É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação.
Eu não posso, e não vou, me conformar ao ver o nosso país caminhar por um tempo de instabilidade, insegurança e desânimo.
Eu não vou ficar de braços cruzados enquanto vejo a esperança das famílias sendo apagada e nossa democracia sucumbindo.
O nosso país vive dias difíceis, em que muitos se sentem abandonados, aposentados são roubados pelo próprio governo, narco-terroristas dominam cidades e exploram trabalhadores, estatais voltaram a ser saqueadas, novos impostos não param de ser criados ou aumentados, nossas crianças não têm expectativas de futuro. Ninguém aguenta mais!
Mas eu creio em um Deus que não abandona nossa nação.
Eu creio que Ele levanta pessoas e inicia novos tempos quando o povo clama por justiça.
Eu creio que nenhum cativeiro é maior do que o poder de Deus para libertar.
Eu me coloco diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão.
E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada.
Que Deus abençoe o nosso povo!
Que Deus abençoe o nosso Brasil!
Este garoto desmentiu os principais recortes criados pela esquerda durante a pandemia para caluniar o Bolsonaro e colocar o povo contra ele.
Assista para não ser mais enganado.
🚨Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP
👉Sancionou Xande
👉Aposentou Barroso
👉Divorciou Gilmar Mendes
👉Fez Toffoli Chorar
👉Provocou racha no STF
👉Demoliu o plano do Centrão
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O cara é mitinho.
Porque mito, só Jair.
Durante o governo dos chamados "golpistas" , nenhum brasileiro foi perseguido nem preso ilegalmente. Ninguem foi castigado com o bloqueio das redes sociais ou com o uso de tornozeleiras. Isso só acontece em “democracias relativas” proclamadas por reizinhos de toga
Dia 123.
Todo dia postarei um video do nosso Presidente @jairbolsonaro falando para mantê-lo vivo nas redes sociais, ele foi CENSURADO, mas nós seremos sua voz!
FALA CAPITÃO! 📢
Justiça prende @jairbolsonaro, generais, e ministros depois de uma farsa judicial, para executar um plano de vingança política e consolidar uma tirania; no mesmo dia a Justiça manda para casa a "dama do tráfico". Desculpem, não é acaso, é um projeto de poder.
A anistia é possível via CONGRESSO e com MENOS BUROCRACIA DO QUE OS DEPUTADOS ESTÃO FINGINDO TER.
Assista este vídeo e COBRE SEU DEPUTADO para que ele PAUTE LOGO A ANISTIA AMPLA, GERAL E IRRESTRITA!
https://t.co/hdCoJpD0t6
🚨Combatendo Fakenews
Episódio 5
"Eu não sou coveiro"
Sim, Bolsonaro disse isso, mas em qual contexto?
O repórter estava pressionando Bolsonaro com um tom claramente acusatório, tentando forçar uma resposta que colocasse o presidente na defensiva sobre o número de mortes.
O diálogo foi mais ou menos assim (20/04/2020): Repórter (do G1):
"Presidente, o Brasil ultrapassou a China hoje em número de mortes. Chegou a 2.575 mortes. O senhor acha que esse número é aceitável?
O senhor acha que é aceitável o Brasil ultrapassar a China em número de mortes?"
Bolsonaro estava sob pressão, interrompe, irritado:
"Ô, ô, ô, cara... Eu não sou coveiro, tá? Tá certo? Não sou coveiro, tá?"
👉O repórter não estava apenas informando ou pedindo um comentário técnico. Ele formulou a pergunta de forma carregada, como se Bolsonaro fosse pessoalmente responsável por cada morte e como se tivesse o dever de "aceitar" ou "rejeitar" um número de mortos.
Era uma armadilha retórica clássica: qualquer resposta seria usada contra ele.
Bolsonaro, em vez de cair na armadilha e responder "sim" ou "não" (o que seria fatal), optou por uma resposta curta, grosseira e evasiva: "Eu não sou coveiro".
Ele quis dizer: "Não cabe a mim ficar contando cadáveres e dando entrevista sobre isso todo dia; meu trabalho não é esse".
Do ponto de vista técnico, a resposta foi defensiva e correta: o presidente não é legista nem responsável por fazer necropsia ou contagem diária de corpos.
Mas do ponto de vista político foi péssimo: soou como falta de empatia. E a imprensa soube aproveitar numa hora em que o país estava em choque com as mortes.
O repórter estava sim tentando encurralar e culpar Bolsonaro diretamente.
A frase "Eu não sou coveiro" foi uma reação à pressão hostil da pergunta.
Foi um momento em que os dois lados erraram na forma: o repórter com uma pergunta-armadilha carregada de julgamento, e Bolsonaro com uma resposta deselegante e fria.
O resultado foi a frase entrar para a história como "deboche", mesmo tendo nascido de uma tentativa de se livrar de uma acusação implícita.
Bolsonaro caiu em um monte de armadilha da imprensa!
Sem dúvidas.
Quando acordou para a estratégia já era tarde.
https://t.co/xpPF9sv9D6
Quando Bolsonaro decretou estado de emergência todos correram para o STF para garantir o carnaval, agora esses mesmos cínicos dizem que a culpa pelas mortes é do ex-presidente? Tem que ser muito imbecil para acreditar nisso.
NINGUÉM, nos altos círculos das Forças Armadas, entende PORRA NENHUMA de guerra cultural. Os generais passaram trinta e cinco anos apanhando da esquerda e, sem a minha ajuda, jamais teriam parado de apanhar. Em... https://t.co/gmmV2cdkwJ