Olha como um CEO de uma das maiores empresas do mundo anuncia um dos temas mais importantes do momento.
Se fosse aqui no Brasil, a gente já estaria questionando. Já tem gente dizendo que isso é perigoso. Que a IA vai acabar com o mundo.
Sempre em nome da cautela, mas sabemos que é o país abrindo mão de crescer.
Eles ligaram a fábrica.
A gente vai ligar a portaria de novo?
Em 2009, Gilmar Mendes achava que a exigência de diploma para jornalistas era uma herança do regime militar, incompatível com o Estado Democrático de Direito e criada para afastar seus opositores da imprensa.
O que mudou?
🚨 SURREAL- Segundo Caio Junqueira, o Judiciário teria operado nos bastidores para que os partidos investigados no Caso Master não fechassem aliança com Flávio Bolsonaro, sob pena de as investigações contra eles avançarem.
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O maior perigo para o Brasil, de longe, continua sendo Alexandre de Moraes. Não há direito constitucional ou princípio de justiça que ele não ataque e viole. A mídia o construiu e, agora, ele ataca o direito mais importante para o jornalismo.
Desmontar a urna ao vivo responde a pergunta errada.
As perguntas certas: quem audita, de forma independente, os logs da jornada de cada urna: fábrica, transporte, armazenamento, ligamento, votação? E por que o eleitor brasileiro não tem nenhum mecanismo pra verificar que o próprio voto entrou na contagem?
Isso existe. Chama-se verificabilidade fim-a-fim: um recibo criptográfico prova que seu voto foi contabilizado sem revelar em quem você votou. O sigilo fica intacto. A confiança deixa de ser pedido de fé.
Enquanto a resposta oficial for "confia", a dúvida vai continuar sendo racional.
Uma conversa honesta com o povo brasileiro e um alerta duro para os suspeitos de sempre
Não é fácil escrever um texto desse tipo — dá a impressão de que sou um oráculo e que apenas eu enxergo a verdade. Por isso, começo dizendo o óbvio: este texto apenas organiza, em palavras e parágrafos estruturados, o que muitos analistas de mercado já sabem com razoável grau de precisão. Seu único mérito é deixar claras as consequências econômicas de uma reeleição de Lula.
Tecnicamente, uma relação dívida/PIB elevada não é, por si só, motivo para alarde. É evidente que um endividamento elevado cria fragilidades e expõe o país a riscos maiores — sobretudo aos chamados riscos de cauda, que a literatura batiza de "cisnes negros". Mas, na maior parte do tempo, se for possível rolar a dívida a taxas baixas, o problema do endividamento se reduz bastante.
Infelizmente, não é o caso do Brasil. Atualmente, a dívida bruta brasileira está em 81,9% do PIB — patamar elevado para um país com o nosso nível de renda. Para dar uma ideia da trajetória: em dezembro de 2022, esse valor era de 71,7%. Ou seja, em três anos e meio, a dívida pública brasileira cresceu incríveis 10,2 pontos percentuais do PIB. E não bastasse o nível já elevado, o custo de rolagem dessa dívida está em patamares insustentáveis. Basta dizer que, em junho deste ano, o déficit nominal do setor público acumulado em 12 meses chegou a R$ 1,3 trilhão — 10% do PIB, valor superior ao registrado durante a pandemia de Covid-19.
Em termos técnicos, um país com o endividamento atual do Brasil e um custo de rolagem que em alguns casos chega a IPCA +8,3% é economicamente inviável. Essa taxa de juros implica um custo de rolagem capaz de dobrar o tamanho da dívida em menos de seis anos — algo insustentável dado o volume já acumulado. Tanto o endividamento em relação ao PIB quanto o custo de rolagem estão em níveis críticos, e esse custo drena recursos que poderiam financiar o crescimento do setor privado, direcionando-os para títulos do Tesouro. Além disso, o Estado passa a competir cada vez mais por recursos com o setor privado, encarecendo o custo de produção no Brasil — o efeito conhecido na literatura como crowding-out: à medida que o gasto do governo aumenta, o gasto do setor privado encolhe. Some-se a isso o aumento da carga tributária necessário para sustentar a expansão dos gastos públicos, e teremos uma situação extremamente difícil para o setor privado da economia.
O endividamento elevado, o aumento dos gastos e o custo de rolagem da dívida pública retiram recursos do setor privado e os transferem ao setor público, com efeitos negativos diretos sobre produtividade, emprego e renda da sociedade. Nada disso é novidade para quem acompanha temas econômicos. Vamos então avançar um passo: é justamente por causa dessa situação fiscal delicada que a eleição do próximo presidente é decisiva para o que vai acontecer em 2028.
Note-se que o destino de 2027 já está dado: haverá redução da atividade econômica, pouco importa quem seja o próximo presidente. A dúvida real é o tamanho dessa retração e o que vem depois, em 2028. Vejamos dois cenários possíveis.
Primeiro cenário: elegemos um candidato comprometido com o ajuste das contas públicas. Dado o tamanho do desarranjo fiscal, esse ajuste provocará redução da atividade econômica em 2027. Mas, se as medidas forem tomadas na direção correta, a trajetória da dívida/PIB se corrige, e a partir do segundo semestre de 2028 começa um processo de recuperação econômica. Uma equipe econômica experiente é capaz de colocar a casa em ordem em cerca de um ano e meio. Não é fácil, e não vamos virar a Suíça — mas é perfeitamente possível com técnica, experiência e credibilidade. Em paralelo, um amplo processo de desburocratização, desregulamentação, privatizações, abertura econômica e outras medidas pró-mercado tem potencial de destravar um crescimento relevante, reduzindo os custos do ajuste e liberando recursos para que o setor privado retome seu papel central no aumento da produtividade, na geração de empregos e no crescimento da renda. Combinadas, essas medidas fiscais e pró-mercado têm potencial de reduzir a taxa de juros estrutural, ancorar expectativas, reduzir o custo-país, reduzir o risco-Brasil, reduzir a inflação e elevar investimento, emprego e renda.
Segundo cenário: elegemos um candidato não comprometido com o ajuste fiscal, que apenas empurra com a barriga o problema das contas públicas e da baixa produtividade da economia brasileira. Nesse caso, ocorre um processo acelerado de desancoragem das expectativas, aumento do risco-Brasil e pressão simultânea sobre juros e inflação. Esse processo não se reverte nem com corte de juros pelo Banco Central — justamente por causa do nosso endividamento elevado e da fragilidade fiscal. Mesmo que o BC reduza a Selic, o Tesouro acaba pressionado a pagar juros mais altos em seus títulos, o que piora ainda mais a situação fiscal e retroalimenta um círculo vicioso: contas públicas piores, risco-país maior, inflação elevada e juros cada vez mais altos para rolar a dívida.
E aqui deixo meu alerta para os suspeitos de sempre: muitos de vocês apostam justamente no segundo cenário, na expectativa de embolsar taxas de IPCA +10%, +11% ou +12%. Prestem atenção no que vou dizer: um governo eleito nesse segundo cenário não terá problema algum em aprovar controle de capitais e um "haircut" na dívida. Sim, meus amigos — esse termo já rondou a Casa Civil em 2015, quando alguns "craques" sugeriam exatamente isso: um haircut na dívida, ou, em palavras simples, um calote em parte dela.
Entendo o raciocínio de vocês, mas falta um segundo passo na análise. Vocês acreditam que um governo sem compromisso fiscal vai pagar juros elevados para rolar a dívida e que vocês vão embolsar um bom dinheiro com isso. Essa leitura está correta — para o primeiro momento. Mas, no momento seguinte, quando a situação ficar insustentável, vocês realmente acreditam que vão receber tudo o que lhes é devido? Não se iludam: um governo sem compromisso fiscal não tem dificuldade nenhuma em dar o calote nos detentores de títulos — especialmente nos que têm os valores mais altos.
Fica registrado o alerta: eleger Lula joga o Brasil no segundo cenário. E a você, que carinhosamente chamo de "suspeito de sempre" — que vive vazando informações para a imprensa dizendo que um eventual governo Lula 4 teria responsabilidade fiscal —, fica o recado: você vai levar um calote nos seus investimentos. E não adianta dizer que isso é péssimo para o Brasil — eu concordo com você. O problema é que você votou e fez campanha justamente por um grupo que não tem problema algum em impor controle de capitais e um haircut. Aposto que agora bateu o medo, certo? Que este alerta sirva para abrir seus olhos. Vamos trabalhar para eleger um presidente que compreenda que a consolidação fiscal e as reformas pró-mercado são essenciais para todo o povo brasileiro — especialmente para os mais vulneráveis, que são as maiores vítimas do desemprego e dos processos inflacionários.
A Argentina acabou de propor algo que o Brasil não teria coragem de discutir.
Se o país entrar em déficit e o Congresso não resolver, o Estado trava e os políticos param de receber.
Pela primeira vez, quem quebra o prato paga o prato.
Aqui, o prato quebra todo ano.
E quem paga é você.
🇦🇷l Sobre el grillete fiscal.
"Una reforma del mercado de capitales y una reforma del mercado de los seguros, que procederé a explicar a continuación. Respecto al grillete fiscal, se trata de una regla fiscal permanente que asegurará que la Argentina no puede votar ni sostener un presupuesto deficitario. ¿Por qué necesitamos una ley y no alcanza con la buena voluntad del Congreso? Porque la historia nos enseñó que el Congreso es el gran aliado del gasto público, teniendo como ejemplo reciente el año pasado, cuando luchamos con uñas y dientes contra decenas de leyes que buscaban precipitar la quiebra del Estado. Y es que los políticos no tienen ningún incentivo para cuidar el bolsillo de los argentinos, porque nunca son ellos quienes pagan los platos rotos. Por eso, este proyecto va a hacer que el que las hace, finalmente las pague. En la práctica, el grillete fiscal funcionará así. Si durante varios meses seguidos el resultado fiscal es deficitario, el Congreso dispondrá de algunas semanas para devolver las cuentas al equilibrio. Si no lo hace, entrará en vigencia automática el shutdown. Se paralizarán las actividades no esenciales del Estado, se congelarán los gastos nuevos, no se adjudicarán contratos, no se tomará personal y se frenarán las transferencias discrecionales a las provincias. Y principalmente, durante lo que dure el grillete, el Presidente, el Vicepresidente, los Senadores, los Diputados, los Ministros, Secretarios y Subsecretarios no cobrarán un solo peso de sueldo. Por primera vez en nuestra historia, si la política no hace los deberes, la política pagará el costo. No lo pagará la gente. Quiero ser claro, anticipándome a quienes viven de desinformar. Esta ley protege en la letra de la norma las tareas y prestaciones esenciales del Estado. Las jubilaciones, las pensiones, las asignaciones familiares y universales, el seguro de desempleo, la salud, la seguridad, la defensa nacional y el servicio penitenciario, entre otros, quedarán expresamente exceptuados. Una vez aprobada, invitaremos a las provincias a adherir a este mismo régimen. Es la oportunidad para que cada gobernador predique con el ejemplo y le demuestre a su gente que, cuando las cuentas se desordenan, es la política la que debe dar un paso al frente y pagar el precio, y no la sociedad. En segundo lugar, enviaremos dos proyectos para recuperar la profundidad de nuestro sistema."
🚨URGENTE - Governo Lula nega os vistos solicitados pelos diplomatas Riley M. Barnes e Samuel Samson, dos EUA, que viriam ao Brasil para investigar as urnas eletrônicas
nos últimos 20 anos, as pesquisas subestimaram a "direita" em cerca de 5pp.
5 ciclos seguidos, todos na mesma direção. um viés sistemático e unidirecional por 20 anos sugere algo estrutural.
A economia do Bolsonaro/Temer/Guedes era boa para quem trabalha, comerciante, construiu um pequeno/médio negócio. Péssimo para quem tinha dinheiro no banco e queria lucrar sem risco.
A economia do PT/Lula é boa para quem tem dinheiro já. CDI de 15% é um luxo raro na história do mundo. (Obviamente, a dívida está crescendo e até isso pode ser insustentável)
Basicamente são modelos econômicos antagônicos com vencedores e perdedores diferentes.