, comemorado pelo Gov devido ao envolvimento do Lulinha no roubo aos aposentados
Para esclarecer os leigos, mas também os não leigos mal intencionados que estão tumultuando o caso do DNA do Deputado:
Nós não temos o dever de provar absolutamente nada!
A investigação de paternidade no Brasil tem início sem provas, é óbvio! Caso contrário, não haveria necessidade de se processar (!!!). A rainha das provas, nesse caso, é o exame de DNA. No entanto, se houver recusa do suposto pai em realizá-lo, aplica-se a presunção relativa de paternidade (Súmula 301 STJ). Embora não seja obrigado a fornecer material genético, a recusa, somada a outros indícios, geralmente resulta na declaração de paternidade. O ônus da prova é, em regra, do autor, mas a recusa inverte essa lógica ao presumir o fato. Nesses casos, a parte ré tem o ônus de desconstituir a prova pericial ou os indícios de paternidade apresentados (CPC, art. 373, II). Além disso, estamos tratando de estupro de vulnerável, pois a suposta vítima, na data do fato, era menor de 14 anos, e essa ação penal é pública incondicionada à representação, a partir do momento em que a notícia do crime chega às autoridades competentes, o que já ocorreu no caso concreto.
Se eu precisar desenhar me avisem, tá? Farei um powerpoint para facilitar a vida dos interessados no caso.
@lindberghfarias@MPF_PGR @policiafederal @mdhcbrasil
#FaçaDNADepAlfrefoGaspar